segunda-feira, 3 de agosto de 2026

É URGENTE TRAVAR A IMIGRAÇÃO CLANDESTINA

 

As autoridades portuguesas não fazem a mínima ideia de quantos imigrantes ilegais há em solo português. Os números oficiais falam em um milhão e meio mas este número, em meu entender, está muito distante da realidade. ´

Durante vários anos, nos governos de António Costa e do partido socialista, os imigrantes entraram em Portugal aos milhares, sem qualquer tipo de controle, dando origem a um período nebuloso, de expedientes ilícitos e criminosos no respeitante ao processo de legalização dos mesmos, como se veio posteriormente a descobrir.

Em resultado desse período nebuloso, a AIMA  colapsou, a segurança social colapsou e de uma forma geral, isso aconteceu em todas as instituições onde os imigrantes tinham que solicitar documentos.

Mas tudo isto aconteceu porque num curto espaço de tempo, entraram em Portugal mais de meio milhão de imigrantes, oriundos de todos os continentes. Portugal esteve de portas escancaradas e por elas entrou todo o tipo de pessoas, inclusivé muitos criminosos, alguns muito perigosos e até com mandado de captura internacional.

Actualmente, há imigrantes em Portugal, em todo o Portugal, mesmo nos locais mais recônditos, de norte a sul e de este a oeste e há outra coisa gravíssima, a construção de habitações clandestinas e ocupações selvagens, que deveriam mobilizar as autoridades para impedir tais práticas. 

Há milhares de imigrantes a viver em barracas que constroem da noite pró dia, em vários locais na área do concelho de Lisboa, mas o panorama, segundo nos contam, é igual nos outros concelhos do País. Essas barracas são quase sempre construídas em locais ermos, longe do olhar das autoridades e dos transeuntos.

Perguntamos: Como é possível construir bairros com 50, 100, 200, 300 casas, sem que a fiscalização actue e faça cumprir a lei? Sim, como é possível que se construam milhares de barracas? Onde está a fiscalização? Quem é responsável por esta tragédia?

As autoridades portuguesas não sabem quantos imigrantes há em Portugal mas de uma coisa eu tenho plena certeza, a verdade nua e crua, andará à volta de dois milhões de imigrantes, legais e ilegais! Ora, para um pequeno País com pouco mais de dez milhões de habitantes, 20% de imigrantes é demasiado!

domingo, 2 de agosto de 2026

ONGs - COMO SÃO ADMINISTRADAS AS DOAÇÕES?


Muitas pessoas dizem que não colaboram com as ONGs, (Organizações Não Governamentais) de carácter social, porque nas suas estruturas há responsáveis que auferem ordenados milionários e, dessa forma, a maior fatia das doações ou contribuições é consumida com esses encargos.

Sinceramente, penso que em parte, esse pensamento das pessoas estará correcto, atendendo a que essas organizações com ramificações em todo o mundo, exigem uma imensa estrutura em equipamentos e em matéria humana. Haverá concerteza voluntários que prescindem de qualquer tipo de remuneração porque têm posses e decidiram dedicar o seu tempo e as suas economias a ajudar os mais desfavorecidos. Porém, haverá muitos funcionários nessas organizações que não terão poder económico e que vivem exclusivamente das remunerações que recebem pelo trabalho missionário que realizam a ajudar quem precisa.

Na verdade, o ser humano não é perfeito e, infelizmente, por vezes pratica actos e acções que são absolutamente condenáveis e, neste caso das ONGs, apropriar-se de recursos que se destinam a minorar a fome e o sofrimento de milhões de seres humanos em todo o mundo, é de facto a demonstração do mais miserável e vergonhoso carácter humano.

Todas os maus exemplos existem e continuarão a existir até ao juízo final. Porém, não contribuir para minorar tanta carência e desumanidade no mundo, penso não ser a melhor atitude de uma pessoa de bem que se condoi com as notícias que todos os dias e a toda a hora nos informam do sofrimento e da doença e da fome de milhões de pessoas.

E não é uma boa atitude porquê? Todo o ser humano é dotado de inteligência para poder destrinçar o que é bom ou mau. Nesse sentido, cada um é responsável pelos actos e atitudes que pratica na sua vida. Na sequência deste raciocínio, cada um deve preocupar-se consigo próprio e fazer o que está certo, sem se preocupar com aquilo que os outros fazem porque, não tenham dúvidas, quem pratica as más acções é responsável por elas e a sua vida pessoal há-de ter o seu  reflexo.

Por isso, escudarmo-nos na desculpa de não contribuir porque achamos que a nossa contribuição não vai ser bem utilizada, é uma forma habilidosa de tentarmos desculpar-nos da nossa insensibilidade perante o sofrimento dos outros.

Não se desculpe, faça o que deve ser feito.