sexta-feira, 28 de abril de 2017

O FUTEBOL PORTUGUÊS MERECIA MELHORES DIRIGENTES

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O futebol português, ao nível dos dirigentes, atingiu uma tal degradação que envergonha todos os verdadeiros desportistas. Acontecem casos censuráveis todos os dias e alguns, por serem tão graves, mereciam imediatamente a intervenção dos órgãos disciplinares da Liga e da Federação Portuguesa de Futebol, para aplicar aos infractores pesadas penas disciplinares.

Já que os prevaricadores são useiros e vezeiros e não têm regeneração possível, tendo causado, entretanto,  tanto mal ao futebol português, que as entidades responsáveis pela aplicação da disciplina tenham a isenção, a independência, a competência e a coragem de lhes aplicar as penas que todos eles merecem: IRRADIAÇÃO.

Como é possível permitir que os dirigentes e outros agentes desportivos façam críticas tão desrespeitosas e incendiárias sobre as arbitragens, sobre os clubes rivais e até sobre as entidades que regem o futebol. Os dirigentes põem tudo em causa. Pensam apenas nos clubes que dirigem e não fazem nada para criar um ambiente favorável ao bom entendimento entre todos, de maneira a que acabe este ambiente de guerrilha constante que rouba ao futebol toda a sua espectacularidade e paixão, provocando o abandono de muitos adeptos que não se reveem no actual estado em que se encontra o futebol.

São os dirigentes os principais culpados das tragédias que vão acontecendo no mundo do futebol, porque os seus péssimos exemplos são interpretados pelos adeptos dos respectivos clubes como incitamento ao ódio e à violência. Se os dirigentes se respeitassem e fossem capazes de se entender, apertar a mão e conversar, não haveria esta rivalidade odiosa entre clubes mas sim uma rivalidade sadia e amistosa.

Alguém tem que intervir e pôr fim a esta "guerrilha" entre dirigentes, castigando quem tem que ser castigado e quanto aos arruaceiros que todos os fins de semana dão nas vistas, proporcionando espectáculos vergonhosos e degradantes, devem ser vigiados e impedidos de entrar nos recintos desportivos.

Se as entidades que regem o futebol não forem capazes de acabar com a perigosa bagunça que tomou conta do futebol, então o Governo terá que intervir rapidamente e com mão pesada.


quarta-feira, 26 de abril de 2017

25 DE ABRIL - UM ANIVERSÁRIO QUE NUNCA FESTEJEI

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Por mais que me esforce e tente esquecer todas as más memórias que a data do 25 de Abril de 1974 me recorda e que foram horríveis e trágicas para mim e para mais de dois milhões de portugueses que como eu, viviam e trabalhavam nas ex-Colónias portuguesas de África, não consigo e creio que jamais será possível esquecê-las.

Recordo que fiquei satisfeito quando ouvi as notícias do golpe militar levado a cabo em Portugal pelo MFA e, nessa altura acreditei, como afinal a grande maioria dos portugueses que, derrotado o regime ditatorial fascista que vigorou durante mais de 40 anos, o regime democrático iria, finalmente, tratar todas as pessoas com o mesmo respeito e dignidade e proporcionar-lhes as mesmas oportunidades de acesso à justiça, à educação, ao emprego e à habitação.

Ainda não tinha decorrido o 1º aniversário (25 de Abril de 1975) e já eu andava completamente apreensivo e desiludido com tudo o que se estava a passar na Metrópole (traições, vinganças e luta pelo poder) mas essencialmente pelo que estava a acontecer em Angola, onde vivia com a família, devido ao elevado número de incidentes que todos os dias aconteciam (actos racistas, assassinatos, prisões sem culpa formada, pilhagens, represálias, vinganças) e que punham em risco a vida de qualquer pessoa mas sobretudo a da população branca que era perseguida, em cumprimento dos incitamentos ao ódio e à vingança por parte dos chamados "movimentos de libertação". Tais incidentes, tornaram-se de tal forma graves e frequentes que centenas de pessoas desapareceram durante meses e foram depois encontradas em valas comuns, em adiantado estado de putrefacção. Esses horrores, depois de descobertos, originaram a fuga apressada e desordenada da população branca, deixando para trás, sem hesitação, todo o património construído ao longo de vidas de trabalho, com um único objectivo no pensamento: sair rapidamente daquele tenebroso inferno e salvar a vida.

