sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

UM DESPUDORADO PAPAGAIO PALRADOR


O ex-Presidente do CDS e actualmente comentador na CNN, Francisco José Nina Martins Rodrigues dos Santos, conhecido como "Chicão", o tal que levou o partido à extinção nas legislativas de 2022, não sendo capaz de eleger um único deputado, tem utilizado o seu tempo de antena para atacar ferozmente André Ventura, utilizando uma adjectivação do mais baixo que se possa imaginar.

Mas agora, recentemeente, a propósito da eleição presidencial em que André Ventura enfrentou sozinho todos os outros partidos e, mesmo assim, conseguiu 33,2% dos votos dos portugueses, este sujeito sem pingo de vergonha na cara, veio dizer sobre André Ventura: "Se eu tivesse 70% do País contra mim, pintava a cara de vermellho".

É preciso não ter mesmo pingo de vergonha. Alguém que no Congresso de 2020 ganhou a presidencia do CDS-PP, nas legislativas de 2022, conseguiu não eleger um único deputado para o Parlamento, a primeira vez que tal aconteceu na história do CDS e baixar a votação de 4,2% para 1,6%, com apenas 89.113 votos.

Ora, esta criatura sem vergonha, depois dos resultados que obteve como líder do CDS-PP, vem agora despudoradamente criticar André Ventura que, concorrendo contra todo o espectro político do País, (o SISTEMA uniu-se todo com medo) obtendo, mesmo assim, 33,2% dos votos dos portugueses e quase 1.800.000 votos!

Que credibilidade pode ter este papagaio palrador depois do colossal fracasso em que redundou a sua passagem pela presidência do CDS, obtendo o seu pior resultado de sempre?

E, depois disso, que credibilidade pode ter alguém que depois dessa estrondosa derrota veio dizer que já não se revia naquela direita, passando a criticar os órgãos do partido e, pelos vistos, a mudar de ideologia?

Que credibilidade pode ter este vira casacas, se na primeira volta das presidenciais apoiou o candidato Gouveia e Melo e na segunda, Tozé Seguro?

Na verdade, este "Chicão", não pasa de um falabarato, um oportunista sem vergonha que agora aproveita o comentário político na CNN para dizer mal da direita e, pior do que isso, tentar denegrir e enxovalhar o brilhante político André Ventura e o partido de que é Presidente.

O País está cheio de gente sem vergonha e sem carácter.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O SISTEMA UNIU-SE CONTRA O VENTURA DA MUDANÇA!!!


Uma vez mais o SISTEMA tremeu e a solução que encontrou para evitar cair em desgraça, foi a união entre todos, extrema esquerda, esquerda, centro esquerda, centro, e centro direita.

Todos têm uma má convivência, todos se detestam, mas nesta ocasião,  ao constatarem que VENTURA é Homem para pôr em prática tudo aquilo que vem dizendo aos portugueses desde a fundação do seu jovem partido Chega, a 9 de Abril de 2019, não tiveram qualquer tipo de pudor em votar todos no mesmo candidato, precisamente aquele que melhor lhes garantia que o SISTEMA continuaria a garantir-lhes toda a panóplia de mordomias e caminho aberto para continuarem a roubar o erário público e a enriquecer à custa de esquemas fraudulentos e mafiosos, enquanto o povo é esmifrado em impostos e carestia de vida, incomportável com os miseráveis salários e pensões da grande maioria dos portugueses.

Em democracia, o voto do povo é soberano e deve ser respeitado. O povo decidiu eleger o candidato da esquerda (socialista) e rejeitar o candidato da direita afecto ao partido Chega. O povo teve medo da mudança e seguiu os conselhos dos nove partidos do espectro político português que fizeram entre si, um pacto de união e durante toda a campanha, não se cansaram de elogiar e apelar ao voto em Seguro e, pela negativa, criticar, enxovalhar e desaconselhar o voto em Ventura.

