quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

LEVADO AO COLO!!!

É impressionante como o regime se uniu no combate ao Homem que jurou acabar com uma série de privilégios que empobrecem o erário público, combater a corrupção, o nepotismo, a imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, a (in)justiça, zelar pela segurança do País e dos cidadãos e, em suma, fazer de Portugal um País mais próspero e justo na distribuição de riqueza, de forma a que aqueles que verdadeiramente precisam, possam ser ajudados.

Sozinho, tem combatido as elites do regime, demonstrando uma coragem sem limites, um verdadeiro guerreiro, digno representante dos nossos antepassados heróis, logo à cabeça com Viriato e Sertório, intrépidos defensores do povo lusitano contra os Romanos e também D. Afonso Henriques, entre muitoos outros, o fundador desta nossa querida pátria portuguesa.

Na verdade, este Homem, é detestado pelas elites mas, em contrapartida, o POVO tem aderido às suas causas e cresce em número a cada dia que passa. Hoje, este Homem valente, já não está sozinho, tem o apoio do POVO, daquele povo que não está amarrado a ideologias e a beneficiar do sistema. 

Nesta eleição presidencial, uma vez mais tem sido combatido pela comunicação social, jornais, rádios e televisões, trazendo constantemente ao debate assuntos negativos com intenção de o prejudicar. E, mesmo assim, tem encontrado eco no povo, que tem dado mostras de estar cada vez mais ao seu lado.

Completamente ao contrário, vemos o outro candidato a ser levado descaradamente ao colo pela comunicação social e por todas as gradas figuras do regime que se têm atropelado para garantir que que ficam bem vistas por aquele que já se julga o próximo presidente da república.

Tem sido uma peregrinação vergonhosa ao santuário AJS, com alguns dos peregrinos a tomar atitudes que causam nojo e repugnância a todos aqueles portugueses que, de alguma forma estão com o candidato vetado pelo regime.

Que o acto eleitoral possa demonstrar a força do povo e, dar uma enormíssima lição de respeito e civismo a todos aqueles que tentaram eleger o presidente da repúbblica antes de o povo se pronunciar.


sábado, 24 de janeiro de 2026

O VOTO É SECRETO?

 


Dizem que o voto é secreto,

mas o silêncio pesa.


Dizem que ninguém é dono dos votos,

mas há mãos invisíveis

que apontam direcções.


O voto nasce íntimo,

entre a consciência e o medo,

mas morre aos gritos

nas redes, nos palcos,

nos discursos que se vestem de verdade.


Há quem exiba o voto

como troféu ou bandeira,

não por convicção,

mas por influência.


Segue-se o eco,

repete-se a frase pronta,

herda-se a opinião

como quem herda um apelido.


O medo da mudança

disfarça-se de tradição,

a incoerência ideológica

chama-se estratégia.


E assim,

o voto que devia ser livre

aprende a andar em fila.


Entre o que se pensa

e o que se repete,

perde-se a coragem

de escolher sozinho.


Porque votar devia ser

um acto de liberdade -

não um reflexo condicionado.

(mcm)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

MAIORIA DE DIREITA PARA QUÊ?



Durante praticamente meio século, as forças de esquerda somadas, mantiveram uma maioria sobre a direita, inviabilizando muitos dos seus projectos, os quais a ser aprovados, contribuiriam para um maior progresso e desenvolvimento de Portugal e, consequentemente, para uma maior prosperidade de todos os portugueses.

Finalmente, nas legislativas de 2025, a direita conseguiu, muito à custa do excelente resultado do partido Chega, recuperar a maioria mas, pelos vistos, incompreensivelmente, tal maioria não serve para nada porque PSD e IL, teimosamente, insistem em rejeitar o partido Chega e, dessa forma, desperdiçar a grande oportunidade de levar a cabo, finalmente, as reformas de que Portugal necessita e que o têm impedido de oferecer aos portugueses uma vida melhor.

Em 2015, foi essa hegemonia da esquerda que permitiu a usurpação do poder pela chamada "geringonça", capitaneada pelo espertalhão socialista António Costa e que levou o País  à completa degradação dos serviços públicos, à invasão em massa dos imigrantes, ao caos na áreas da habitação, da saúde, da justiça, da educação e ao aumento da corrupção e dos mais diversos esquemas fraudulentos para sacar dinheiro ao erário público.

Nesta segunda volta da eleição presidencial, a derrota do candidato André Ventura, será muito mais uma derrota para toda a direita portuguesa do que propriamente para o Presidente do Chega, na medida em que ele irá, com toda a certeza, alcançar uma percentagem de votos muito acima daquela que obteve na primeira volta e alargar, mais uma vez, a base do seu eleitorado.