Devido ao drama vivido para sair de Angola juntamente com aqueles que constituíam a minha maior riqueza e razão de viver, esposa e dois filhos, passei a ter muita raiva do 25 de Abril, motivo porque até hoje, passados 43 aniversários, nunca tive vontade de lembrá-los e muito menos de festejá-los.

Na verdade, o que acontece nesses festejos, não passa de um deplorável e deprimente espectáculo em que são repetidas as mesmas larachas de sempre: que é preciso corrigir isto, melhorar aquilo, acabar com as desigualdades, erradicar a pobreza, acabar com a corrupção e o enriquecimento ilícito, administrar correctamente a justiça, reduzir o deficit, prevenir catástrofes, etc., etc., etc. É sempre o mesmo blá, blá, blá, protagonizado quase sempre pelos mesmos figurões que se arrastam na política desde a alvorada do 25 de Abril de 1974.

O 25 de Abril não cumpriu as promessas que os seus revolucionários autores prometeram ao povo mas criaram uma espécie de regime democrático que tem servido na perfeição a governantes, políticos e poderosos. Derrubaram os antigos ditadores, substituindo-os por outros disfarçados de democratas, abandalharam a justiça, baniram as boas maneiras e ofereceram liberdade sem responsabilidade ao povo que passou a achar cool dizer palavrões em público, mentir, faltar ao respeito e a não honrar a palavra dada. Também passou a ser prática corrente a corrupção e os esquemas fraudulentos dos vigaristas para sacar ilicitamente, todos os anos, milhares de milhões ao orçamento do Estado.

Cada povo tem o "25 de Abril" que merece e o povo português merece o "25 de Abril" que tem porque em 43 anos desta espécie de democracia, tem aceite e colaborado com aqueles que o têm sistematicamente enganado e empobrecido, sem ser capaz de dizer basta a tanto desvario, corrupção e pouca vergonha.

domingo, 23 de abril de 2017

ARTUR SOARES DIAS - AS MÁS ARBITRAGENS ACONTECEM E TOCAM A TODOS OS ÁRBITROS

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ARTUR SOARES DIAS é considerado na actualidade um dos melhores árbitros portugueses e tem realizado boas actuações em Portugal e no estrangeiro. Porém, nenhum árbitro está imune às más arbitragens e qualquer um pode ter uma tarde ou uma noite infeliz.

Artur Soares Dias, por ser o melhor entre os melhores, foi escalado, e muito bem, para dirigir o jogo mais importante da 30ª jornada, o sempre fantástico e imprevisível dérbi lisboeta entre os velhos rivais Sporting e Benfica, com o aliciante de o resultado do jogo poder ter influência decisiva no apuramento do campeão nacional.

Pois é, o imprevisível aconteceu. Soares Dias teve uma noite infeliz e a sua actuação ficou manchada com a não marcação de três grandes penalidades, reconhecidas pelos principais analistas e comentadores desportivos da imprensa escrita e falada. Três grandes penalidades! Artur Soares Dias falhou na avaliação da primeira falta merecedora de castigo máximo, falhou na segunda, sabe-se lá porquê e não foi capaz de visualizar e sancionar uma terceira falta, igualmente merecedora da marcação de uma grande penalidade.

