terça-feira, 14 de janeiro de 2025

IMIGRANTES ILEGAIS


Portugal irá pagar um preço muito alto se não for capaz, a breve prazo, de controlar a entrada de imigrantes ilegais, pondo termo às portas escancaradas por ar, terra e mar. 

Um pequeno País como Portugal, não pode permitir a entrada diária de imigrantes ilegais, vindos de todos os pontos do globo, sendo muitos deles perigosos criminosos, fugidos à justiça dos seus países de origem.

Os portugueses não são contra os imigrantes legais, aqueles que aqui trabalham e cumprem com todos os deveres inerentes aos cidadãos portugueses. Os portugueses são contra os imigrantes ilegais que invadiram Portugal e que são um fardo muito pesado para o erário público, consumindo uma boa fatia dos impostos pagos pelos contribuintes.

As esquerdas têm tratado este tema de forma repugnante, fazendo aproveitamento político de uma legal operação policial, efectuada na Rua do Benformoso ao Martim Moniz, no passado dia 19 de Dezembro. Lembrar que neste local já havia relatos de frequentes desacatos, testemunhados pelos agentes policiais que prestam serviço na esquadra daquela área.

A manifestação promovida pelas esquerdas para contestar a referida operação policial e que juntou todos os partidos políticos do centro esquerda, foi uma jornada anti-patriota degradante, vergonhosa e insultuosa para o País, para as forças de segurança e para as pessoas de bem que são a maioria e não se revêem naquela miserável encenação de apoio aos imigrantes ilegais, porque foi a eles que a operação foi dirigida. Os imigrantes legais que aqui trabalham e respeitam as leis, não têm que ter medo da actuação da polícia porque nada de mal lhes acontecerá.

Quem anda pela rua e percorre algumas regiões de Portugal, facilmente se apercebe que há imigrantes a mais e que muitos deles não têm qualquer tipo de actividade e se dedicam à vida fácil, vivendo à custa de esquemas tipo "CONTO DO VIGÁRIO".

Há que pôr ordem nesta gigantesca desordem. Quem está ilegal deve ser recambiado para o seu país de origem e aos que escolheram Portugal para viver e trabalhar de forma legal, há que dar-lhes as condições necessárias para poderem desfrutar de uma vida digna. Este é o desejo da maioria dos portugueses de bem que se sentem envergonhados com a manifestação levada a cabo no último sábado, a favor dos imigrantes ilegais e contra as forças de segurança que são o garante da ordem pública e um dos mais importantes pilares da democracia. 

domingo, 12 de janeiro de 2025

FINAL DA TAÇA DA LIGA ENTRE BENFICA E SPORTING


O Benfica é a equipa que venceu mais vezes a Taça da Liga, seguido pelo Sporting com quatro conquistas. Todavia, os encarnados não vencem o trofeu desde 2016, portanto há oito anos.

A final que ontem se disputou, pode deixar os dois rivais mais perto ou mais longe do número de taças conquistadas. Ganhando o Sporting ficará 7/5, ganhando o Benfica, ficará 8/4.

Não fazemos futurologia e, por isso mesmo, é sempre difícil prever os desfechos dos jogos entre os dois velhos rivais. Por vezes acontece até que aquele que no momento está mais fraco acaba por se superiorizar e vencer.

Nos últimos anos, o Sporting tem tido algum ascendente nos jogos com o Benfica e o Ruben Amorim foi o autor dessa façanha. Neste momento o Sporting tem novo treinador e na penúltima jornada venceu o Benfica, no seu estádio por 2-1. Mas como atrás foi referido, os jogos entre os eternos rivais são sempre imprevisíveis e, por isso, o melhor é jogar uma tripla.

O jogo de ontem não fugiu à regra, o empate persistiu durante os 95 minutos de jogo. O Benfica marcou primeiro, aos 29 minutos por Schjelderup e o Sporting empatou aos 43 minutos, através de uma grande penalidade por Gyokeres e o resultado não mais se alterou até final.

O vencedor foi encontrado através da marcação de grandes penalidades, tendo o Benfica convertido 7 e o Sporting apenas 6. Francisco Trincão, ao apontar a sétima penalidade, permitiu a defesa de Trubin e com isso, entregou a taça ao rival Benfica que aumenta assim a diferença de taças da liga conquistadas para 8/4.