Na perspectiva de o candidato socialista vir a vencer a segunda volta, os oportunistas que apoiaram Marques Mendes, Gouveia e Melo e Cotrim Figueiredo, logo se apressaram a declarar  o seu voto ao possível vencedor, demonstrando uma vez mais que o sistema continua a estar bem presente e a unir os seus protagonistas para o defender e evitar que o mesmo venha a ser posto em causa, caso contrário, teriam tomado uma atitude de maior recato, defendendo a possibilidade de a direita eleger um presidente da sua área política.

As oportunidades são para agarrar e aproveitar. Neste caso, a direita ao apoiar o candidato socialista, está a cometer um tremendo erro que vai pagar em próximas eleições. A direita está a fazer um enorme favor ao partido socialista que vai sair reforçado com a eleição do seu candidato.

Na verdade, a direita está a cavar a sua própria sepultura quando teve oportunidade de desferir um golpe fatal no partido da rosa, contribuindo para que o mesmo se torne cada vez mais irrelevante. Os erros pagam-se caros e a direita vai pagar um preço elevado pela sua traição.

sábado, 17 de janeiro de 2026

MENSAGEM DE ANDRÉ VENTURA AOS MILITANTES E SIMPATIZANTES DO CHEGA


André Ventura, quer queiramos, quer não, devido à sua coragem e resiliência, operou na política portuguesa uma transformação admirável, fugindo ao politicamente correcto e às falinhas mansas, encetando uma nova era de denúncia desassombrada dos principais problemas do País, algo nunca antes visto, por falta de independência dos protagonistas. André Ventura começou a fazer e a dizer aquilo que mais nenhum político ou governante teve coragem para dizer, embora tais coisas lhes passassem pelo pensamento; mas porque são cúmplices com os podres do SISTEMA implantado em Portugal após a revolução dos cravos, ficam moralmente impedidos de imitar André Ventura.

Na verdade, uma boa parte da população portuguesa tem estima por André Ventura, embora alguma ainda não lhe conceda o seu voto, porque concorda com quase tudo o que ele denuncia e propõe para salvar Portugal. Aqueles que o acusam de populista, xenófobo, racista, fascista e de tanta outra insultuosa adjectivação, demonstram a sua dificuldade em aceitar as regras da democracia e não são capazes de o combater e contradizer, com eloquência e argumentos válidos.

Essa forma violenta e desonesta com que os adversários o têm tratado, tem contribuído decisivamente para o crescimento meteórico do Chega.

Amanhã decorre a eleição para a presidencia da república. Vamos ver o que acontece.

A seguir publico a mensagem de André Ventura aos militantes e simpatizantes do Chega: 

Caras e caros Militantes e Simpatizantes,

Quero começar por vos agradecer, de forma clara e sentida, tudo aquilo que têm feito por esta candidatura. O vosso trabalho incansável, a vossa coragem, a presença constante nas ruas, o apoio firme nas redes sociais e a determinação nas conversas mais difíceis fizeram — e continuam a fazer — a diferença. Obrigado por nunca desistirem quando teria sido mais fácil calar, virar a cara ou ceder.

Esta candidatura presidencial é diferente de todas as outras. Não é comparável a uma eleição legislativa nem a um exercício partidário tradicional. É uma escolha clara de rumo para Portugal, de valores, de coragem e de verdade. É a oportunidade de pôr fim aos interesses instalados, aos jogos de bastidores e à impunidade que tem marcado o país ao longo de décadas. É a oportunidade de levar a Belém uma voz livre, firme e independente, que não se verga aos interesses instalados nem ao conforto do Sistema.

De uma coisa vos dou a minha palavra: esta candidatura representa aquilo que sempre defendemos — Portugal e os portugueses em primeiro lugar, respeito por quem trabalha, justiça sem privilégios, imigração controlada, combate firme à corrupção e uma democracia que não teme o povo. Enquanto outros oferecem consensos vazios e continuidades disfarçadas, eu apresento convicções claras, assumidas e sem ambiguidades.

Nada disto seria possível sem vocês. Sem cada Militante e Simpatizante que distribuiu um panfleto, organizou uma ação e me defendeu quando era mais difícil fazê-lo. Esta campanha é vossa. Esta luta é nossa.

Peço-vos agora o último esforço, talvez o mais decisivo: votem e mobilizem para o voto. Cada voto conta. Cada voz faz a diferença. Juntos, podemos mudar Portugal e provar que há alternativa, coragem e futuro.

Com confiança, gratidão e determinação,

André Ventura
Presidente do CHEGA

 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

PORTUGAL PRECISA DA VOZ DO INSIGNE GUERREIRO ANDRÉ VENTURA


Há homens que não se escondem na sombra, 

nem se curvam perante o poder.