Ninguém é perfeito. Um árbitro pode errar. Porém, no caso de Artur Soares Dias, para além de errar, vislumbra-se uma certa sobranceria nas suas actuações que lhe é prejudicial. Transmite também a ideia de alguma arrogância e pavonismo, mais dois defeitos que não o ajudam a ser um bom árbitro. A humildade e a simplicidade, pelo contrário, são virtudes que ajudariam um árbitro a melhor desempenhar a sua difícil missão. O autoritarismo exagerado, é gerador de conflitos pois transmite nervosismo aos atletas, às equipas técnicas e aos adeptos. Controle e autoridade do árbitro dentro das quatro linhas é necessário mas com muita psicologia e moderação.

Face a três erros grosseiros, a arbitragem de Artur Soares Dias no dérbi não pode ser considerada positiva, tanto mais que poderá ter tido influência no resultado, prejudicando neste caso o Benfica que poderia ter alcançado a vitória e somado 3 pontos, aumentando para 5 pontos, a diferença pontual para o segundo classificado, o Futebol Clube do Porto que não foi além de um empate a zero, a jogar em casa contra o Feirense.

Este jogo de ontem entre os dois velhos rivais, veio uma vez mais confirmar toda a hipocrisia existente no mundo do futebol. Os dirigentes do Clube leonino que tanto têm denunciado erros de arbitragem a favor do clube rival, não foram agora capazes de reconhecer os erros de arbitragem que desta vez beneficiaram o Sporting. É vergonhoso o ambiente de constante guerrilha que se vive no futebol português devido à actuação irresponsável dos dirigentes dos diferentes clubes mas especialmente dos três grandes: Benfica, Sporting e Futebol Clube do Porto.

Não há diálogo, insultam-se e acusam-se sistematicamente uns aos outros, andam de costas voltadas e não fazem nada para eliminar as barreiras que os separam. Não havendo diálogo e harmonia entre os principais dirigentes do futebol, será impossível resolver os verdadeiros problemas do futebol português e fazer desta modalidade tão  vibrante e aliciante, um exemplo que dignifique Portugal no mundo.




quinta-feira, 20 de abril de 2017

O DERBY DOS DERBYS

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Aí está mais um escaldante e emocionante derby lisboeta, o derby dos derbys, entre os eternos rivais Sporting/Benfica! Qual vai ser o resultado? Imprevisível! Num derby tudo pode acontecer!

Para a equipa leonina representa o orgulho de vencer o rival e actual líder da classificação, numa época em que não ganhou nada mas representa também a remota hipótese de ainda poder chegar ao 1º ou ao 2º lugar, embora eu pense que esses lugares deverão estar irremediavelmente hipotecados porque não estou a ver Benfica e Porto desperdiçarem 8 e 5 pontos, respectivamente, nas quatro jornadas que sobram para o final do campeonato. 

Reconhecendo o valor da equipa leonina, perspectivo que o jogo do próximo sábado seja equilibrado e que a vitória, a sorrir para um dos contendores, seja alcançada nos detalhes, provavelmente até, devido a algum erro grosseiro de algum dos intérpretes das duas equipas. O empate para o Benfica poderá até nem ser um mau resultado, já que continuaria a garantir-lhe a liderança mas a vitória, seria com toda a certeza, um enorme passo para a conquista do TETRA.

É verdade que em futebol tudo pode acontecer e ninguém me garante que o Benfica mesmo ganhando em Alvalade, não venha a perder pontos nos quatro jogos que lhe ficam a faltar: Estoril em casa, Rio Ave fora, Vitória de Guimarães em casa e Boavista fora. Do mesmo modo, também não é certo que o Porto vá ganhar todos os jogos que lhe faltam: Chaves e Marítimo fora, Paços de Ferreira em casa e Moreirense fora.

É nestes grandes jogos que se vê a raça e a classe dos jogadores mas também a argúcia e a competência dos treinadores. Um campeão, para ser indiscutivelmente o melhor, deve impor-se perante os seus mais directos adversários e mostrar superioridade nos jogos entre si. Relativamente ao Porto, o Benfica ficou em igualdade de circunstâncias, visto que empatou 1-1 nos dois jogos. Já no que diz respeito ao Sporting, verificou-se uma vitória (2-1) na primeira volta e agora resta saber o desfecho final do jogo de sábado.