As televisões tiveram um papel deplorável pela forma descarada, provocante e desonesta como conduziram a campanha eleitoral, tanto na primeira como na segunda volta, facilitando e ajudando o candidato socialista, evitando colocar-lhe questões que lhe pudessem causar embaraços e dando-lhe todo o tempo de antena para promover a sua campanha. Ao contrário, as televisões tudo fizeram para dificultar e descredibilizar o outro candidato que, mesmo assim, sózinho, contra tudo e contra todos, conseguiu 33,2% e um terço dos votos dos portugueses, o que diga-se, em abono da verdade, não é nada mau.

Mas as televisões foram vergonhosamente tendenciosas do princípio até ao fim. Na própria noite eleitoral, as projecções davam a Seguro na SIC/TVI/CNN 67/71,4% e a Ventura 28,6/33%; na CMTV/ NOW, 66,8/71,8% e 28,2/33,2% e a UC/RTP 68/73% e 27/32%.

Afinal Seguro ganhou com 66,8% e Ventura perdeu com 33,2%. Moral da história, seguro não atingiu sequer o patamar inferior das projecções e Ventura ultrapassou o patamar superior das projecções! E foi isto que as sondagens e as televisões fizeram, vergonhosamente, ao longo de toda a campanha.

No final desta eleição presidencial, mais uma vez ficou demonstrado que Ventura é um homem de fibra que em circunstâncias tão difíceis, conseguiu 1/3 dos votos dos eleitores.  Ele tem um propósito: acabar de vez com o SISTEMA que impede Portugal de avançar e não permite que a maioria dos portugueses alcancem uma situação económica que lhes garanta alguma estabilidade nas suas vidas. 

De facto, o SISTEMA pode unir-se contra Ventura e o Chega, mas mais dia menos dia, é inevitável que o Chega alcance o poder e, finalmente, possa acabar com o SISTEMA e colocar Portugal na rota do desenvolvimento e na partilha justa da sua riqueza.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

LEVADO AO COLO!!!

É impressionante como o regime se uniu no combate ao Homem que jurou acabar com uma série de privilégios que empobrecem o erário público, combater a corrupção, o nepotismo, a imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, a (in)justiça, zelar pela segurança do País e dos cidadãos e, em suma, fazer de Portugal um País mais próspero e justo na distribuição de riqueza, de forma a que aqueles que verdadeiramente precisam, possam ser ajudados.

Sozinho, tem combatido as elites do regime, demonstrando uma coragem sem limites, um verdadeiro guerreiro, digno representante dos nossos antepassados heróis, logo à cabeça com Viriato e Sertório, intrépidos defensores do povo lusitano contra os Romanos e também D. Afonso Henriques, entre muitoos outros, o fundador desta nossa querida pátria portuguesa.

Na verdade, este Homem, é detestado pelas elites mas, em contrapartida, o POVO tem aderido às suas causas e cresce em número a cada dia que passa. Hoje, este Homem valente, já não está sozinho, tem o apoio do POVO, daquele povo que não está amarrado a ideologias e a beneficiar do sistema. 

Nesta eleição presidencial, uma vez mais tem sido combatido pela comunicação social, jornais, rádios e televisões, trazendo constantemente ao debate assuntos negativos com intenção de o prejudicar. E, mesmo assim, tem encontrado eco no povo, que tem dado mostras de estar cada vez mais ao seu lado.

Completamente ao contrário, vemos o outro candidato a ser levado descaradamente ao colo pela comunicação social e por todas as gradas figuras do regime que se têm atropelado para garantir que que ficam bem vistas por aquele que já se julga o próximo presidente da república.

Tem sido uma peregrinação vergonhosa ao santuário AJS, com alguns dos peregrinos a tomar atitudes que causam nojo e repugnância a todos aqueles portugueses que, de alguma forma estão com o candidato vetado pelo regime.

Que o acto eleitoral possa demonstrar a força do povo e, dar uma enormíssima lição de respeito e civismo a todos aqueles que tentaram eleger o presidente da repúbblica antes de o povo se pronunciar.


sábado, 24 de janeiro de 2026

O VOTO É SECRETO?

 


Dizem que o voto é secreto,

mas o silêncio pesa.


