É impressionante como o regime se uniu no combate ao Homem que jurou acabar com uma série de privilégios que empobrecem o erário público, combater a corrupção, o nepotismo, a imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, a (in)justiça, zelar pela segurança do País e dos cidadãos e, em suma, fazer de Portugal um País mais próspero e justo na distribuição de riqueza, de forma a que aqueles que verdadeiramente precisam, possam ser ajudados.
Sozinho, tem combatido as elites do regime, demonstrando uma coragem sem limites, um verdadeiro guerreiro, digno representante dos nossos antepassados heróis, logo à cabeça com Viriato e Sertório, intrépidos defensores do povo lusitano contra os Romanos e também D. Afonso Henriques, entre muitoos outros, o fundador desta nossa querida pátria portuguesa.
Na verdade, este Homem, é detestado pelas elites mas, em contrapartida, o POVO tem aderido às suas causas e cresce em número a cada dia que passa. Hoje, este Homem valente, já não está sozinho, tem o apoio do POVO, daquele povo que não está amarrado a ideologias e a beneficiar do sistema.
Nesta eleição presidencial, uma vez mais tem sido combatido pela comunicação social, jornais, rádios e televisões, trazendo constantemente ao debate assuntos negativos com intenção de o prejudicar. E, mesmo assim, tem encontrado eco no povo, que tem dado mostras de estar cada vez mais ao seu lado.
Completamente ao contrário, vemos o outro candidato a ser levado descaradamente ao colo pela comunicação social e por todas as gradas figuras do regime que se têm atropelado para garantir que que ficam bem vistas por aquele que já se julga o próximo presidente da república.
Tem sido uma peregrinação vergonhosa ao santuário AJS, com alguns dos peregrinos a tomar atitudes que causam nojo e repugnância a todos aqueles portugueses que, de alguma forma estão com o candidato vetado pelo regime.
Que o acto eleitoral possa demonstrar a força do povo e, dar uma enormíssima lição de respeito e civismo a todos aqueles que tentaram eleger o presidente da repúbblica antes de o povo se pronunciar.