De uma coisa eu tenho a certeza: se o Benfica for a Alvalade com intenção de fazer um jogo de contenção, jogando com o tempo e no erro do adversário, então estará muito perto da derrota. Pelo contrário, se a equipa entrar em campo mentalizada de que este é um jogo decisivo e fundamental para alcançar a tão ansiada conquista do TETRA e tomar conta do jogo, com velocidade, raça determinação, cabeça fria e pressão alta, não dando tréguas ao adversário, então a vitória poderá estar ao alcance do SLB e com ela muito próximo do sucesso pela quarta época consecutiva.

Como benfiquista, espero que a equipa técnica faça muito bem o trabalho de casa, de molde a alcançar nota máxima no difícil "exercício" de sábado.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

EM DEMOCRACIA, É FUNDAMENTAL CUMPRIR AS REGRAS ESTABELECIDAS

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Costumo ir com regularidade ao cinema e normalmente constato que há regras que não são cumpridas. Antes de o filme começar, o público é avisado que é proibido fotografar ou gravar imagens, que deve permanecer em silêncio  e que é obrigatório desligar os telemóveis.

Por incrível que pareça, verifico que não há uma única sessão em que as referidas regras não sejam infringidas, ao ponto de me causarem incómodo. Por vezes, são jovens que brincam e falam alto durante a exibição do filme; outras vezes são pessoas que telefonam e atendem telefonemas ou então, lêem mensagens e enviam mensagens. A tudo isto, temos que somar as pessoas que ao longo da sessão fazem um montão de barulho a manusear e a mastigar as pipocas.

Há um montão de gente que não cumpre regras nenhumas e que se está marimbando para elas e para quem as cumpre e como consequência, há uma enorme falta de respeito por aqueles que têm um comportamento exemplar e querem viver em paz e sossego.

Em democracia, é fundamental e indispensável cumprir as regras estabelecidas porque não há verdadeira democracia se os cidadãos não cumprirem todas as regras estabelecidas nas leis do País. 

Neste último filme que fui ver, sucedeu mais um episódio bem demonstrativo do que acabo de referir. Uma jovem que estava sentada na cochia da fila da frente iniciou o filme a mandar mensagens. Como eu estava sentado na última fila, na parte central da escadaria, sem nenhuma cadeira à minha frente, a luz intensa do telemóvel interferia e perturbava a minha visão sobre o ecrã.

Nesse sentido, resolvi solicitar à jovem que parasse de utilizar o telemóvel porque me estava a incomodar. Momentaneamente, a jovem pareceu compreender a razão do meu pedido mas passados 2 ou 3 minutos, voltou a fazer a mesma coisa.

Indignado com tão descarado desrespeito pelo cumprimento das regras impostas na sala de cinema, levantei-me e fui apresentar o assunto ao responsável de serviço da NOS no local que prontamente me seguiu até ao lugar da jovem para, muito discretamente a repreender, terminando aí a sua irresponsável prevaricação.

Creio que nestas circunstâncias, em que as pessoas desobedecem e não cumprem as regras, deveriam ser obrigadas a sair imediatamente da sala e até a ser identificadas pelas autoridades, a pedido da própria empresa que explora as salas de cinema.



segunda-feira, 3 de abril de 2017

ÁRBITRO AGREDIDO - A IMPUNIDADE INCENTIVA OS AGRESSORES






















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O País inteiro viu as imagens chocantes da violenta agressão de que foi vítima o árbitro escalado para dirigir o jogo entre o Rio Tinto e o Canelas 2010, na sequência da amostragem de um cartão vermelho ao jogador do Canelas por suposta agressão a um atleta da equipa da casa.

O acto perpetrado pelo atleta do Canelas é condenável e vergonhoso. O árbitro é agarrado por outros cúmplices do agressor e atletas do mesmo Clube e obrigado a dobrar-se até colocar a cabeça à altura do joelho do nº 10, o qual lhe desferiu uma joelhada, segundo notícias da imprensa escrita, na zona do rosto, tendo-lhe partido a cana do nariz.