Dizem que ninguém é dono dos votos,

mas há mãos invisíveis

que apontam direcções.


O voto nasce íntimo,

entre a consciência e o medo,

mas morre aos gritos

nas redes, nos palcos,

nos discursos que se vestem de verdade.


Há quem exiba o voto

como troféu ou bandeira,

não por convicção,

mas por influência.


Segue-se o eco,

repete-se a frase pronta,

herda-se a opinião

como quem herda um apelido.


O medo da mudança

disfarça-se de tradição,

a incoerência ideológica

chama-se estratégia.


E assim,

o voto que devia ser livre

aprende a andar em fila.


Entre o que se pensa

e o que se repete,

perde-se a coragem

de escolher sozinho.


Porque votar devia ser

um acto de liberdade -

não um reflexo condicionado.

(mcm)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

MAIORIA DE DIREITA PARA QUÊ?



Durante praticamente meio século, as forças de esquerda somadas, mantiveram uma maioria sobre a direita, inviabilizando muitos dos seus projectos, os quais a ser aprovados, contribuiriam para um maior progresso e desenvolvimento de Portugal e, consequentemente, para uma maior prosperidade de todos os portugueses.

Finalmente, nas legislativas de 2025, a direita conseguiu, muito à custa do excelente resultado do partido Chega, recuperar a maioria mas, pelos vistos, incompreensivelmente, tal maioria não serve para nada porque PSD e IL, teimosamente, insistem em rejeitar o partido Chega e, dessa forma, desperdiçar a grande oportunidade de levar a cabo, finalmente, as reformas de que Portugal necessita e que o têm impedido de oferecer aos portugueses uma vida melhor.

Em 2015, foi essa hegemonia da esquerda que permitiu a usurpação do poder pela chamada "geringonça", capitaneada pelo espertalhão socialista António Costa e que levou o País  à completa degradação dos serviços públicos, à invasão em massa dos imigrantes, ao caos na áreas da habitação, da saúde, da justiça, da educação e ao aumento da corrupção e dos mais diversos esquemas fraudulentos para sacar dinheiro ao erário público.

Nesta segunda volta da eleição presidencial, a derrota do candidato André Ventura, será muito mais uma derrota para toda a direita portuguesa do que propriamente para o Presidente do Chega, na medida em que ele irá, com toda a certeza, alcançar uma percentagem de votos muito acima daquela que obteve na primeira volta e alargar, mais uma vez, a base do seu eleitorado.

Na perspectiva de o candidato socialista vir a vencer a segunda volta, os oportunistas que apoiaram Marques Mendes, Gouveia e Melo e Cotrim Figueiredo, logo se apressaram a declarar  o seu voto ao possível vencedor, demonstrando uma vez mais que o sistema continua a estar bem presente e a unir os seus protagonistas para o defender e evitar que o mesmo venha a ser posto em causa, caso contrário, teriam tomado uma atitude de maior recato, defendendo a possibilidade de a direita eleger um presidente da sua área política.

As oportunidades são para agarrar e aproveitar. Neste caso, a direita ao apoiar o candidato socialista, está a cometer um tremendo erro que vai pagar em próximas eleições. A direita está a fazer um enorme favor ao partido socialista que vai sair reforçado com a eleição do seu candidato.

Na verdade, a direita está a cavar a sua própria sepultura quando teve oportunidade de desferir um golpe fatal no partido da rosa, contribuindo para que o mesmo se torne cada vez mais irrelevante. Os erros pagam-se caros e a direita vai pagar um preço elevado pela sua traição.

sábado, 17 de janeiro de 2026

MENSAGEM DE ANDRÉ VENTURA AOS MILITANTES E SIMPATIZANTES DO CHEGA


André Ventura, quer queiramos, quer não, devido à sua coragem e resiliência, operou na política portuguesa uma transformação admirável, fugindo ao politicamente correcto e às falinhas mansas, encetando uma nova era de denúncia desassombrada dos principais problemas do País, algo nunca antes visto, por falta de independência dos protagonistas. André Ventura começou a fazer e a dizer aquilo que mais nenhum político ou governante teve coragem para dizer, embora tais coisas lhes passassem pelo pensamento; mas porque são cúmplices com os podres do SISTEMA implantado em Portugal após a revolução dos cravos, ficam moralmente impedidos de imitar André Ventura.