André Ventura ergue a voz, frontal e firme,

o político mais brilhante e esclarecido no dizer.


Não traz rabos de palha, não teme o confronto,

diz o que outros calam por falta de coragem.

É verdadeiro no gesto, directo no olhar,

corajoso por não se deixar dobrar.


Mais patriota, mais inteiro,

ama Portugal sem condição.

Defende a cultura, os hábitos e costumes,

como quem defende a própria Nação.


É coragem em tempo de medo,

é clareza num mar de confusão.

Honorabilidade que não se compra,

nem se rende à pressão ou conveniência da ocasião.


Portugal precisa de um Presidente assim:

com patriotismo que não vacila,

com honra que não se negoceia,

com independência que ninguém aniquila.


Um Presidente que diga a verdade, 

mesmo quando ela custa a ouvir.

Portugal precisa da coragem,

e do heroismo de André Ventura para seguir.

(mcm)

sábado, 3 de janeiro de 2026

IMIGRAÇÃO OU INVASÃO?


Neste final de ano, com a celebração do Natal e da passagem de ano, assistimos em quase todos os países da Europa, a gigantescos distúrbios por parte das comunidades imigrantes, numa clara desobediência à cultura e à lei e à ordem desses países, incendiando automóveis, habitações e monumentos religiosos (Igrejas) de matriz cristã. 

Em todos esses países foram mobilizadas centenas de milhar de unidades das diversas forças de segurança e, em alguns casos, essas mesmas forças de segurança, foram atacadas com objectos, cocktails molotov e até com disparos de armas de fogo.

A Europa tem sido vítima da imigração islâmica, fanática e fundamentalista, ano após ano, com horrorosos atentados terroristas, em nome de Alá (Allah), os quais ceifaram a vida de milhares de vidas inocentes e causaram dor e sofrimento a muita gente, mas muito especialmente aos familiares e amigos.

Portugal cometeu o irresponsável crime das "portas escancaradas", na vigência da "GERINGONÇA", um governo socialista com a participação do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português. permitindo a entrada descontrolada de mais de um milhão de imigrantes, muitos deles cadastrados e procurados pela justiça nos seus países de origem.

O caos instalou-se em Portugal porque não havia estruturas para acolher condignamente tanto imigrante, desde logo por falta de habitação, emprego e cuidados de saúde. O SNS rebentou pelas costuras, milhares de imigrantes acomodaram-se em habitações precárias, muitas vezes amontoados às dezenas em espaços exíguos e muitos outros passaram a vaguear pela cidade, dormindo em habitações degradadas e abandonadas, vivendo de práticas ilícitas.

Portugal tem sido até agora demasiado tolerante com os imigrantes e estes têm aproveitado essa boa vontade e tolerância para impôr os seus hábitos e culturas, impedindo até que a cultura e os hábitos ancestrais do povo portugês sejam praticados. Há imensos relatos desses episódios, quando se trata de celebrar o Carnaval, a Páscoa, os Santos  Populares, o São Martinho, o Natal e o Fim-de-Ano.

Esta imigração islamita quer impôr a sua lei e ataca e ridiculariza os nossos hábitos e cultura, nada fazendo para se integrar. Tem havido casamentos com mulheres portuguesas, mas são estas que têm que se converter ao islão e nunca o contrário. Vivem em comunidades, onde praticam os seus hábitos e costumes, sejam eles religiosos, culinários ou outros.

Neste contexto, é legítimo interrogarmo-nos se de facto isto é uma imigração saudável, no sentido de uma integração forjada na vontade de ser português, capaz de favorecer e ajudar Portugal, cumprindo e respeitando escrupulosamente as suas leis, os hábitos e a cultura ou, se pelo contrário, este fluxo migratório não passa de uma INVASÃO, com o objectivo de impôr as suas, num País com quase 900 anos de história, cujos governantes actuais devem tomar todas as medidas preventivas, possíveis e imaginárias, para que tal desiderato jamais possa acontecer!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

A PALAVRA MAIS REPETIDA EM 2025 NÃO FOI "APAGÃO"!

 

Elegeram APAGÃO como palavra do ano,

como se a falta de luz explicasse o plano.

Depois veio IMIGRAÇÃO, sempre em tensão, 

e FLOTILHA a fechar a lista da eleiçao.



Mas não nos enganemos com ranking ou votação,

houve um nome a vencer por aclamação.

Sem dicionário, sem urna, sem troféu,

repetiu-se mais vezes do que o próprio céu.



Em debates, em gritos, em cada reacção,

em medo reciclado feito convicção.

Não foi palavra - foi obsessão:

o nome de André Ventura em permanente rotação.

 (mcm)