quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

PORTUGAL PRECISA URGENTEMENTE DE UMA TRÉGUA REIVINDICATIVA

Se Medina Carreira tivesse sido escutado com atenção, Portugal teria evitado o descalabro económico e o pedido de ajuda externa que obrigou os portugueses a um regime de violenta austeridade

Portugal não está em risco de ser conquistado por uma qualquer potência através da força das armas. Estamos perante uma  Nação soberana respeitada, com quase nove séculos de existência, com as suas fronteiras bem delimitadas e secularmente respeitadas.  A excepção pertence aos nossos "amigos" espanhois que em 1801, através do tratado de Badajoz "roubaram" Olivença que era território português desde 1297, pelo Tratado de Alcanizes. Em 1817 a Espanha reconheceu a soberania portuguesa subscrevendo uma resolução do Congresso de Viena de 1815, comprometendo-se a devolver o território o mais breve possível mas até hoje, volvidos que são 196 anos, os nossos vizinhos espanhois não honraram a palavra dada.

Porém, não correndo Portugal o risco de ser invadido e conquistado pelas armas, na situação difícil em que se encontra, pode muito bem ser tomado por hipoteca a uma qualquer potência estrangeira por não ter meios económicos que lhe permitam viver como nação independente, incapaz de fazer face às despesas mais primárias.

A conjuntura é difícil e exige o contributo de todos os cidadãos portugueses que residem no País e no estrangeiro, espalhados por esse mundo fora. Cá dentro, é preciso uma maior consciencialização dos patrões e dos trabalhadores da realidade económica e, ao mesmo tempo, demonstrando uma responsabilidade que muitas vezes não se tem visto, contribuir com redobrado empenho para aumentar a produção, pois só dessa forma se encontrará uma solução capaz de promover o crescimento económico, a chave para a resolução dos problemas de Portugal.

Lá fora, em qualquer País onde haja portugueses bem posicionados política e socialmente e com capacidade financeira, é preciso o mesmo empenho e muito patriotismo não só para investirem em Portugal, mas também para importarem e promoverem os produtos portugueses nos Países onde vivem.

Nesta conjuntura económica aflitiva, é necessário o bom senso e o contributo de todos os portugueses. É nestes momentos que é posto à prova o patriotismo de cada português. Noutros Países, quando a sua soberania foi posta em causa, milhares de homens acorreram voluntariamente para defender o seu território, dispostos a dar a vida, se necessário. Ao mesmo tempo que milhares de homens se alistavam para combater, os mais velhos, aqueles que já não podiam fazê-lo, enviavam de toda a parte do mundo, remessas generosas de muitos milhões de dólares.

Aos portugueses ninguém está a pedir para combater e colocar a sua vida em risco, nem tão pouco para contribuir com grossas quantias de euros. Aos portugueses pede-se bom senso e uma avaliação séria da grave situação económica do País que os leve a compreender que não existe margem de manobra para grandes reivindicações salariais e sociais e que neste momento, é necessário o empenho e o trabalho de todos, sem excepção, para vencer esta grave conjuntura económica  e construir um futuro um pouco melhor que garanta, pelo menos, a conservação das regalias salariais e sociais alcançadas.

Os portugueses de todas as tendências políticas, raças, credos e religiões, devem dar as mãos e decretar uma trégua reivindicativa,  pelo menos até alcançarmos de novo a nossa independência económico/financeira, entregando-se ao trabalho com entusiasmo e determinação, mantendo acesa a chama da esperança numa vida melhor, logo que o País recupere a sua saúde económica.

Um País falido, é como uma despensa vazia: por mais que queiramos e necessitemos, não podemos retirar produtos de onde eles não existem.
 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

CRISTIANO RONALDO INAUGURA O SEU CR7 MUSEU


O verdadeiro Cristiano Ronaldo observando a sua réplica em cêra
 
Bem pode dizer-se que CRISTIANO RONALDO para além de melhor jogador do Mundo, é também um exemplar e patriótico cidadão português que sabe prestigiar e valorizar Portugal e a sua terra de nascimento, a Madeira. Ao longo da sua carreira sempre soube promover a sua terra e o País a que pertence, falando com orgulho das pessoas e das suas belezas naturais mas acima de tudo, fê-lo através da arte de jogar futebol de excelência, quer nos grandes Clubes por onde passou, quer na Selecção Nacional, da qual é capitão e o seu expoente máximo, reconhecido, visto e apreciado no mundo inteiro por milhões de pessoas.
 
Pois bem, Cristiano Ronaldo, acaba de inaugurar no Funchal o CR7 Museu, com uma área de 400 metros quadrados, onde vai expor as muitas centenas de prémios que conquistou ao longo da sua carreira de jogador de futebol, o qual irá representar, por certo, uma mais valia na área do turismo para os cofres madeirenses.
 
E a sua localização não foi deixada ao acaso, já que o Rés do Chão da Rua Princesa Dona Amélia nº 10, onde se situa, fica mesmo ao lado do Porto do Funchal, onde anualmente fazem escala dezenas de
cruzeiros, com mais de 500 mil passageiros a bordo e dos quais, uma boa parte não perderá certamente a oportunidade de visitar o Museu do melhor jogador do mundo para conhecer melhor a sua vida e a sua carreira de sucesso.
 
Há, porém, um pormenor sobre a segurança do espólio do jogador que ali vai ser depositado que me causa alguma apreensão. Todos sabemos que por esse mundo fora, os ladrões profissionais conseguem entrar em locais rigorosamente vigiados e com elevados padrões de segurança e levar peças valiosíssimas.
 
Estará Cristiano Ronaldo consciente de que as suas valiosíssimas peças, representativas das suas conquistas, podem desaparecer, caso o local não seja fortemente blindado aos amigos do alheio?
Todos queremos que uma situação tão desagradável não aconteça mas atenção: vale mais prevenir que remediar e colocar trancas nas portas antes da casa ser arrombada. 
 
Presumo que as peças que vão ser expostas, para além do seu valor real, terão também um valor estimativo muito grande para Cristiano Ronaldo e para todos os seus admiradores. Por isso mesmo e para evitar situações desagradáveis, é necessário que o CR7 Museu seja dotado de todas as condições de segurança. Isso foi feito?
 

domingo, 15 de dezembro de 2013

A POBREZA FUTEBOLÍSTICA DO BENFICA CONTINUA

Imagem retirada do Google
 
Mais um jogo pobrezinho do Benfica frente ao Olhanense, antepenúltimo na classificação, com apenas 9 pontos. A defesa está numa fase terrível, desastrada e sofre golos de forma incompreensível. O que se passa com aquela defesa que sofre golos de lançamentos de linha lateral, de cantos, bolas paradas e que treme com qualquer ataque da equipa adversária?
 
O futebol do Benfica não tem intensidade, qualquer equipa menos cotada se sente bem a jogar contra o Benfica porque o seu futebol é pausado, lento e dá todas as chances ao adversário de recuperar, raramente conseguindo situações de desequilíbrio ofensivo.
 
Hoje, mais uma vez ficou bem clara essa falta de intensidade do futebol do Benfica, que por duas vezes esteve em desvantagem no marcador, acabando por chegar à vitória por 3-2, mas acabando o jogo em grande sufoco, com o Olhanense a pressionar e a tentar chegar ao empate.
 
Não se compreende como a equipa encarnada, recheada de jogadores de grande valia, não é capaz de acabar o jogo numa posição dominadora, longe da sua baliza, tentando marcar mais um golo que lhe desse a tranquilidade.
 
Artur Morais que vinha falhando sucessivamente na defesa da baliza benfiquista lesionou-se com alguma gravidade  e teve que ser substituído aos 62 minutos por Oblak. Este jovem guarda-redes tem agora oportunidade para demonstrar que tem valor e destronar o porteiro brasileiro.
 
Pobre Benfica, com esta qualidade de jogo só pode aspirar ao 3º ou 4º lugar na classificação final.

FREI HERMANO DA CÂMARA ESGOTOU O COLISEU DOS RECREIOS



Imagens do autor

Contam-se pelos dedos das mãos os espectáculos musicais a que assisti ao vivo ao longo de uma vida sexagenária, embora goste imenso de alguns géneros de música.
 
Por norma não aprecio os grandes concertos de música rock, do género de "abanar o capacete", aos quais acorrem multidões de todas as idades. As letras da grande maioria das canções não me dizem nada, são totalmente despidas de conteúdo. A brejeirice também não se coaduna com a minha maneira de ser, razão pela qual não aprecio as canções de alguns artistas que até já alcançaram uma certa notoriedade em Portugal.
 