O jogo foi intenso e bem disputado e as equipas equivaleram-se em campo. Uma ou outra podia ter ganho mas a sorte dos penalties sorriu ao Benfica que acaba por ser um justo vencedor.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

PARA A IMPRENSA ESCRITA E FALADA, O ALMIRANTE GOUVEIA E MELO PASSOU DE BESTIAL A BESTA


A pandemia Covid-19, teve início oficial em Portugal a 2 de Março de 2020 e durante mais ou menos um ano, o plano de vacinação coordenado por Francisco Ramos, passou por uma série de episódios rocambolescos, nomeadamente vacinas desviadas para pessoas que não estavam abrangidas e autorizadas a tomálas e processo com algum atraso.

A 3 de Fevereiro de 2021, a ministra da saúde nomeou o Vice-almirante Gouveia e Melo coordenador do Plano de Vacinação contra a Covid-19 e a partir desse momento, a campanha entrou nos eixos, passando a ser um exemplo de eficiência e vacinação record que foi notícia em todo o mundo.

Em consequência do seu óptimo desempenho, o então Vice-almirante Gouveia e Melo, ganhou a simpatia e a admiração da população portuguesa e também um merecido reconhecimento internacional.

O seu bom trabalho na coordenação da campanha de vacinação contra a covid-19, deve ter contribuído também para a sua nomeação a Chefe do Estado-Maior da Armada e à promoção ao posto de Almirante, a 27 de Dezembro de 2021.

Gouveia e Melo, a partir de certa altura, devido  aos bons resultados obtidos na campanha de vacinação, começou a ser apontado como provável candidato à Presidência da República, cuja eleição terá lugar em 2026. Até agora o Almirante nunca se referiu ao assunto mas a sua rejeição à recondução no cargo de Chefe do Estado-Maior da Armada, poderá querer dizer que pretende estar livre para poder, no momento oportuno, apresentar a sua candidatura ao mais alto cargo da Nação.

Mas pelos vistos, pelo que se tem visto, caso a sua vontade se concretize, terá imensa gente interessada em desacreditá-lo, inclusivé a imprensa escrita e falada que tanto o elogiaram durante a pandemia. Passámos agora para o plano político e, nesta dimensão, deixa de haver reconhecimento e rigor na apreciação dos méritos de alguém.  Na política, o combate não é leal nem justo, cada um procura descredibilizar o adversário, servindo-se de esquemas eticamente reprováveis e, neste momento é o que parece estar a acontecer com o Almirante. Há forças políticas que não gostam nem querem a candidatura do ex-Chefe do Estado-Maior da Armada, porque sabem que ele é um forte candidato e, como tal, põe os seus objectivos em risco.

Esta deve ser a razão para que de repente o Almirante Gouveia e Melo passe a ter mais defeitos que virtudes, sendo alvo de críticas que revelam a intenção de fragilizar e desacreditar a sua possível corrida a Belém.

Resta saber se a simpatia, o respeito e a admiração que grageou ao serviço da saúde pública, não será mais do que suficiente para vencer qualquer adversário do SISTEMA.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

AS ESQUERDAS NÃO GOSTAM DA POLÍCIA


As forças políticas de esquerda não gostam da Polícia e têm-no demonstrado ao longo dos últims 50 anos de regime democrático. Mas também não gostam da ordem pública. Dão-se muito melhor com a desordem e o caos.

As Forças de Segurança nunca foram devidamente tratadas e respeitadas pelas esquerdas e, na verdade, ao longo das últimas cinco décadas, foram-lhes negadas uma série de justas reivindicações pelos sucessivos governos, o que as tornou nas mais mal equipadas e mais mal remuneradas da Europa.

São essas forças de esquerda que preferem exaltar os criminosos e humilhar as polícias que agora, uma vez mais, a propósito de uma Operação Policial no Martim Moniz, voltaram à carga, malhando forte e feio na PSP e no Governo, invocando desproporcionalidade de meios e humilhação dos cidadãos abordados e revistados pelos militares. Até um abaixo-assinado da autoria de 21 personalidades de esquerda e extrema esquerda, foi dirigido ao Primeiro Ministro, onde destilavam a sua indignação pela forma como foi conduzida a referida Operação Policial. Ao que chega o desplante!

