André Ventura, quer queiramos, quer não, devido à sua coragem e resiliência, operou na política portuguesa uma transformação admirável, fugindo ao politicamente correcto e às falinhas mansas, encetando uma nova era de denúncia desassombrada dos principais problemas do País, algo nunca antes visto, por falta de independência dos protagonistas. André Ventura começou a fazer e a dizer aquilo que mais nenhum político ou governante teve coragem para dizer, embora tais coisas lhes passassem pelo pensamento; mas porque são cúmplices com os podres do SISTEMA implantado em Portugal após a revolução dos cravos, ficam moralmente impedidos de imitar André Ventura.
Na verdade, uma boa parte da população portuguesa tem estima por André Ventura, embora alguma ainda não lhe conceda o seu voto, porque concorda com quase tudo o que ele denuncia e propõe para salvar Portugal. Aqueles que o acusam de populista, xenófobo, racista, fascista e de tanta outra insultuosa adjectivação, demonstram a sua dificuldade em aceitar as regras da democracia e não são capazes de o combater e contradizer, com eloquência e argumentos válidos.
Essa forma violenta e desonesta com que os adversários o têm tratado, tem contribuído decisivamente para o crescimento meteórico do Chega.
Amanhã decorre a eleição para a presidencia da república. Vamos ver o que acontece.
A seguir publico a mensagem de André Ventura aos militantes e simpatizantes do Chega:
Caras e caros Militantes e Simpatizantes,
Quero começar por vos agradecer, de forma clara e sentida, tudo aquilo que têm feito por esta candidatura. O vosso trabalho incansável, a vossa coragem, a presença constante nas ruas, o apoio firme nas redes sociais e a determinação nas conversas mais difíceis fizeram — e continuam a fazer — a diferença. Obrigado por nunca desistirem quando teria sido mais fácil calar, virar a cara ou ceder.
Esta candidatura presidencial é diferente de todas as outras. Não é comparável a uma eleição legislativa nem a um exercício partidário tradicional. É uma escolha clara de rumo para Portugal, de valores, de coragem e de verdade. É a oportunidade de pôr fim aos interesses instalados, aos jogos de bastidores e à impunidade que tem marcado o país ao longo de décadas. É a oportunidade de levar a Belém uma voz livre, firme e independente, que não se verga aos interesses instalados nem ao conforto do Sistema.
De uma coisa vos dou a minha palavra: esta candidatura representa aquilo que sempre defendemos — Portugal e os portugueses em primeiro lugar, respeito por quem trabalha, justiça sem privilégios, imigração controlada, combate firme à corrupção e uma democracia que não teme o povo. Enquanto outros oferecem consensos vazios e continuidades disfarçadas, eu apresento convicções claras, assumidas e sem ambiguidades.
Nada disto seria possível sem vocês. Sem cada Militante e Simpatizante que distribuiu um panfleto, organizou uma ação e me defendeu quando era mais difícil fazê-lo. Esta campanha é vossa. Esta luta é nossa.
Peço-vos agora o último esforço, talvez o mais decisivo: votem e mobilizem para o voto. Cada voto conta. Cada voz faz a diferença. Juntos, podemos mudar Portugal e provar que há alternativa, coragem e futuro.
Com confiança, gratidão e determinação,
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