É evidente que para uma pessoa que leva mais de seis décadas de existência, não podiam deixar de existir ao longo das mesmas, grandes referências musicais que ao tempo me agradaram muito e me fizeram vibrar. Porém, embora tivesse tido possibilidade e oportunidade de ver e ouvir ao vivo os artistas e as canções que mais me marcaram, quase sempre optei por não fazê-lo e por uma razão muito simples: no fundo, achava que depois de ver transmitidos pela televisão os seus espectáculos, de todos os ângulos e com todos os pormenores, estava saciada a minha curiosidade e pouco ou nada iria acrescentar à possibilidade de ouvir, ver e conhecer melhor os artistas; no entanto, creio que o verdadeiro motivo foi nunca ter sentido grande vontade e entusiasmo em marcar presença nesses eventos.
 
Essa vontade e esse entusiasmo senti-o recentemente, como nunca havia acontecido, quando ouvi anunciar que FREI HERMANO DA CÂMARA iria actuar no dia 13 de Dezembro no Coliseu dos Recreios em Lisboa, motivo que me levou a mandar reservar imediatamente dois bilhetes.

As suas canções de cariz religioso, são únicas e tocam-me profundamente, produzindo em mim um certo conforto e bem-estar. Para além disso, a presença de Frei Hermano que diz cantar por vontade de Deus e a pedido do público, transmite um ambiente de paz e amor que nos contagia e faz sentir preenchidos e felizes.

Lembro-me que teria os meus 11/12 anos de idade quando comecei a ouvir a voz do Monge Cantor e recordo que com frequência trauteava alguns dos seus temas como "Colchetes de Oiro", "O rapaz da Camisola Verde" "e o lenço a dizer adeus" ou o "Fado da Despedida", entre outros.

Ao longo dos 50 anos que leva de carreira, habituei-me a gostar cada vez mais das interpretações de Frei Hermano, o Monge que reza a cantar canções com letras religiosas lindíssimas inspiradas na Bíblia, no Evangelho e na vida de Jesus Cristo. Frei Hermano escolheu ser Monge e dedicar a sua vida a Deus, espalhando a religião e a fé através das canções que canta inspiradas por Ele.

Fui ao espectáculo e não fiquei desiludido, antes pelo contrário. Com a lotação do Coliseu completamente esgotado, Frei Hermano agradeceu a presença e o carinho das pessoas que afirmou, nunca faltaram aos seus espectáculos. Gostei de tudo quanto disse ao longo do espectáculo, com intervenções muito acertadas sobre os grandes problemas que afligem a humanidade, inclusive quando dedicou uma das canções ao Papa Francisco e agradeceu a Deus por ter escolhido um homem tão humilde e tão bom que se tem empenhado na reabilitação da Igreja e tem demonstrado uma grande sensibilidade e preocupação com os mais necessitados.

Depois, Frei Hermano da Câmara, cantou imensas canções do seu reportório, ao seu jeito, como só ele sabe, muitas delas a pedido do público que esteve sempre muito entusiasmado e activo, cantando quando era solicitado, por sinal muito afinado.

Foi um espectáculo inolvidável interpretado por uma pessoa muito especial, alguém que tem uma relação privilegiada com Deus e que a partilha com as pessoas que o rodeiam, fazendo-as sentir-se felizes.

Se de facto Frei Hermano da Câmara canta por vontade de Deus, oxalá que a sua voz continue vigorosa durante muitos mais anos e nos continue a deliciar com as suas belas canções em jeito de oração.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MADIBA MORREU - E AGORA ÁFRICA DO SUL?

 
 
Imagem retirada do Google
 
O legado de Nelson Mandela (MADIBA) é grandioso. O ex-Presidente da África do Sul e do ANC, deixa sobre os ombros dos actuais e futuros líderes uma responsabilidade gigantesca.
 
O Homem que soube perdoar, respeitar e conviver fraternalmente com aqueles que o privaram da liberdade durante 27 anos e, ao mesmo tempo, ser forte e determinado para travar a sede de vingança do seu povo que foi vítima de execrável segregação racial consubstanciada num condenável regime de apharteid, deixou de pertencer ao número dos vivos, pelo que a sua presença física, simbolizando na perfeição o arquétipo do amor, da tolerância, da paz e da reconciliação, não é mais possível.
 
Saberão os actuais líderes e os vindouros ser dignos do legado de Nelson Mandela, seguindo sem vacilar os seus extraordinários métodos de liderança, os quais lhe permitiram conquistar tudo aquilo que ele ambicionou em toda a sua vida sem ter que recorrer à violência?
 
A tarefa não é nada fácil, num País onde as desigualdades sociais são cada vez mais acentuadas. Porém, se a memória dos líderes sul-africanos se mantiver bem viva sobre o que foi a vida do herói Nelson Mandela, acredito que tudo farão para honrar o nome do Homem que sacrificou a sua vida pela libertação do seu povo, cumprindo o sonho de ver banido o apharteid e alcançada a igualdade entre os cidadãos, independentemente da cor ou da raça.
 
NELSON MANDELA cumpriu na perfeição o seu papel neste mundo e é um exemplo extraordinário para toda a humanidade. Oxalá o seu legado seja inspirador para todos os governantes porque o mundo necessita desesperadamente de Homens com esta notável nobreza de carácter.
 
 

domingo, 8 de dezembro de 2013

PARA QUE SERVEM OS ACTOS ELEITORAIS E A QUEM INTERESSA VOTAR?

 
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É TUDO FARELO DO MESMO SACO
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Espanta-me que passados 38 anos sobre a data inicial do regime democrático e depois de algumas dezenas de actos eleitorais para os diversos órgãos de soberania, ainda haja tantos portugueses a acorrer às assembleias de voto.
 
E a razão do meu espanto tem a ver com a vergonhosa actuação dos políticos que fazem promessas para cativar os votos dos eleitores e depois de conquistado o poder, adoptam políticas completamente contrárias ao prometido, pagando com mentiras e traições os votos que mendigaram.
 
Políticos e governantes, ao longo de todo o período democrático têm mentido premeditada e descaradamente aos portugueses, porque se trata de uma classe despida dos mais elementares princípios éticos e morais, a qual perdeu completamente a noção do significado de HONRA e VERGONHA e que se está nas tintas para os problemas do País e dos cidadãos.
 
Os partidos políticos têm fomentado a cultura da desobediência, do insulto, da difamação, da irresponsabilidade, da falta de respeito e da anarquia política e esses maus exemplos têm sido ruinosos para a formação do carácter dos portugueses e para o sucesso económico do País, sendo por isso os grandes responsáveis pela dramática conjuntura de miséria que atinge uma parte significativa da população.
 
Por tudo isto, não posso deixar de achar estranho e anormal que mais de 50% dos eleitores ainda continuem a confiar o seu voto a gente que os enganou e lhes arruinou a vida. Ou estarei eu enganado e esta percentagem corresponde apenas ao universo de políticos existentes na nossa suigeneris democracia?
 
Nesta altura e quando vamos completar quase quatro décadas de políticas de governação tragicamente desastrosas, baseadas na irresponsabilidade, na incompetência e na mentira, com imensos episódios de casos de corrupção e outros, à mistura, pensava eu que apenas quem vive da política e encostado aos partidos, tinha interesse em votar, visto que os restantes cidadãos estão fartos desses inúteis actos eleitorais que só contribuem para depauperar o erário público e agravar ainda mais as suas condições de vida.
 
Na verdade, ninguém poderá afirmar que a grande maioria dos actuais votantes não sejam efectivamente essa incompetente e decadente classe política, provavelmente seguidos por alguns familiares e amigos. Nunca duvidei que essa gente que gravita no interior e à volta dos partidos e vive do Orçamento do Estado, é realmente muita! Mas será assim tanta? Representará 50% dos eleitores portugueses!!!??? Caramba!!! Se esta percentagem corresponde minimamente à verdade, então o País está entregue à bicharada porque não tem hipótese de produzir recursos capazes de saciar a avidez desses milhões de sanguessugas que vivem do Orçamento do Estado e, ao mesmo tempo, honrar os compromissos assumidos dentro e fora das suas fronteiras.
 
É por isso que votar nos partidos, qualquer que seja, é continuar a proporcionar recursos fáceis a quem os não merece e a alimentar gente mentirosa que se habituou a viver de esquemas pouco transparentes e a enganar repetidamente aqueles que verdadeiramente trabalham e não merecem políticos e governantes tão maus.

 

sábado, 7 de dezembro de 2013

O FUTEBOL DO BENFICA É UMA LÁSTIMA - TÉCNICOS E DIRIGENTES, DEMITAM-SE

 
DAVID SIMÃO, oriundo da Formação do Benfica, apontou o 1º golo do Arouca
 
Imagem retirada do Google
 
Ontem, o Benfica, primeiro classificado, em igualdade de pontos com o Sporting, (26), 20 golos marcados e 8 sofridos, recebeu o Arouca, último classificado da Liga Sagres, com apenas 8 pontos, 6 golos marcados e 15 sofridos.
 
