quarta-feira, 12 de agosto de 2026

VELHOS SEM ABRIGO! - QUE INGRATIDÃO!!!


Nem todo o ser humano chega a velho. Muitos ficam pelo caminho, ao longo do tempo, vítimas das mais variadas causas. Porém, aqueles que venceram todas as etapas  da vida e chegam a velhos, mereciam ser tratados com respeito, carinho e dignidade.

Eles, os velhos Sem/Abrigo de hoje, também já foram jovens activos, cheios de entusiasmo, ambição e com enorme esperança no futuro; a maioria constituiu família e trabalhou arduamente, enquanto pôde, para a sustentar e contribuir com o seu trabalho para o progresso do País.

Infelizmente, muitos não conseguiram nessa vida de trabalho, amealhar o suficiente para garantirem uma velhice digna, acabando por ser abandonados pelo Estado e, em muitos casos, pelos próprios familiares, não lhes restando outra alternativa senão passar à condição de SEM/ABRIGO, mendigando diariamente para conseguir matar a fome e sujeitando-se a dormir no espaço público sem quaisquer condições de conforto e higiene.

Esta situação é de uma tão cruel desumanidade que toca profundamente a minha sensibilidade e, por vezes, ao ver esses quadros tão tristes e chocantes, não consigo evitar que algumas lágrimas se soltem e me façam pensar: Senhor, quanta desumanidade e ingratidão para com os velhos!

Sim, como é possível que o Estado e a sociedade em geral permitam que pessoas velhas que trabalharam arduamente enquanto puderam, mas para quem a vida foi madrasta, sejam obrigadas a terminar os seus dias na condição de SEM/ABRIGO, sofrendo diariamente vissicitudes inenarráveis.

Esta situação é revoltante e não devia acontecer num País que se diz cristão, democrata e civilizado.


domingo, 9 de agosto de 2026

III ENCONTRO DA FAMÍLIA MEIRELES

 

MENSAGEM DE BOAS VINDAS

Sejam todos muito bem-vindos ao III Encontro da Família Meireles, aqui em Santo André, neste dia tão especial de convívio, amizade, reencontro e celebração das nossas raízes.

Depois do extraordinário primeiro Encontro em Aveiras de Cima, no Restaurante Pôr do Sol 2, que reuniu cerca de setenta familiares, num ambiente de enorme alegria e emoção, e do segundo encontro realizado no recinto da antiga Escola Primária da aldeia de Misquel, no concelho de Carrazeda de Ansiães – terra de nascimento e de memória para tantos de nós – voltamos hoje a reunir-nos, em Sines, no Pavilhão Multiusos da Junta de Freguesia, para dar continuidade a esta bonita história familiar.

Aqui estamos novamente, unidos pelos laços do sangue, da amizade e das recordações, trazendo connosco, filhos, netos e bisnetos, bem como familiares dos vários ramos que o tempo foi fazendo crescer. Se os apelidos mudaram – Carmo, Macieira, Anes, Silva, Aleixo, Costa e tantos outros – o sentimento de pertença continua o mesmo: somos todos FAMÍLIA.

Este é um dia para matar saudades, trocar abbraços apertados, distribuir beijos sinceros e recordar as muitas histórias, peripécias e aventuras dos tempos de infância, das brincadeiras nos lugares de origem e dos momentos simples que ficaram eternamente gravados e guardados na memória de cada um.

Que este Encontro seja vivido com alegria, entusiasmo e união, fortalecendo os laços que herdámos dos nossos antepassados, deixando às novas gerações o orgulho de pertencer a esta grande FAMÍLIA.

Desejamos que cada momento deste dia fique gravado no coração de todos e que o espírito da Família Meireles continue bem vivo por muitos e bons anos.

Sejam bem-vindos e desfrutem deste Encontro inesquecível.

PRIMAVERAS DE GRATIDÃO

 

Amanhã desperta um novo dia,

mais uma página que a vida escreveu;
setenta e sete anos de caminho,
que Deus, com bondade, me concedeu.

Os anos voaram como o vento,
num sopro breve, quase sem dar por isso;
mas cada aniversário alcançado
é um prémio, um milagre, um compromisso.

Olho em redor e sinto-me rico,
não pelo ouro que alguém possa ter,
mas porque a minha maior fortuna
é esta Família que me viu crescer.

A Ana, companheira de uma vida,
meu porto seguro, meu eterno abrigo;
o Marco, a Sónia, filhos tão queridos,
que sempre caminharam comigo.

O Fernando e a Inês, com tanto carinho,
vieram ampliar este nosso lar;
e fizeram da palavra "Família"
um verbo bonito de amar.

Depois chegam eles... os meus tesouros,
que iluminam os dias meus:
a Sofia, com sete anos de sonhos,
a Diana, com oito, sorriso de Deus.