No caso do Clube de Canelas, há um montão de antecedentes que deveriam ter sido analisados, julgados e punidos disciplinarmente, na medida da sua gravidade, mas nem a justiça nem as instâncias do desporto que têm essa responsabilidade foram capazes de agir em tempo útil, acabando por dar origem aos graves incidentes do jogo Rio Tinto/Canelas e a tantos outros que têm acontecido nos campos de futebol de norte a sul do País.

Neste contexto, há também que condenar, para além do atleta ou atletas e o Clube a que pertencem, a Associação de Futebol do Porto, a Liga de Clubes e a Federação Portuguesa de Futebol e, claro, a justiça, por não terem agido prontamente aquando do cometimento de outros actos de indisciplina.

A impunidade encoraja os criminosos e dá-lhes cada vez mais força por julgarem que são intocáveis e que ninguém tem coragem para os incriminar. Usam a violência, a chantagem, a perseguição, as ameaças e os actos covardes para intimidar as vítimas e estas, porque sabem que a justiça não funciona, ficam caladas, com medo que as ameaças sejam mesmo cumpridas.

É de lamentar também que os árbitros não tenham até ao momento tomado uma posição mais dura, como forma de contestar e condenar as dezenas de bárbaras agressões de que têm sido vítimas os seus colegas de profissão, alguns com necessidade de intervenções cirúrgicas devido à gravidade das lesões. Nestas ocasiões, é necessário demonstrar todo o apoio e solidariedade e o Conselho de Arbitragem e outros Órgãos que regulam a arbitragem não têm feito isso. 

Quando se brinca com o fogo, as consequências podem ser muito trágicas. Se desta vez as entidades que regem o futebol não actuarem adequadamente, o Governo tem que intervir e pôr cobro a toda esta indisciplina, agravando as penalizações disciplinares e demitindo os actuais responsáveis pela sua aplicação.

domingo, 2 de abril de 2017

PAIS VERGONHOSAMENTE IRRESPONSÁVEIS!!!

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Ao fim de semana, normalmente aos sábados da parte da tarde, costumo ir ver os jogos da equipa em que actua o meu neto Francisco, no escalão de infantis, com idades entre os 10/12 anos.

Não imaginava uma experiência tão tenebrosa e arrepiante! Quando assisti ao primeiro jogo, nem queria acreditar no que estava a acontecer! Adultos, homens e mulheres, familiares e pais dos jovens de uma e da outra equipa que lealmente jogavam dentro das quatro linhas, proporcionavam um espectáculo indecoroso e degradante, com toda a certeza, embaraçoso e até causador de vergonha para os próprios filhos.

Ver pais a incitar os filhos à violência (não esquecer que se trata de crianças de 10/12 anos), é de uma violência extrema, reveladora de um comportamento monstruoso e inqualificável!!!

Mas estes pais, para além de incitarem os filhos à violência, também insultam e ameaçam constantemente, do princípio ao fim do jogo, os pobres dos árbitros, tentando com ameaças de toda a espécie, amedrontar e condicionar a sua actuação.

Com pais deste calibre, como poderão os filhos ser diferentes? Estes jogos nem sequer têm policiamento e os árbitros estão muito desprotegidos e vulneráveis, podendo ser agredidos fisicamente em qualquer momento do jogo por esses energúmenos que acompanham os filhos aos jogos e que deviam ficar em casa ou então ser proibidos pelas autoridades de entrar no recinto de jogos.

Para aqueles pais exemplares que acompanham os filhos a esses jogos, é doloroso assistir a tão degradante espectáculo mas não podem dizer nada para não serem também vítimas da violência verbal e física desses energúmenos.

Há muitos anos que deixei de ir ao futebol por causa dessa espécie humana, depravada e selvagem e só mesmo o meu neto é que seria capaz de me fazer entrar de novo num recinto de jogos e aturar semelhantes criaturas.