A massa adepta dos encarnados esperava que a equipa aproveitasse a oportunidade para construir uma folgada vitória e, dessa forma, colocar uma razoável dose de pressão nos seus adversários mais directos, Sporting e F. C. Porto, cujos jogos, em teoria, apresentam um maior grau de dificuldade, já que os azuis e brancos defrontam o Sporting Clube de Braga no estádio do Dragão e os leões visitam o Gil Vicente, uma equipa sempre difícil de vencer em sua casa.
 
Os poucos adeptos que ainda tem paciência para se deslocar ao Estádio da Luz, ao fim de poucos minutos de jogo, logo se apercebeu que a equipa do Benfica não estava a jogar nada e que por isso dificilmente ganharia o jogo. Foi uma completa desilusão o futebol apresentado frente ao Arouca, sem velocidade, sem pressing, sem inteligência, mastigado e muito atabalhoado.
 
Com uma exibição tão pobre, à passagem do primeiro quarto de hora de jogo, o Arouca inaugurou o marcador por intermédio do ex-benfiquista David Simão e colocou-se na posição de vencedor. A formação encarnada estava a merecer esta punição porque, na verdade, o seu futebol era mau demais e os adeptos assobiavam porque não gostavam do que estavam a ver.
 
Seria impensável imaginar, antes do jogo, que o último classificado iria roubar 2 pontos ao líder, impondo-lhe um empate a 2 golos. Um grande feito para o Arouca, marcar dois golos num só jogo em pleno Estádio da Luz, se tivermos presente que em 11 jogos, apenas tinha marcado 6, meio golo por jogo.
 
E andam os treinadores e dirigentes a apregoar que vão ganhar o campeonato!... Como é que um Clube pode aspirar a ser candidato ao título de campeão se não consegue ganhar ao último classificado, no seu estádio e perante a sua massa adepta?
 
Tenham mas é juízo e vergonha na cara!... Demitam-se todos, é a única solução capaz de inverter esta pouca vergonha.


 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

MORREU NELSON MANDELA (1918/2013)

Imagem retirada do Google
 
Hoje, dia 5 de Dezembro de 2013, aos 95 anos de idade, morreu um grandioso homem e um dos maiores vultos da História Universal do último século. A sua nobreza de carácter e a sua estatura moral, intelectual e política é de facto tão grandiosa que a maioria dos nossos governantes e políticos, em comparação, não passam de minúsculos pigmeus.
 
NELSON ROLIHLAHLA MANDELA, com a sua invulgar capacidade de dar e perdoar, conquistou a amizade e a simpatia do mundo inteiro e um lugar de grande destaque na história da humanidade.
 
Este grande homem passou 27 anos da sua vida nas prisões sul-africanas e quando lhe quiseram devolver a liberdade com a condição de renunciar à luta armada, preferiu continuar na prisão e mais tarde, fez o mesmo, só a aceitando a liberdade depois de lhe garantirem que todos os outros presos políticos seriam igualmente libertados.
 
Nelson Mandela deu outro grande exemplo aos déspotas e tiranos que se agarram ao poder e se servem dele durante décadas, em benefício próprio, esquecendo os que mais necessitam:  escolheu deixar a presidência da África do Sul no final do primeiro mandato quando podia perpetuar no poder porque era amado e não tinha oposição.
 
Deixou uma grande lição à humanidade: dar e perdoar. Não obstante tantos anos de presídio, Nelson Mandela soube tratar com respeito, compreensão e amizade aqueles que foram os seus carrascos, tornando-se um símbolo universal da tolerância, da reconciliação e da paz. 
 
Nelson Mandela, com a sua maneira de ser, conseguiu vencer o apartheid e cumprir o sonho de libertar a África do Sul, fazendo com que todos os cidadãos sejam iguais em direitos e deveres, algo que não seria possível de alcançar pela força das armas.
 
O primeiro Presidente negro da África do Sul, é de facto uma personalidade fantástica, onde todos podemos encontrar bons exemplos que bem poderíamos adoptar nas nossas vidas. Muitos dos que hoje enaltecem os seus méritos, não são sequer dignos de pronunciar o seu nome, porque ao contrário de Mandela, não são altruístas nem sabem perdoar e em vez de apelarem à reconciliação e à paz, não passam de reles agitadores e fomentadores da discórdia.
 
Eu sei que nada é eterno e que todos temos que morrer. Mas quando vemos partir homens tão bons, é difícil não pensar que estes homens deviam ter direito a duas vidas.
 
Que a sua alma desfrute da felicidade eterna.


 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

MANIFESTAÇÃO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA - UM PÉSSIMO EXEMPLO PARA OS CIDADÃOS



Imagem retirada do Google

Os agentes da autoridade abriram um gravíssimo precedente ao invadir a escadaria da Assembleia da República, furando o cordão policial que os impedia de avançar. Os manifestantes, na qualidade de agentes da autoridade, desobedeceram e violaram a lei que juraram cumprir quando ingressaram naquela profissão.

De agora em diante, que autoridade tem uma força policial de impedir uma qualquer manifestação de invadir a escadaria da Assembleia da República ou qualquer outro espaço público que esteja sob a sua protecção?

A primitiva Constituição da República não permitia que as Forças de Segurança fizessem greve e se manifestassem. Com as alterações que lhe foram introduzidas, essa reivindicação foi-lhes justamente concedida, mas creio que, em igualdade de circunstâncias com qualquer outro cidadão.

A invasão da escadaria da Assembleia da República na passada 5ª feira, dia 21 de Novembro, pelos manifestantes das diferentes forças policiais, representa um rude golpe na sua própria autoridade visto que  a partir de agora se vão confrontar com situações idênticas e sem nenhum pingo de moral para exigir que os manifestantes obedeçam às suas ordens e cumpram a lei. A partir de agora, os agentes da autoridade vão deparar-se com graves problemas de consciência, em situações de desobediência e perante a necessidade de usar a força para suster os manifestantes que, tal como eles, optaram por ignorar a lei e decidiram avançar, rompendo o cordão policial.

Que as forças policiais e a totalidade dos portugueses têm toda a razão para manifestar o seu descontentamento, isso é incontestável. O que não é de todo admissível é que sejam os próprios agentes da autoridade a violar a lei e a pôr em causa a sua própria autoridade.

Porém, depois desta desobediência pouco exemplar dos agentes da autoridade, há uma pergunta que os portugueses gostariam de ver respondida: em termos reivindicativos, o que ganharam as forças de segurança com a violação da lei e a consequente invasão da escadaria da Assembleia da República?
 
 

sábado, 23 de novembro de 2013

MÁRIO SOARES - AOS 88 ANOS CONTINUA A MOSTRAR O SEU MAU FEITIO




Imagem retirada do Google
 
As intervenções do octagenário Mário Soares, são reveladoras do seu mau feitio e do seu recriminável carácter, completamente desajustado e desaconselhado a alguém que desempenhou as funções de primeiro ministro e presidente da república e que, por isso mesmo, nunca deveria ter tido oportunidade de ocupar tais cargos. 
 
Este homem exige dos actuais governantes, numa conjuntura de grave crise económica, um conjunto de medidas reformistas, sem pôr em causa as regalias sociais dos portugueses, algo que ele não fez ou ajudou a fazer, quando foi primeiro ministro e presidente da república, com melhores condições económicas para o fazer.
 
Estamos a falar de um cidadão que se serviu dos cargos que ocupou para contornar as leis, ampliar o seu património e favorecer os seus correligionários, não esquecendo os diversos "casos" em que esteve envolvido.
 
- O senhor Mário Soares, enquanto ocupou os cargos ao serviço do Estado, fartou-se de viajar por todo o mundo, a pretexto de tudo e de nada, sozinho, acompanhado da primeira dama e também, demasiadas vezes, sem qualquer proveito para o País, com grandes comitivas, onde cabiam familiares e amigos.
 
- Nessas imensas viagens ao serviço do Estado que completariam várias voltas ao mundo, foi-lhe oferecido um número considerável de prendas valiosas que deveriam fazer parte do espólio do palácio de S. Bento e do Palácio de Belém mas o senhor Mário Soares guardou-as como se fossem suas.
 
- Por outro lado, a sua fundação que não tem nenhum interesse para o País  nem para os portugueses, tem sido um sorvedoiro dos dinheiros públicos, com a atribuição de generosos subsídios por parte do Estado e de outras Instituições públicas e privadas.
 
- Até hoje não foram esclarecidas as misteriosas relações de amizade da família Soares com a Direcção da UNITA, mesmo depois deste movimento de libertação angolano ter sido traído relativamente aos acordos do Alvor; e quais foram as causas do acidente de aviação da Jamba onde seguia o filho João Soares.
 