Na verdade, uma boa parte da população portuguesa tem estima por André Ventura, embora alguma ainda não lhe conceda o seu voto, porque concorda com quase tudo o que ele denuncia e propõe para salvar Portugal. Aqueles que o acusam de populista, xenófobo, racista, fascista e de tanta outra insultuosa adjectivação, demonstram a sua dificuldade em aceitar as regras da democracia e não são capazes de o combater e contradizer, com eloquência e argumentos válidos.

Essa forma violenta e desonesta com que os adversários o têm tratado, tem contribuído decisivamente para o crescimento meteórico do Chega.

Amanhã decorre a eleição para a presidencia da república. Vamos ver o que acontece.

A seguir publico a mensagem de André Ventura aos militantes e simpatizantes do Chega: 

Caras e caros Militantes e Simpatizantes,

Quero começar por vos agradecer, de forma clara e sentida, tudo aquilo que têm feito por esta candidatura. O vosso trabalho incansável, a vossa coragem, a presença constante nas ruas, o apoio firme nas redes sociais e a determinação nas conversas mais difíceis fizeram — e continuam a fazer — a diferença. Obrigado por nunca desistirem quando teria sido mais fácil calar, virar a cara ou ceder.

Esta candidatura presidencial é diferente de todas as outras. Não é comparável a uma eleição legislativa nem a um exercício partidário tradicional. É uma escolha clara de rumo para Portugal, de valores, de coragem e de verdade. É a oportunidade de pôr fim aos interesses instalados, aos jogos de bastidores e à impunidade que tem marcado o país ao longo de décadas. É a oportunidade de levar a Belém uma voz livre, firme e independente, que não se verga aos interesses instalados nem ao conforto do Sistema.

De uma coisa vos dou a minha palavra: esta candidatura representa aquilo que sempre defendemos — Portugal e os portugueses em primeiro lugar, respeito por quem trabalha, justiça sem privilégios, imigração controlada, combate firme à corrupção e uma democracia que não teme o povo. Enquanto outros oferecem consensos vazios e continuidades disfarçadas, eu apresento convicções claras, assumidas e sem ambiguidades.

Nada disto seria possível sem vocês. Sem cada Militante e Simpatizante que distribuiu um panfleto, organizou uma ação e me defendeu quando era mais difícil fazê-lo. Esta campanha é vossa. Esta luta é nossa.

Peço-vos agora o último esforço, talvez o mais decisivo: votem e mobilizem para o voto. Cada voto conta. Cada voz faz a diferença. Juntos, podemos mudar Portugal e provar que há alternativa, coragem e futuro.

Com confiança, gratidão e determinação,

André Ventura
Presidente do CHEGA

 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

PORTUGAL PRECISA DA VOZ DO INSIGNE GUERREIRO ANDRÉ VENTURA


Há homens que não se escondem na sombra, 

nem se curvam perante o poder.

André Ventura ergue a voz, frontal e firme,

o político mais brilhante e esclarecido no dizer.


Não traz rabos de palha, não teme o confronto,

diz o que outros calam por falta de coragem.

É verdadeiro no gesto, directo no olhar,

corajoso por não se deixar dobrar.


Mais patriota, mais inteiro,

ama Portugal sem condição.

Defende a cultura, os hábitos e costumes,

como quem defende a própria Nação.


É coragem em tempo de medo,

é clareza num mar de confusão.

Honorabilidade que não se compra,

nem se rende à pressão ou conveniência da ocasião.


Portugal precisa de um Presidente assim:

com patriotismo que não vacila,

com honra que não se negoceia,

com independência que ninguém aniquila.


Um Presidente que diga a verdade, 

mesmo quando ela custa a ouvir.

Portugal precisa da coragem,

e do heroismo de André Ventura para seguir.

(mcm)