Vivemos em Democracia?
Por tudo quanto se passa neste pequeno País à margem da Constituição e das leis, direi que este suposto regime democrático, é tudo menos democracia.
A liberdade de expressão está gravemente condicionada e aqueles que se atrevem a chamar aos bois pelos nomes, são completamente perseguidos, marginalizados e ostracizados.
Não se pode ter uma opinião crítica que vá contra o politicamente correcto. Há temas tabu dos quais não se pode falar e muitos deles referem-se às minorias étnicas que vivem em Portugal. Aos criminosos dessas minorias e que são muitos, não se podem identificar pelo país de origem, pela raça ou religião, e a comunicação social refere simplesmente que se trata de uma pessoa ou de indivíduo.
As minorias são religiosamente defendidas por esta nossa democracia e há um grande número de organizações de defesa dos seus direitos mas não dos seus deveres. São organizações taxistas, cujos dirigentes são pagos a peso de ouro, também com dinheiro dos contribuintes, já que o seu financiamento provém de uma combinação de fundos estatais, europeus e instituições privadas.
São pelo menos dúzia e meia de Entidades, públicas e privadas que subsidiam estas organizações que apoiam minorias étnicas e o Estado Português já distribuiu, em dez anos, mais de 53 milhões de euros para apoio a imigrantes e refugiados, através destas entidades.
São subsídios e mais subsídios que chovem de todo o lado, e a verdade é que uma boa parte desses apoios, são para pagar chorudos ordenados aos parasitas digo, dirigentes, dessas inúteis organizações.
Portugal anda a lidar de forma errada com a problemática da imigração e das minorias étnicas. Para se ser imigrante em qualquer País do mundo, é preciso respeitar as leis e os costumes desses países. Jamais os costumes desses imigrantes se podem sobrepôr aos costumes dos países que escolheram para procurar uma nova vida.
Em Portugal há muitos imigrantes que não cumprem as leis e nem sequer respeitam os hábitos e costumes dos portugueses. Há que reflectir sobre este problema e os governantes têm que fazer alguma coisa antes que a situação seja impossível de controlar.