- O caso da ampliação das instalações do Colégio no Campo Grande sem licenciamento.
 
- As revelações feitas no livro de Rui Mateus "Contos Proibidos" - Memórias de um PS Desconhecido. Tudo isto e muito mais, fazem parte do currículo de Mário Soares, um homem que continua a representar um grande encargo para o Estado que lhe paga uma série de mordomias que não têm razão de ser, perante as dificuldades económicas do País.
 
O cidadão Mário Soares ameaça os governantes e incita à violência; diz mal de tudo e de todos mas paradoxalmente poupa os da sua cor, aqueles que são os responsáveis pelo estado de falência a que chegou o País e, consequentemente, pelas dramáticas medidas de austeridade que este governo foi obrigado a tomar, embora com alguns erros à mistura.
 
O cidadão Mário Soares sempre se considerou único e insubstituível (ou eu ou o caos), como o demonstrou quando em 2006 concorreu à presidência da República para impedir o seu "amigo" Manuel Alegre de conquistar a Presidência. Nessa altura, o povo deu-lhe a resposta adequada, relegando-o para terceiro lugar, muito atrás do seu "amigo". Pelos vistos, essa memorável derrota não foi bem digerida e causou-lhe uma permanente asia e indisposição que o tornaram ainda mais rebelde, azedo e ressabiado, com necessidade de recorrer a estes constantes joguetes de vingança e ajuste de contas.
 
O cidadão Mário Soares é um homem que tem um indescritível mau perder e nunca hesitou em "decapitar" os seus amigos ou adversários, sempre que os mesmos tiveram a ousadia de discordar das suas ideias e de lhe fazer frente. O seu mau perder é de facto tão evidente que aos 88 anos de idade, depois de ter conseguido tudo quanto é possível alcançar em política, continua a querer marcar a agenda política do Partido Socialista e do País, em vez de concluir que o seu tempo expirou, aceitando que sejam os actuais líderes políticos a encarnar esse protagonismo.
 
Para mim, a lata, o autoritarismo e a petulância do cidadão Mário Soares não me surpreendem porque sempre revelou esses defeitos. Por outro lado, quanto a credibilidade, sempre o considerei um charlatão, um caixeiro viajante de péssima qualidade, alguém que foi capaz de conceber e levar a cabo uma das maiores traições e tragédias humanas da nossa história, sendo o principal autor da criminosa descolonização, que provocou o êxodo de 2 milhões de pessoas, por terem sido abandonadas à sua sorte, às mãos de sanguinários bandoleiros, armados até aos dentes e que tinham como única lei a força das armas.
 
O cidadão Mário Soares é o principal responsável pelos graves erros de governação cometidos no passado e pela tragédia económica que se abateu sobre os portugueses. Quando ele exige que o actual primeiro ministro e o presidente da república se demitam e sejam julgados, devia ter algum decoro e sensatez, porque se alguém neste País deve ser julgado é ele, Mário Soares, infelizmente, com algumas décadas de atraso.
  

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A SELECÇÃO NACIONAL VENCEU O PLAY-OFF, MAS A DEPENDÊNCIA DE CRISTIANO RONALDO É GIGANTESCA!!!

 
Imagem retirada do Google
 
A Selecção Portuguesa foi à Suécia arrancar uma preciosa vitória no segundo jogo do play-off, por 3-2, depois de ter ganho em Lisboa pela margem mínima de 1-0, apurando-se para a fase final do Campeonato do Mundo 2014 e dando uma grande alegria aos portugueses.
 
É verdade que a Selecção acabou por cumprir o objectivo da qualificação através do play-off, mas podia ter garantido o apuramento na fase de grupos, uma vez que era, sem dúvida, a melhor equipa do Grupo F.
 
Isso não aconteceu porque a equipa é demasiado dependente da inspiração do melhor jogador do Mundo, como ficou demonstrado neste play-off, cotando-se como o melhor jogador em campo nos dois jogos e marcando os quatro golos da Selecção, todos eles excelentes. Pergunto aos portugueses: se por motivo de força maior, Cristiano Ronaldo não pudesse ter jogado, a equipa das quinas teria eliminado a Suécia com duas vitórias e com um goal-average de 4-2?
 
Em minha opinião, com toda a sinceridade, Portugal, sem Cristiano Ronaldo, não teria vencido a Suécia e não se teria apurado para o Mundial. O melhor jogador do Mundo marcou os quatro golos de Portugal, um em Lisboa e três em Estocolmo, golos que mais nenhum jogador da Selecção seria capaz de marcar porque não têm a sua velocidade, a sua técnica e a sua potência e colocação do remate. Cristiano, é de facto um jogador extraordinário, um fora-de-série, sem dúvida o melhor do Mundo, mas a Selecção tem lacunas e limitações que prejudicam o seu rendimento na Selecção, sendo mesmo assim, o seu abono de família e a sua tábua de salvação.
 
Cristiano Ronaldo, como atrás dizia, tem uma grande técnica, uma enorme força física, é dos jogadores mais rápidos do mundo, joga com o pé esquerdo e direito com grande mestria e tem um poderoso jogo de cabeça, alicerçado na sua extraordinária elevação.
 
Dentro do campo, Ronaldo joga e faz jogar e é dos jogadores que mais assistências faz para golo mas incrivelmente ninguém as aproveita. Tanto Hugo Almeida como Hélder Postiga são demasiado perdulários e desperdiçam ocasiões de golo praticamente feito. Já a Ronaldo, raramente lhe fazem uma assistência perfeita, obrigando o "melhor do mundo" a grande desgaste físico sem qualquer proveito.
 
Grande Cristiano Ronaldo! O povo português agradece-te esta grande dose de alegria que lhe proporcionaste e agora, o Seleccionador nacional que deixe de ser casmurro e prepare uma grande Selecção para o Mundial, escolhendo os melhores jogadores da actualidade disponíveis, pondo de parte antipatias e ressentimentos.
 
Obrigado CRISTIANO RONALDO.
 

JOGAR PARA VENCER - FORÇA, PORTUGAL!!!

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Logo mais, às 19,45, os portugueses querem ver entrar em campo uma selecção motivada, guerreira, pondo em campo toda a energia e disponibilidade para levar de vencida o adversário.

Se a Selecção Portuguesa entrar em campo com intenção de defender o resultado alcançado em Lisboa, no estádio da Luz, é quase certo que não alcançará o objectivo que todos os portugueses anseiam: ultrapassar a Suécia e estar presente na fase final do mundial de 2014 no Brasil.
 
Se Portugal jogar à defesa, é o sistema de jogo que mais convém à Suécia e é o próprio treinador e jogadores que têm insistido nessa tecla, dizendo que têm a certeza que Portugal vai jogar à defesa, acrescentando que se isso acontecer, a equipa sueca terá mais espaço e possibilidade de fazer o jogo que mais lhe convém,  jogando mais próximo da grande área portuguesa.
 
Sou da mesma opinião dos suecos e, por isso mesmo, não aconselho Portugal a privilegiar a defesa. A equipa tem que jogar ao ataque e sempre que não estiver na posse da bola fazer pressão alta sobre o adversário para não lhe permitir uma perfeita organização de jogo. Deixar os jogadores suecos jogar sem uma marcação eficaz, será um erro grave e pode comprometer o apuramento que todos desejamos.
 
Espero que o treinador Paulo Bento faça aquilo que tem transmitido aos portugueses: "nós vamos à Suécia para ganhar o jogo". Se de facto a Selecção entrar em campo com esse objectivo, acredito que será capaz de ultrapassar com êxito este importantíssimo play-off e dar uma estrondosa alegria a todos os portugueses.
 
Força Portugal! Sejam bravos guerreiros durante os próximos 90 minutos de jogo!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

FINALMENTE!!! PORTUGAL SAIU DA RECESSÃO!!!


 

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Até que enfim!!!!!! Portugal saiu da recessão!!!!!!  Uf, será mesmo verdade? Ou é mais uma notícia para enganar os tolos!!!!!! É que com tantas mentiras, contradições e erros de cálculo dos governantes, é difícil dar crédito a este tipo de notícias. Mas se de facto ela tem fundamento (e oxalá tenha), isso quer dizer que o País apresenta algumas melhoras e se prepara para sair, embora lentamente, da situação de coma profunda em que se encontrava há quase três anos.
 
Creio que boa parte desta recuperação se deve aos imensos sacrifícios exigidos ao povo mas também a algumas medidas de controlo na corrupção e nos múltiplos esquemas fraudulentos existentes em todo o País para sacar dinheiro ao Estado.
 
Imaginam o que se tem passado ao nível das autarquias de norte a sul do País? Imaginam os milhões usurpados em benefício próprio pelos detentores dos cargos e dos seus tribunos? Imaginam o sorvedoiro que representam os negócios do Estado? Viram o que se passou com as farmácias? Com a Segurança Social? Com os hospitais? Com os médicos? Com a Banca? Com as Fundações? Com as Empresas Públicas e outras Instituições do Estado?
 