Francamente, estas forças políticas de esquerda e extrema esquerda, como não têm nem nunca tiveram capacidade para fazerem algo de positivo para o bem de Portugal e dos Portugueses, dedicam o seu tempo a criticar a Polícia e o Governo e, no fundo, a prestar um péssimo serviço a Portugal. 

Tudo isto só é possível porque esse tipo de gente que governou Portugal nos últimos oito anos, não tem um pingo de vergonha na cara, pois se o tivessem, só tinham que apoiar quem está a fazer apenas em um ano, tudo aquilo que eles não fizeram durante oito anos, deixando tudo num verdadeiro caos: quatrocentos mil imigrantes por legalizar! Incrível!!! Mas deixaram também os problemas com os professores, com os médicos, com os enfermeiros, com as forças de segurança, com os oficiais de justiça, com os bombeiros e, afinal, com todos os sectores da Administração Pública, a quem este Governo tem procurado resolver todas essas situações de injustiça mantidas ao longo de décadas.

É preciso recordar que a Operação Policial no Martim Moniz aconteceu porque naquela área se verificaram diversos assaltos à mão armada, agressões e graves desacatos que puseram em risco a integridade física de muitas pessoas. Para além disso, naquela área do Martim Moniz/Intendente/Praça da Figueira, há centenas e centenas de indivíduos ilegais que nada de útil fazem em Portugal e que vivem à custa de expedientes marginais que lesam pessoas de bem.

E foi por causa destes imigrantes ilegais que o anterior governo permitiu que entrassem em Portugal, que a Operação Policial se realizou, procurando tranquilizar os residentes daquela área que tinham feito chegar dezenas de reclamações, denunciando as ocorrências criminosas a que assistiram.

Durante mais de uma semana as televisões abriram e fecharam com os relatos e as imagens da dita Operação, onde uma miríade de opinadores da mesma cor política, repetiram até à exaustão meia dúzia de frases feitas, sem qualquer correspondência  aos objectivos da legalíssima Operação Policial.

Costuma dizer-se que "cada um tem aquilo que merece" e eu, para ajustar o significado da frase ao que pretendo, direi: "cada País tem as forças políticas que merece".

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

DESORDEIROS, ARRUACEIROS, VÂNDALOS E CRIMINOSOS


Hoje pelas 21 horas, um gang de oito unidades passou pela rua onde moro e pôs tudo em pantanas. Tocaram as campaínhas, pontapearam e bateram com paus nos carros. Um dos carros ficou com o párabrisas da frente estilhaçado.

O meu carro escapou porque ao sentir os desacatos e gritos na rua, acorri ao local e pude ver aqueles indivíduos que se divertiam a fazer aquelas patifarias. Ao verem-me, gritaram uns para os outros e fugiram pela rua fora, continuando a tocar as campaínhas.

Até à bem pouco tempo, estes episódios de tocar as campaínhas, virar os caixotes do lixo, riscar os carros, etc., aconteciam ao fim de semana. Agora acontecem em qualquer dia da semana e não há quem ponha estes arruaceiros na ordem.

Hoje em dia, por covardia, as entidades policiais não divulgam a origem étnica destes gangs criminosos  porque provavelmente foram desaconselhadas a fazê-lo pelos governantes deste País.

Esses indivíduos criminosos agradecem a covardia dos governantes porque dessa forma, não só passam impunes os seus crimes como é salvaguardado o nome da etnia ou raça que os pratica.

Esta prática tem que ser revista. Os crimes têm que ser imputados às pessoas que os praticam, sejam elas de cor preta, branca, mestiça, amarela ou de etnia cigana ou qualquer outra. Os criminosos têm que ser identificados perante as populações pelos seus próprios nomes, sem hipocrisia ideológica, sem medo e sem covardia.

Essa gente anda a fazer mal a muita gente inocente que tem que arcar com os prejuízos dos seus actos de vandalismo. 

CGEGA.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

SÓ O CHEGA TEM CORAGEM PARA COMBATER O SISTEMA!


O Chega é um partido que combate o SISTEMA desde a sua fundação, a 9 de Abril de 2019. O seu principal objectivo é moralizar a vida pública portuguesa, acabar com a corrupção, o compadrio o neputismo e os favores mútuos entre os partidos do arco da governação, em vigor desde a alvorada do 25 de Abril de 1974, práticas que impediram que esses recursos fossem empregues no progresso e bem-estar dos portugueses.