O Francisco, já homem feito,
vinte e dois anos a florescer;
e o Zé Pedro, com vinte e quatro,
orgulho que me faz agradecer.

Que privilégio vê-los crescer,
escutar-lhes a voz, brincar sem idade;
dar-lhes um beijo, receber um abraço,
e ensinar-lhes o valor da amizade.

Eu não tive igual felicidade.
Uma avó nunca cheguei a conhecer;
os outros avós partiram cedo,
quando mal começava a viver.

Talvez por isso o destino me ensine
a saborear cada instante de emoção;
porque cada momento junto dos meus
fica gravado para sempre no coração.

Amanhã, à volta da mesma mesa,
no HAO HUA vamos celebrar;
não será apenas um jantar,
mas um pretexto bonito para amar.

Depois, em casa, virá o bolo,
os copos erguidos num feliz brinde;
e entre sorrisos, beijos e abraços,
que a alegria nunca tenha fim.

Porque a felicidade mora nas coisas simples:
num olhar, numa palavra, num gesto de ternura;
é no calor da nossa Família
que a vida encontra a sua maior formosura.

Se amanhã apagar mais uma vela,
não apagarei a esperança nem o amor;
cada chama será um agradecimento
pelos dias vividos com tanto valor.

E se alguém me perguntar um dia
qual foi a riqueza que consegui juntar,
responderei, sem sombra de dúvida:

A Família é a maior riqueza terrena;
é nela que encontrei a verdadeira felicidade,

é por ela que vale sempre a pena viver

e agradecer a Deus cada novo aniversário.

sábado, 8 de agosto de 2026

EM CADA ANIVERSÁRIO REPITO: A FAMÍLIA É A MAIOR RIQUEZA TERRENA

 


Amanhã celebrarei mais um aniversário. Completarei 77 anos.

À medida que a idade avança, os anos parecem correr cada vez mais depressa. O tempo, que na juventude parecia caminhar devagar, transforma-se num veloz companheiro de viagem. Mal termina um aniversário, já outro bate à porta.

Chegar aos 77 anos é, para mim, um privilégio que recebo com enorme gratidão. Sei que muitas pessoas não tiveram a felicidade de alcançar esta idade e, por isso, cada novo ano vivido representa uma bênção que merece ser celebrada.

Mas, acima de tudo, o que me faz verdadeiramente feliz não é o número de anos que somo. É a forma como tenho o privilégio de os viver.

A minha maior alegria é poder reunir à minha volta a minha esposa Ana, companheira de uma vida inteira, os meus filhos Marco e Sónia, o meu genro Fernando, a minha nora Inês e os meus quatro netos: a Sofia, a Diana, o Francisco e o Zé Pedro.

Ao vê-los crescer e ao sentir o carinho que existe entre nós, não consigo deixar de pensar na minha própria infância. Não cheguei a conhecer uma das minhas avós e os restantes avós partiram demasiado cedo, quando eu ainda era criança. Talvez por isso valorize tanto o privilégio de poder acompanhar o crescimento dos meus netos, conversar com eles, brincar, aconselhá-los e oferecer-lhes o mais importante de tudo: o meu tempo e o meu amor.

Amanhã iremos jantar todos juntos no restaurante HAO HUA. Depois regressaremos a casa para cantar os parabéns, partilhar o bolo de aniversário e brindar à saúde de todos.

Na verdade, o jantar será apenas um pretexto.

O que realmente importa é estarmos juntos. São os abraços, os beijos, as conversas, as gargalhadas e aqueles pequenos momentos que, aparentemente simples, acabam por se transformar nas mais belas recordações da vida.

Ao longo dos anos aprendi que a felicidade raramente se encontra nas grandes conquistas materiais. Encontra-se muito mais facilmente numa mesa rodeada pelas pessoas que amamos, num abraço sincero ou num olhar cheio de carinho.

Se hoje me perguntassem qual foi a maior riqueza que consegui conquistar durante a minha vida, responderia sem hesitar:

A minha Família.

É nela que encontro a força para continuar, a serenidade para enfrentar os dias mais difíceis e a alegria para celebrar os mais felizes.

Enquanto Deus me conceder o privilégio de continuar por cá, procurarei aproveitar cada instante ao lado daqueles que amo. Porque os anos passam depressa, mas o amor que semeamos na nossa Família permanece muito para além do tempo.

E é por isso que continuo a afirmar, com toda a convicção:

A Família é, e será sempre, a maior riqueza terrena.

Manuel, queremos desejar-lhe um feliz aniversário 🍰




Caro Manuel Meirelles,
Hoje celebramos o seu aniversário, e também o aniversário de muitas crianças que dependem da sua generosidade.