Imaginam os milhões que foram sacados de forma criminosa, em todos estes anos de democracia pelos detentores do poder, em todas as áreas de actividade do País? Essa vampiragem é responsável pelo colapso económico/financeiro do País e pelo estado de agonia a que chegou.
 
A tímida notícia informando que Portugal saiu da recessão, não deixa, mesmo assim, de ser motivo de alguma satisfação para todos aqueles que têm sido martirizados com constantes medidas de austeridade para recuperar Portugal de uma situação económica de bancarrota para a qual não contribuíram.
 
A verdade, porém, é que até ao momento, a justiça portuguesa ainda não identificou e julgou todos aqueles que "roubaram" o Estado e obrigaram Portugal a recorrer  a um "Resgate Financeiro" e à consequente perda da soberania nacional, uma vez que são as Instituições Credoras que emprestaram o dinheiro a ordenar a orientação da política económica.
 
Se a vampiragem não for controlada, continuará a sugar o dinheiro do Estado, através dos mais diversos esquemas fraudulentos e de corrupção e se isso acontecer, Portugal dificilmente poderá vencer a crise e sair desta situação de agonia que atinge de forma violenta uma boa parte da população portuguesa, especialmente a mais pobre.

A economia portuguesa cresceu pelo segundo trimestre consecutivo. As exportações tiveram um bom desempenho e o  desemprego tem vindo também a baixar. Se de facto os resultados se confirmarem nos próximos trimestres, poderá acontecer o milagre de terminarmos com êxito o programa de assistência financeira no final de Junho de 2014 e, dessa forma, nos vermos livres dos ditames externos da Troika e readquirirmos a nossa independência económica e financeira.
 
 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

FORÇA SELECÇÃO!!! É O MOMENTO CERTO PARA AJUDAR PORTUGAL A VENCER A CRISE

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No momento em que Portugal dá importantes sinais de esperança para ultrapassar a monstruosa crise económica em que tem estado mergulhado vai para três anos, seria um enorme contributo se a Selecção Portuguesa se apurasse para a fase final do Campeonato do Mundo a disputar em 2014 no Brasil.
 
Em caso de apuramento da Selecção, a Federação Portuguesa de Futebol encheria os seus cofres com largos milhões de euros e o País beneficiaria com a gigante onda de entusiasmo que inevitavelmente contagiaria os portugueses e com as centenas de milhões de euros que tal feito geraria.

Um estudo do Instituto Português de Administração e Marketing do Porto (IPAM), para o Diário Económico, afirma que "se a selecção nacional concretizar a qualificação para a fase final do Mundial do próximo ano, no Brasil, o impacto na economia portuguesa oscilará entre os 438,7 milhões e os 609,5 milhões de euros. A diferença é estabelecida entre a simples participação na fase de grupos e a improvável conquista do título mundial".
 
O Estudo do IPAM aponta este número como máximo em caso de conquista do título. Falhar o apuramento deixa o impacto na economia portuguesa apenas em 200,6 milhões de euros.  
 
 Perante estes dados, é necessário que os jogadores tomem consciência da importância do jogo de amanhã, a realizar no Estádio do Sport Lisboa e Benfica e se sacrifiquem ao máximo durante os noventa minutos de jogo para alcançarem um resultado que lhes permita abordar o segundo encontro do dia 19, na Suécia, com optimismo e confiança.
 
Força Selecção! Portugal necessita de uma grande vitória!
 
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PORTUGAL/SUÉCIA - EXIGE-SE BRIO E FUTEBOL DE EXCELÊNCIA AOS JOGADORES PORTUGUESES

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É IMPERIOSO QUE RONALDO DEMONSTRE PORQUE É O MELHOR DO MUNDO

Os próximos dias 15 e 19 de Novembro serão decisivos para a Selecção Portuguesa de Futebol. Quis novamente o destino que a Selecção das quinas, inesperada e incompreensivelmente, tivesse desperdiçado a oportunidade de se classificar em 1º lugar no seu Grupo de apuramento para a fase final do Mundial 2014, como lhe competia, já que era, sem qualquer dúvida, a Selecção mais cotada.
 
Porém, perante os fracos resultados alcançados, a Rússia relegou Portugal para o segundo lugar e conquistou o apuramento directo para a fase final do Campeonato do Mundo, a realizar no Brasil no próximo ano.
 
Portugal, se jogar ao nível da fase de grupos, dificilmente conseguirá ultrapassar a brilhante equipa Sueca, onde militam jogadores de classe mundial, sendo Zlatan Ibrahimovic a estrela mais cintilante e, nesse caso, perderá uma grande oportunidade de se exibir no País irmão, onde se  fala a língua portuguesa, não só para os milhões de torcedores brasileiros mas sobretudo para a imensa comunidade portuguesa ali residente.
 
Para ultrapassar este play-off com sucesso, a equipa portuguesa tem que estar ao seu melhor nível, estudar pormenorizadamente o adversário e realizar os dois jogos em alto rendimento, com a máxima entrega, concentração e sem falhas.
 
Para contrariar a enorme força física do adversário e a sua elevada estatura, os jogadores lusos devem evitar o confronto físico, jogar em velocidade com a bola junto à relva, fazer posse de bola com boa circulação entre os jogadores em melhor posição para receber o passe, sem complicar; e para ultrapassar com êxito um grande guarda-redes com quase 2 metros de altura, será aconselhável fazer remates rasteiros.
 
A Selecção Portuguesa tem valor para eliminar a forte equipa Sueca mas para isso tem que estar ao seu melhor. Vão ser dois jogos equilibrados e de grande intensidade em que o apuramento poderá sorrir ao conjunto que cometer menos erros.
 
Se numa equipa joga o possante goleador Ibrahimovic, na outra milita o melhor jogador do mundo e um conjunto de jogadores que actuam em grandes equipas europeias, dotados de invulgares qualidades técnicas e com grande experiência internacional. Portanto, em termos de valor, a equipa portuguesa parece-me estar uns furos acima, resta saber se em campo vai ser capaz de traduzir em resultados essa sua mais valia.
 
Se Portugal não conquistar o direito de estar na fase final do mundial, em Terras de Vera Cruz, através deste play-off, será um justo castigo, porque como acima afirmei, era sua obrigação ter-se sagrado vencedor do Grupo F, constituído por equipas bastante acessíveis e que Portugal, displicentemente, não conseguiu ultrapassar por não ter jogado o suficiente para vencer.
 
Empatar em solo português com a Irlanda do Norte e não ter conseguido ir além de dois empates com Israel, permitiram que a Rússia ganhasse o Grupo F com um ponto de vantagem, contra todas as expectativas e antevisões.
 
Agora, não vale a pena chorar sobre o leite derramado. Interessa, isso sim, fazer dois jogos excepcionalmente brilhantes e deixar pelo caminho a selecção de Ibrahimovic.
 
Força Portugal!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

SWEETIE - ARMADILHA PARA CAÇAR PEDÓFILOS

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É inacreditável como uma "menina" virtual, encarnando a figura de uma criança filipina de 10 anos, criada por uma Organização Não Governamental (ONG) holandesa de nome "Terre des Hommes" para servir de armadilha a pedófilos através da internet, conseguiu, em cerca de três meses atrair mais de 20.000 homens provenientes de 71 países e mil deles, entre os quais três portugueses, ofereceram quantias em dinheiro para a "menina" se despir na net.
 
De facto, essa gente nojenta existe por todo o lado, mesmo em locais onde pensamos que não existem. É uma seita de depravados da pior espécie que não olha a meios para atingir os seus objectivos, mesmo que para isso tenham que cometer os crimes mais horrendos. São, portanto, gente muito perigosa.
 
O fenómeno da pedofilia não é devida e eficazmente combatido pelas entidades oficiais e pela justiça dos diferentes Países, sendo muitas vezes as Organizações Não Governamentais que substituem os Estados na "caça" aos pedófilos. Por vezes, fica a ideia que a justiça não tem interesse em investigar a actividade criminosa dos pedófilos e quando alguns processos chegam a julgamento, nota-se que há uma certa brandura na aplicação das penas condenatórias, mormente quando se trata de figuras públicas.  
 
Veja-se o que aconteceu em Portugal com o célebre processo de pedofilia da Casa Pia, iniciado no final de 2002 e cujo epílogo só se verificou em 2010, oito anos volvidos. O número exacto nunca foi apurado mas pensa-se que mais de centena e meia de alunos, entre os 6 e os 14 anos, de ambos os sexos, foram vítimas de abusos, não só  pelos pedófilos que acabaram por ser condenados mas também por outras figuras públicas, cujas queixas foram arquivadas e os nomes resguardados da opinião pública.
 