Nesse sentido, o Chega é o único partido que faz guerra ao politicamente correcto e assume práticas, actos e atitudes que mais nenhuma força política tem coragem de assumir. Por isso mesmo, juntam-se todos em coro e combatem de forma fascisante e pidesca, à laia do antigo regime, as iniciativas, actos e atitudes dos representantes do partido de André Ventura, um político hábil e patriota, mas também um excelente tribuno que tem sabido enfrentar e responder aos seus adversários de forma brilhante.

Todos tratam o Chega como se de uma organização criminosa se tratasse e, no entanto, o partido respeita os valores e a democracia e tem como único desejo fazer de Portugal um País desenvolvido e próspero e contribuir decisivamente para a melhoria das condições de vida dos portugueses.

O partido Chega destoa dos demais. Mas é mesmo evidente que tem mesmo que destoar, pois se não destoasse, seria igual aos outros, sem qualquer capacidade para lutar contra o SISTEMA e mudar o que está mal em Portugal.

É claro que o Chega tem que ser ousado e diferente dos partidos do Bloco Central e daqueles que os apoiam, pois só sendo diferente conseguirá provar aos portugueses descontentes com o SISTEMA que é a única força política capaz de acabar com este regabofe governativo que leva meio século e conseguiu empurrar três milhões de portugueses para a pobreza e colocar Portugal na cauda da Europa. 

Compreendo que o Chega seja combatido tão ferozmente pelos opositores pois não é fácil assistir à sua ascensão meteórica até aos 50 deputados e uma implantação em todo o País que lhes faz muita inveja.

No entanto, sendo um partido ousado/corajoso mas que actua dentro dos parâmetros da democracia, devia ser tratado também dentro desses parâmetros pelas outras forças políticas. Porém, tem sido esse combate desproporcional que tem contribuído para o sucesso do partido Chega, porque os portugueses, ao contrário dos adversários políticos, não interpretam negativamente a sua actividade política, 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

NÃO HÁ LÍDERES LOCAIS NEM MUNDIAIS!!!

Portugal continua à deriva porque de facto não temos dirigentes à altura. Basta observarmos o desempenho do Presidente da República, Primeiro Ministro, Ministros e Secretários de Estado. São pessoas que não têm competência para desempenhar os altos cargos que ocupam e, por isso mesmo, não são capazes de fazer de Portugal uma Nação moderna e próspera, onde a pobreza não tenha lugar e onde os portugueses, no seu todo, possam ter uma vida melhor e mais digna.

O Mundo anda igualmente à deriva porque também não tem líderes à altura para corresponderem às exigências actuais da natureza. Ninguém é capaz de levar os gravíssimos problemas ambientais a sério. A poluição do planeta está a tornar-se insustentável e a Natureza tem dado esses sinais ao homem de uma forma absolutamente implacável.

Mas mesmo com esses fortes sinais, traduzidos em trágicos acontecimentos climatéricos, os fracos dirigentes actuais nada fazem. Preferem gastar biliões a reparar os estragos do que a usá-los em fortes medidas de prevenção. Se o fizessem, evitariam muitas tragédias e a infelicidade de tantos seres humanos.

Mas de facto não há dirigentes comparáveis a muitos dos que existiram no século passado, os quais foram capazes de fazer grandes coisas para os seus Países e para o Mundo, mesmo confrontados com duas guerras mundiais e todas as suas nefastas consequências. 

Se houvesse grandes líderes mundiais, hoje não seria possível assistirmos à enorme tragédia que a invasão da Rússia à Ucrânia causou e continua a causar e também não seria possível a existência do conflito no Médio Oriente que opõe Israel ao Hamas e ao Hezbollah, braços armados do Irão.

Os fracos líderes do Mundo inteiro, assistem a esta carnificina diária, a esta miséria humana, covardemente silenciosos, não mexendo uma palha para calar os beligerantes. De facto não há homens com H grande, com carácter, com ética e com moral, caso contrário não permitiriam esta crueldade diária e este atroz sofrimento aos povos daquelas regiões em guerra.

Como cidadão dotado de carácter e consciencia cívica, gostaria de ver todos esses líderes mundiais que nada fazem para acabar com as guerras e aqueles que as provocaram, no lugar daqueles que todos os dias sofrem as consequências da guerra e passam por dramas inenarráveis.