Sabemos que podemos contar com o seu apoio, para tornar dias como este, uma constante realidade para as crianças.

Veja o vídeo que preparámos para si 👇
VER VÍDEO
Que toda esta alegria contagie o seu dia.
UNICEF PORTUGAL

terça-feira, 4 de agosto de 2026

CASÓRIO DO CARLOS E DA MANUELA

Uma dedicatória especial ao meu mano Carlos que depois de 20 anos de vida em comum com a Manuela, decidiu reforçar essa união através do matrimónio, numa festa bonita, alegre, divertida e bem preenchida com a presença de muitos dos seus familiares. 

Mano Carlos, este poema é para ti e para a Manuela.


Parece que captou o sol aquele dia,

que até o céu sorriu com emoção;

vinte anos de partilha e companhia,

selados enfim pela força do coração.


Na Quinta Fonte dos Trevos, engalanada,

entre abraços, sorrisos e familiar calor,

nasceu uma promessa renovada,

abençoada pelo tempo e pelo amor.


Meu mano Carlos, foste o grande obreiro,

de cada detalhe, de cada atenção;

com dedicação e carinho verdadeiro,

fizeste da festa um hino à união.


Vestiste o fato da boa disposição,

o sorriso aberto, a alegria sem igual;

foste o primeiro na dança e na canção,

dando exemplo num convívio fraternal.


O calor apertava sem piedade,

mas ninguém arredou daquela cerimónia;

porque ali reinava a felicidade,

e cada instante merecia ser memória.


Quando trocaram palavras de ternura,

o silência falou mais do que a voz;

vinte anos de amor e de aventura

ganharam novo brilho entre vós.


Manuela, companheira dedicada,

Carlos, irmão de coração generoso,

que a vossa caminhada, já tão abençoada,

continue sempre num destino luminoso.


Eu saí dali com a alma agradecida,

feliz por vos ver tão plenamente felizes;

que Deus vos conceda muitos anos de vida,

repletos de amor, de paz e de raízes.

E quando o tempo folhear mais um capítulo,
recordareis este dia com emoção profunda:
o casamento foi apenas um novo título
de uma história de amor que nunca se dá por finda.

Muitos parabéns, querido mano Carlos e querida Manuela.
Que a alegria vivida neste dia vos acompanhe sempre,

e que a felicidade de ontem, 
seja apenas o início de muitos e belos amanhãs.


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

É URGENTE TRAVAR A IMIGRAÇÃO CLANDESTINA

 

As autoridades portuguesas não fazem a mínima ideia de quantos imigrantes ilegais há em solo português. Os números oficiais falam em um milhão e meio mas este número, em meu entender, está muito distante da realidade. ´

Durante vários anos, nos governos de António Costa e do partido socialista, os imigrantes entraram em Portugal aos milhares, sem qualquer tipo de controle, dando origem a um período nebuloso, de expedientes ilícitos e criminosos no respeitante ao processo de legalização dos mesmos, como se veio posteriormente a descobrir.

Em resultado desse período nebuloso, a AIMA  colapsou, a segurança social colapsou e de uma forma geral, isso aconteceu em todas as instituições onde os imigrantes tinham que solicitar documentos.

Mas tudo isto aconteceu porque num curto espaço de tempo, entraram em Portugal mais de meio milhão de imigrantes, oriundos de todos os continentes. Portugal esteve de portas escancaradas e por elas entrou todo o tipo de pessoas, inclusivé muitos criminosos, alguns muito perigosos e até com mandado de captura internacional.

Actualmente, há imigrantes em Portugal, em todo o Portugal, mesmo nos locais mais recônditos, de norte a sul e de este a oeste e há outra coisa gravíssima, a construção de habitações clandestinas e ocupações selvagens, que deveriam mobilizar as autoridades para impedir tais práticas. 

Há milhares de imigrantes a viver em barracas que constroem da noite pró dia, em vários locais na área do concelho de Lisboa, mas o panorama, segundo nos contam, é igual nos outros concelhos do País. Essas barracas são quase sempre construídas em locais ermos, longe do olhar das autoridades e dos transeuntos.

Perguntamos: Como é possível construir bairros com 50, 100, 200, 300 casas, sem que a fiscalização actue e faça cumprir a lei? Sim, como é possível que se construam milhares de barracas? Onde está a fiscalização? Quem é responsável por esta tragédia?

As autoridades portuguesas não sabem quantos imigrantes há em Portugal mas de uma coisa eu tenho plena certeza, a verdade nua e crua, andará à volta de dois milhões de imigrantes, legais e ilegais! Ora, para um pequeno País com pouco mais de dez milhões de habitantes, 20% de imigrantes é demasiado!