Algumas figuras públicas foram ilibadas através de processos jurídicos que deixaram perplexos os cidadãos, porque todos os indícios apontavam para factos ocorridos e incontestáveis, com descrições absolutamente credíveis das vítimas acerca dos abusadores e dos locais onde terão ocorrido os abusos. Mas as crianças foram ainda mais longe no detalhe, indicando alguns sinais que os seus carrascos teriam no corpo, especialmente na zona pélvica.
 
Lamentavelmente, uma grande parte dos abusadores daquelas inocentes crianças não foram sequer constituídos arguidos e os que foram, passaram oito anos a descredibilizar os testemunhos das crianças, chamando-lhes mentirosas, culminando o processo com meia dúzia de pequenas condenações, nada compatíveis com a gravidade dos actos monstruosos cometidos.
 
Sou daqueles que acreditam haver solução para todos os problemas que afectam a humanidade, desde que o homem esteja verdadeiramente interessado em erradica-los. Muitos dos crimes que acontecem diariamente em todo o mundo, só acontecem porque o homem não tem interesse em combate-los e até os apoia e incentiva.
 
O que é que vai acontecer aos pedófilos portugueses "caçados" pela ONG holandesa, cujas identificações foram entregues à INTERPOL, juntamente com a listagem de mais de um milhar desses seres depravados?
 
Segundo a ONG "Terre des Hommes", a principal finalidade desta operação foi "demonstrar que encontrar o criminoso é mais fácil do que parece. Só é preciso mudar o método de investigação e que as autoridades estejam dispostas a isso", defende Hans Guyt.
 
Esse é o problema: será que as autoridades estão mesmo dispostas a alterar o método e aperfeiçoar a investigação?
 
De qualquer forma, esta Organização merece o respeito e a admiração de todos aqueles que condenam e repudiam a pedofilia e gostariam de ver os seus autores condenados com pesadas penas.
 
 

 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

OS MIXORDEIROS


 
Portugal foi, é e será sempre um País de mixordeiros. Não há nada que escape à voragem dos mixordeiros, sempre prontos a ganhar milhões com investimentos de tostões. As mixordices ou falsificações acontecem em todas as áreas de actividade e, pelos vistos, é um negócio muito rentável.

Recentemente, as autoridades brasileiras, através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, enquadrada no Ministério da Saúde, analisaram algumas marcas de azeite português e chegaram à conclusão que o produto era mesmo "ruim".
 
Exportar produtos falsificados, é uma péssima propaganda para um País que pretende fazer crescer as suas exportações para equilibrar a sua balança de pagamentos. Os mixordeiros não olham a meios para ganhar dinheiro fácil, nada lhes interessando que o País seja prejudicado com o cancelamento de encomendas pelos países que receberam produtos adulterados.
 
Num caso destes, as autoridades portuguesas devem averiguar se o produto já saíu adulterado de Portugal ou se sofreu essa adulteração no país de destino. Caso tenha sido em Portugal, os responsáveis, para além de serem sujeitos ao pagamento de pesadas coimas, devem também responder perante a justiça, porque a falsificação é um acto criminoso grave.
 
Portugal produz o melhor azeite do mundo, tendo algumas marcas alcançado o primeiro lugar em certames internacionais, pelo que as autoridades não devem permitir que a sua excelência seja prejudicada por essa escória de mixordeiros, fazendo-lhes uma marcação cerrada e actuando ao mínimo deslize.
 
Esta notícia sobre os mixordeiros e a adulteração do azeite, fez-me lembrar uma história muito antiga atribuída ao grande produtor de vinhos Abel Pereira da Fonseca. Consta que antes de morrer se dirigiu aos filhos e lhes lembrou: "Meus filhos, das uvas também se faz vinho".
 
Portugal tem tão bons produtos, alguns de fama mundial que não pode estar sujeito à actividade terrorista dos mixordeiros e as autoridades têm que actuar sem dó nem piedade.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

TRISTE SINA!!! - OLIMPIAKOS, 1 - BENFICA, 0

 
OS MESMOS ERROS DE SEMPRE, ESTIVERAM NA ORIGEM DO EMPATE NO ESTÁDIO DA LUZ E DA DERROTA NA GRÉCIA E NO CONSEQUENTE AFASTAMENTO DOS OITAVOS DE FINAL, POR UMA EQUIPA DE MENOR VALIA.
 
O Benfica foi hoje definitivamente afastado dos oitavos de final da Liga dos Campeões pela equipa do Olimpiakos, um conjunto com valor mas na minha perspectiva, uns furos abaixo da equipa encarnada.
 
Os encarnados permitiram que os gregos marcassem em Lisboa um golo de bola parada e como não aprenderam a lição, hoje caíram no mesmo erro e na marcação de um canto, o Olimpiakos inaugurou o marcador aos 13 minutos, deixando o jogador grego cabecear completamente solto, sem qualquer marcação.
 
Durante todo o jogo, o Benfica teve mais posse de bola e várias oportunidades flagrantes para marcar mas a boa actuação de Roberto e a falta de eficácia dos jogadores encarnados impediram que a equipa marcasse qualquer golo.
 
No cômputo dos dois jogos, o Benfica mostrou alguma superioridade mas os gregos demonstraram uma maior matreirice e mais eficácia nas jogadas de ataque, ao contrário da equipa portuguesa que desperdiçou diversas oportunidades de golo e abortou imensas jogadas de ataque de forma infantil, ficando sem a bola ou errando os passes.
 
Com esta displicente forma de jogar e com esta confrangedora ineficácia atacante, o Benfica não vai a lado nenhum. A Liga dos Campeões já era e a Liga Europa vai ser a mesma coisa. No Campeonato Nacional, é o que se vê e na taça de Portugal, o mais certo é ser eliminado pelo Sporting no próximo jogo.
 
A equipa do Benfica está recheada de excelentes atletas e não se compreende este fraco rendimento. É uma equipa vulgar, sem fulgor atacante, com um tipo de jogo pouco esclarecido, por vezes confuso, atabalhoado e trapalhão. É uma equipa que tem muita dificuldade em organizar o seu jogo contra equipas que façam algum pressing, é muito previsível no seu jogo e dá muito espaço às equipas adversárias.
 
Por outro lado, é confrangedor verificar a ineficácia na marcação de livres e cantos. Em todos os jogos o Benfica marca uma série de cantos e livres perigosos mas não consegue convertê-los em golos. Há algo que não se compreende nesta ineficácia. O Benfica leva 16 golos marcados em 9 jornadas (1,777 golos por jogo), os mesmos que marcou o Estoril Praia!
 
Mais uma decepção para os benfiquistas. A razoável exibição desta noite não consegue apagar a tristeza da derrota e a consequente eliminação da Liga dos Campeões.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O PAPA FRANCISCO QUER "UMA IGREJA POBRE PARA OS POBRES"


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Desde que me conheço como homem adulto, sempre me interroguei sobre a ostentação da Igreja e dos seus membros. Se o seu Fundador espalhou e deixou uma imagem de desprendimento e um extraordinário exemplo de humildade, fraternidade, solidariedade e amor pelo próximo, com especial carinho pelos pobres, porque é que a Igreja não segue esse caminho e se dedica inteiramente a auxiliar os mais desfavorecidos? Porque não encaminha a Igreja para esse fim, os milhares de milhões que gasta na construção de catedrais sumptuosas que demoram décadas a construir e também em habitações e vidas luxuosas dos seus membros, muitíssimos dos quais não são um bom exemplo para a sociedade em geral e para o papel que a Igreja deve desempenhar no mundo, em cumprimento da vontade de Deus, expressa nos Evangelhos?
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É de facto incompreensível que seja a própria Igreja a explorar os pobres, das formas mais diversas, através do pagamento de promessas, sabe Deus com quantos sacrifícios..., pagamento da côngrua, pagamento de todos os serviços religiosos: baptizados, casamentos, funerais e missas, para além dos peditórios que são feitos em todas as celebrações eucarísticas, correspondidos de forma generosa pela maioria dos paroquianos.
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Os padres e as hierarquias da Igreja vivem na abundância. As paróquias são uma fonte inesgotável de recursos porque os paroquianos são generosos. Porém, em Portugal, são conhecidos imensos casos de esbanjamento desses recursos, em actos de natureza mundana que em princípio, não deviam envolver os membros da Igreja. Há também relatos dos mais variados escândalos protagonizados pelos representantes de Cristo na terra que  deixam o cidadão comum perplexo por não imaginar que um padre seria capaz de cometer tão monstruosos crimes.
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Pelo que tenho observado ao longo dos anos, fico com a impressão que um padre ou qualquer outra membro hierárquico da Igreja é um homem como qualquer outro cidadão, com defeitos e virtudes, capaz de cometer toda a espécie de crimes, ainda mais facilmente que o comum dos cidadãos, precisamente porque as pessoas pensam que pelo facto de ser sacerdote, é digno de confiança e tal situação facilita-lhes a tarefa quando têm intenção de vigarizar ou fazer mal alguém.
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Esta Igreja para interpretar a vontade e o apelo do Papa Francisco que quer "uma Igreja pobre para os pobres", tem muito que mudar, porque o caminho que tem trilhado até ao momento, é completamente o oposto. Os membros do clero vivem faustosamente, rodeados de todas as mordomias, situação que contradiz os ensinamentos de Jesus Cristo durante os 33 anos em que viveu entre os homens.
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Todo o mundo constata que o Papa Francisco quer uma Igreja diferente, menos faustosa, menos pecadora e mais direcionada para os que precisam da sua ajuda material e espiritual.
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O Papa Francisco tem uma visão e um caminho para a Igreja, reconhece os seus pecados  e quer tomar medidas e criar mecanismos que a tornem menos vulnerável à maldade de muitos dos seus membros.
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A tarefa não é fácil. Há lóbis poderosos dentro da Igreja que não vão aceitar pacificamente alterações que ponham em causa os seus privilégios. Esses lóbis vão tentar boicotar por todos os meios ao seu alcance o trabalho do Papa Francisco e impedir que ponha em prática as suas ideias sobre o que deve ser a Igreja.
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Como católico, só espero que Deus lhe dê a força e a coragem suficientes para levar por diante tão importante missão para a Igreja e para o mundo. 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

FUTSAL - BONS JOGOS AMIGÁVEIS ENTRE PORTUGAL E ESPANHA


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Os árbitros portugueses são umas nódoas. Em jogos particulares de futebol ou futsal, prejudicam sempre as equipas portuguesas.


Nestes dois jogos amigáveis com a Espanha, a Selecção Portuguesa esteve bem, empatando o primeiro jogo e perdendo o segundo. A equipa portuguesa estava a tentar empatar a partida e quando faltava menos de um minuto, numa desconcentração momentânea provocada pela marcação de um golo que não chegou a ser, porque segundo o árbitro a bola não ultrapassou totalmente a linha de golo, o guarda-redes espanhol atirou rapidamente a bola para um companheiro que correu isolado para a baliza portuguesa,  marcando o terceiro golo e consolidando a vitória.
 
A equipa portuguesa deu boa réplica, atendendo a que os espanhóis são os campeões do mundo em título e no cômputo dos dois jogos, creio mesmo que merecia um empate.
 
Fiquei satisfeito com a actuação da selecção portuguesa mas totalmente desagradado com a arbitragem da dupla portuguesa que fechou os olhos a uma série de faltas bem visíveis dos jogadores espanhois, facto que prejudicou a equipa das quinas.
 
É lamentável que os nossos árbitros para não serem acusados de caseirismo, prejudiquem sistematicamente as equipas portuguesas em confronto com equipas estrangeiras, em todas as modalidades. Porém, o mesmo não acontece quando estes jogos amigáveis se realizam no estrangeiro, dirigidos por árbitros locais. Normalmente, nestas circunstâncias, as equipas portuguesas são quase sempre prejudicadas.
 
Em jogos amigáveis, não se pede aos nossos árbitros que beneficiem as equipas portuguesas mas tão só que apitem as faltas cometidas pelos adversários. Neste último jogo de futsal os árbitros não assinalaram uma boa meia dúzia de faltas, inclusive um penalte. Lutar de igual para igual com a equipa espanhola já é difícil, com a colaboração dos árbitros, a tarefa torna-se ainda mais pesada.
 
Em minha opinião, os árbitros portugueses, uma vez que não são capazes de ser imparciais nestes jogos amigáveis, para não prejudicarem as equipas portuguesas, deviam declinar os convites. Prestavam um grande serviço às equipas portuguesas.
 

PRESIDENTE DA FIFA??? - É PRECISO TER MUITO DESCARAMENTO!!!......

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Se não visse, era muito capaz de não acreditar! O Presidente da FIFA Josep Blater que deve adoptar uma atitude de neutralidade perante todos os assuntos susceptíveis de criar polémica e prejudicar terceiros, teve o descaramento de expressar a sua opinião quanto ao valor de Cristiano Ronaldo e Messi, dizendo que prefere Messi, perante uma plateia constituída por universitários, em Oxford (Grã-Bretanha),
 
Mas o Presidente da FIFA não se limitou à exteriorização da sua preferência, levando a sua despudorada ousadia ao ponto de ridicularizar o melhor jogador do Mundo, apenas e só porque é português e joga no Real Madrid, Clube com o qual não simpatiza.
 
Este velho tonto tratou Messi elogiosamente, como sendo um bom rapaz, um homem amável e o filho que todos os pais gostariam de ter em casa, acrescentando que é muito rápido, que joga muito bem, como se estivesse a dançar.
 
Já quanto a Cristiano Ronaldo disse: "o outro é diferente, é como um comandante em campo" e imitou ridiculamente Ronaldo. Mas Blater não terminou a sua infeliz intervenção sem acrescentar ainda que o jogador português gasta mais no cabeleireiro do que o argentino.
 
Sinceramente, ou o homenzinho está completamente gágá ou então perdeu por completo a isenção e a vergonha e, nesse caso, deve ser exonerado imediatamente das suas funções. Não é admissível este tipo de comportamento ao homem que preside à FIFA, a mais importante Instituição de desporto no Mundo.
 
Espero que aqueles que apreciam o futebol e vão ter a responsabilidade de eleger o melhor jogador do mundo, não se deixem influenciar por alguém que é irresponsável e não sabe desempenhar as suas funções e elejam Cristiano Ronaldo.
 
Deixo-vos o vídeo desse palhaço, conhecido por Josep Blater e é Presidente da FIFA (!!!)
 
 
 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

BENFICA - ESPECTÁCULO FUTEBOLÍSTICO DEPRIMENTE!!!...

 
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É  incompreensível esta fraquíssima exibição do Benfica no seu estádio e perante o seu público, dando mostras de equipa cansada e sem o mínimo de garra e ambição. É estranho porque o campeonato tem estado parado e no último fim de semana, no jogo com o Cinfães para a taça de Portugal, foram poupados quase todos os titulares.
 
É mesmo muito estranha esta exibição do Benfica que ao fim de cinco minutos abrandou o ritmo de jogo e entregou o comando das operações ao adversário, o qual criou várias situações de perigo e acabou por se colocar na situação de vencedor aos 29 minutos, com um magnífico golo de Dominguez que se livrou de Garay com arte e engenho e rematou para o fundo da baliza com o pé direito.
 
A equipa do Benfica esteve mal em todos os sectores, o meio campo não funcionou, teve uma actuação atabalhoada e continua a perder bolas infantilmente, perdas essas que resultam muitas vezes em situações de perigo; o ataque foi o que se viu, desconcentrado, inoperante e praticamente inofensivo e a defesa deu vários brindes que só não resultaram em golo porque as condições do relvado ajudaram.
 
Previ que esta época seria ainda pior que a anterior e que Jorge Jesus não tinha condições para continuar a treinar a equipa encarnada. Foi um erro grave para as ambições benfiquistas não ter sido negociada uma rescisão amigável e agora já é tarde. Esta época vai ser um pesadelo. A equipa não joga nada. Pratica um futebolzinho quezilento que não tem nada a ver com a qualidade dos atletas e denota uma falta de confiança em campo que não é compreensível.
 
Este empate com o Olimpiakos em casa, veio retirar todas as hipóteses de a equipa se classificar no segundo lugar porque a equipa grega tem valor para derrotar esta espécie de Benfica na Grécia, o que acontecerá já no próximo embate.
 
O Benfica, à 7ª jornada já perdeu 7 pontos e já leva 5 pontos de diferença na tabela classificativa para o primeiro. No último jogo para a taça de Portugal, ganhou 1-0 ao Cinfães, com alguma sorte. É visível que a equipa não tem classe para se impor na Liga dos Campeões e que também não vai fazer grande figura na Liga Europa.
 
Então o que vai ganhar o Benfica esta época? A resposta é simples: nada e o pesadelo dos benfiquistas vai continuar enquanto o treinador não for despedido.
 
O futebol do Benfica é tão fraco e enervante que é difícil assistir a uma partida completa. Não admira que o estádio não encha e que cada vez haja menos adeptos.
 
 

domingo, 20 de outubro de 2013

MORREU O CANTOR ANTÓNIO MOURÃO

 
 
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Com 78 anos de idade, faleceu na madrugada de 18 de Outubro de 2013, na Casa do Artista em Lisboa, não tendo sido adiantada a possível causa da morte, o cantor António Manuel Dias Pequerrucho que em vida adoptou o nome artístico de ANTÓNIO MOURÃO.
 
António Mourão foi um cantor de voz inconfundível e inimitável e o salto para a fama na sua carreira artística, ocorreu por volta dos 30 anos, quando em 1965 participou na peça de revista "E Viva o Velho", no Teatro Maria Vitória, onde interpretou aquele que viria a ser um dos maiores êxitos da história da música ligeira portuguesa, o tema "OH TEMPO VOLTA PARA TRÁS", com letra de Manuel Paião e música de Eduardo Dâmaso.
 
António Mourão Tornou-se a partir de então um cantor muito popular e as muitas solicitações levaram-no a percorrer todo o País e a cantar em muitos palcos no estrangeiro. Para além do tema que o notabilizou, António Mourão também interpretou, com imenso sucesso, muitos outros temas de fado e de folclore. Quem se não lembra de "Os teus olhos negros, negros", "Chiquita Morena", "Oh vida dá-me outra vida", "Fado do Cacilheiro", "Varina da Madragoa", "Meu amor, meu amor", "Canto e Recanto", "Não há fado sem verdade" e tantos outros. Curiosamente, soube recentemente que António Mourão também foi o primeiro cantor a gravar um tema de Carlos Paião, num single de 1979 "Fado Reguila".
 
Tendo eu cerca de 14 anos quando António Mourão alcançou o auge da sua carreira de cantor com a interpretação de "Oh tempo volta para trás". Era dos meus cantores preferidos e adorava ouvi-lo, não dando tréguas ao meu gira-discos Hitachi e, por isso mesmo, adquiri quase todos os discos que gravou, espólio que ainda hoje guardo em casa, não obstante o cantor ter deixado de gravar por volta de 1989, há cerca de 24 anos.
 
Por tudo quanto ouvi a seu respeito, ao longo da sua carreira, não tenho dúvidas em afirmar que na madrugada do dia 18 de Outubro faleceu um grande homem e um excelente cantor que encantou as gerações da década de 60 e 70. Era extremamente educado, um verdadeiro gentleman, amigo do seu amigo e solidário.
 
Nesta hora de enorme consternação para familiares e amigos mas também para todos quantos o admiravam como homem e como cantor, vão as minhas sinceras e sentidas condolências e o desejo que na outra vida possa gozar da felicidade eterna.
 
Adeus. Até sempre.

NOTA: - Como última homenagem, deixo um link onde pode ser escutado o seu grande êxito "OH TEMPO VOLTA PARA TRÁS".
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

CORTES, CORTES & MAIS CORTES - OS QUE PROVOCARAM A CRISE SÃO OS MENOS PENALIZADOS!


RESIDENCIA OFICIAL DOS COVEIROS DE PORTUGAL

            Imagem retirada do Google
    Desde 2011 que os governantes não falam noutra coisa que não seja fazer cortes e mais cortes nos vencimentos, pensões de reforma e na generalidade das regalias sociais conquistadas ao longo de uma vida.
     
    O que se está a passar em Portugal para além de vergonhoso é escandalosamente injusto porque os cortes não são direccionados para aqueles que conquistaram reformas e regalias sociais de forma pouco honesta, sem qualquer merecimento e para os privilegiados do regime democrático, preferindo espoliar trabalhadores que mal ganham para comer e reformados que fizeram descontos e trabalharam durante quatro décadas. 
     
    A classe política destruiu a economia do País e sujeitou os portugueses à mais violenta provação de que há memória. A classe política anda há quase quatro décadas a brincar com a dignidade de um povo que é educado, ordeiro e trabalhador, mentindo-lhe descaradamente, enquanto tratava dos seus interesses pessoais ou de grupo, à custa das mais refinadas vigarices e vergonhosos esquemas de corrupção.
     
    Incompreensivelmente, na situação de penúria em que vive o País e quando é necessário fazer dolorosos sacrifícios para pagar a dívida pública que eles irresponsável e criminosamente contraíram, é precisamente essa classe política a mais poupada aos cortes a que têm vindo a ser sujeitos sistematicamente os portugueses.
     
    Esta é, pois, uma situação escandalosa a que urge pôr cobro, por iniciativa própria dos governantes ou então por imposição dos portugueses que não estão dispostos a carregar por muito mais tempo as consequências de uma dívida para a qual não contribuíram.
     
    Posto isto, é necessário desmascarar situações de claro favorecimento dos políticos que nunca deviam ter sido aprovadas e que a continuarem, constituem uma grave ofensa a todos quantos neste País ganham com o esforço do seu trabalho honrado o pão de cada dia.
     
    Acabe-se de vez com as imerecidas mordomias dos políticos e da generalidade das classes dirigentes do Estado, dando-lhes um tratamento igual ao de qualquer outro cidadão, porque ao longo destes quase 40 anos de democracia demonstraram uma perspicácia inaudita para a vigarice mas uma atroz incompetência para governar o País,
     
    Nesse sentido, dou algumas sugestões:
     
    1.      Extinguir todas as subvenções vitalícias dos políticos.
     
    2.     Rever as reformas fraudulentas conseguidas por quem passou fugazmente pela Assembleia da República e aí exerceu um ou dois mandatos, aplicando a mesma medida a quem atingiu os mesmos objectivos noutras Instituições do Estado. No meu caso, com 39 anos de serviço prestado ao Estado e com todos os descontos liquidados até ao último cêntimo, acabei por me reformar com 18% de penalização! Há justiça neste País? 
     
    3.      Rever todos os subsídios e alcavalas atribuídos a essa gente, que os há para todos os gostos e para todos os fins, muitos deles sem qualquer justificação.
     
    4.      Reduzir a frota automóvel ao mínimo indispensável. É uma vergonha constatar que qualquer bicho-careta ao serviço do Estado tem um carro oficial distribuído e que os mesmos são utilizados abusiva e particularmente pelas famílias, ao longo da semana e ao fim de semana. Num País que está de tanga e onde são pedidos tantos sacrifícios aos trabalhadores, essa gente tem que se deslocar nos transportes públicos ou em transporte próprio como qualquer outro cidadão.
     
    5. Reduzir drasticamente o número de representantes do povo (?) na Assembleia da República. As modernas e sofisticadas tecnologias, obrigaram à redução de pessoal em todo o lado, menos no Parlamento português.
     
    6.  Fiscalizar as dotações orçamentais da AR, dos Ministérios e de todos os organismos públicos. Verificar com rigor como é gasto o dinheiro. Têm que acabar as viagens, as farras, as almoçaradas e as jantaradas à custa do dinheiro de todos nós e não permitir despesas supérfluas nos gabinetes, em equipamentos, ornamentações e outras extravagâncias absolutamente desnecessárias.
     
    7.      Rever as subvenções dos partidos, isenções e mordomias. Estes grupos de parasitas não podem continuar a viver à custa do Estado, que o mesmo é dizer, à custa dos impostos e do sacrifício de quem trabalha. Só se lembram do povo em tempo de eleições para pedincharem o seu voto, a única coisa que lhes interessa, já que a subvenção anual que recebem do Estado é proporcional aos votos conquistados nas urnas.
     
    8.      Confiscar os bens de todos quantos enriqueceram ilicitamente ao serviço do  Estado.
     
    9.      Extinguir organizações fantoches, testas de ferro que nada fazem em prol do País e dos portugueses e só dão prejuízo ao Estado. Lembro que este governo quis acabar com os subsídios às FUNDAÇÕES e imediatamente choveram críticas e ferozes ataques de todos os quadrantes políticos, tendo ficado quase tudo como estava. Os lóbis têm muito poder em Portugal e como os sucessivos governos têm demonstrado ser muito fortes com os fracos e incrivelmente fracos com os fortes, estes levam sempre a melhor, garantindo a continuidade de tais organizações e a preservação dos tachos.
     
    10.  Acabar com o regabofe instituído na maioria das Câmaras e Juntas de Freguesia do País, onde os presidentes, especialmente os da Câmara, gozam de um estatuto privilegiadíssimo que lhes permite uma excessiva liberdade de acção, sendo fácil utilizar o património municipal em benefício próprio e dos seus protegidos e, consequentemente, acumular riqueza ilícita que até hoje nunca vi ser questionada e posta em causa pela justiça. 
     
    O País não pode continuar a suportar o saque generalizado de pessoas sem escrúpulos, à custa do empobrecimento cada vez mais acentuado dos trabalhadores e, para isso, tem que se verificar uma séria inflecção das políticas governativas.
     
    Seria bom que essa inflecção acontecesse pacificamente, por iniciativa dos governantes, antes que a população a isso os obrigue, de forma tumultuosa e violenta, porque chegará o momento, que não haja dúvidas acerca disso, em que o povo irá dizer basta e alcançar pela força aquilo que não conseguiu pacificamente.