quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

MAIORIA DE DIREITA PARA QUÊ?



Durante praticamente meio século, as forças de esquerda somadas, mantiveram uma maioria sobre a direita, inviabilizando muitos dos seus projectos, os quais a ser aprovados, contribuiriam para um maior progresso e desenvolvimento de Portugal e, consequentemente, para uma maior prosperidade de todos os portugueses.

Finalmente, nas legislativas de 2025, a direita conseguiu, muito à custa do excelente resultado do partido Chega, recuperar a maioria mas, pelos vistos, incompreensivelmente, tal maioria não serve para nada porque PSD e IL, teimosamente, insistem em rejeitar o partido Chega e, dessa forma, desperdiçar a grande oportunidade de levar a cabo, finalmente, as reformas de que Portugal necessita e que o têm impedido de oferecer aos portugueses uma vida melhor.

Em 2015, foi essa hegemonia da esquerda que permitiu a usurpação do poder pela chamada "geringonça", capitaneada pelo espertalhão socialista António Costa e que levou o País  à completa degradação dos serviços públicos, à invasão em massa dos imigrantes, ao caos na áreas da habitação, da saúde, da justiça, da educação e ao aumento da corrupção e dos mais diversos esquemas fraudulentos para sacar dinheiro ao erário público.

Nesta segunda volta da eleição presidencial, a derrota do candidato André Ventura, será muito mais uma derrota para toda a direita portuguesa do que propriamente para o Presidente do Chega, na medida em que ele irá, com toda a certeza, alcançar uma percentagem de votos muito acima daquela que obteve na primeira volta e alargar, mais uma vez, a base do seu eleitorado.

Na perspectiva de o candidato socialista vir a vencer a segunda volta, os oportunistas que apoiaram Marques Mendes, Gouveia e Melo e Cotrim Figueiredo, logo se apressaram a declarar  o seu voto ao possível vencedor, demonstrando uma vez mais que o sistema continua a estar bem presente e a unir os seus protagonistas para o defender e evitar que o mesmo venha a ser posto em causa, caso contrário, teriam tomado uma atitude de maior recato, defendendo a possibilidade de a direita eleger um presidente da sua área política.

As oportunidades são para agarrar e aproveitar. Neste caso, a direita ao apoiar o candidato socialista, está a cometer um tremendo erro que vai pagar em próximas eleições. A direita está a fazer um enorme favor ao partido socialista que vai sair reforçado com a eleição do seu candidato.

Na verdade, a direita está a cavar a sua própria sepultura quando teve oportunidade de desferir um golpe fatal no partido da rosa, contribuindo para que o mesmo se torne cada vez mais irrelevante. Os erros pagam-se caros e a direita vai pagar um preço elevado pela sua traição.

sábado, 17 de janeiro de 2026

MENSAGEM DE ANDRÉ VENTURA AOS MILITANTES E SIMPATIZANTES DO CHEGA


André Ventura, quer queiramos, quer não, devido à sua coragem e resiliência, operou na política portuguesa uma transformação admirável, fugindo ao politicamente correcto e às falinhas mansas, encetando uma nova era de denúncia desassombrada dos principais problemas do País, algo nunca antes visto, por falta de independência dos protagonistas. André Ventura começou a fazer e a dizer aquilo que mais nenhum político ou governante teve coragem para dizer, embora tais coisas lhes passassem pelo pensamento; mas porque são cúmplices com os podres do SISTEMA implantado em Portugal após a revolução dos cravos, ficam moralmente impedidos de imitar André Ventura.

Na verdade, uma boa parte da população portuguesa tem estima por André Ventura, embora alguma ainda não lhe conceda o seu voto, porque concorda com quase tudo o que ele denuncia e propõe para salvar Portugal. Aqueles que o acusam de populista, xenófobo, racista, fascista e de tanta outra insultuosa adjectivação, demonstram a sua dificuldade em aceitar as regras da democracia e não são capazes de o combater e contradizer, com eloquência e argumentos válidos.

Essa forma violenta e desonesta com que os adversários o têm tratado, tem contribuído decisivamente para o crescimento meteórico do Chega.

Amanhã decorre a eleição para a presidencia da república. Vamos ver o que acontece.

A seguir publico a mensagem de André Ventura aos militantes e simpatizantes do Chega: 

Caras e caros Militantes e Simpatizantes,

Quero começar por vos agradecer, de forma clara e sentida, tudo aquilo que têm feito por esta candidatura. O vosso trabalho incansável, a vossa coragem, a presença constante nas ruas, o apoio firme nas redes sociais e a determinação nas conversas mais difíceis fizeram — e continuam a fazer — a diferença. Obrigado por nunca desistirem quando teria sido mais fácil calar, virar a cara ou ceder.

Esta candidatura presidencial é diferente de todas as outras. Não é comparável a uma eleição legislativa nem a um exercício partidário tradicional. É uma escolha clara de rumo para Portugal, de valores, de coragem e de verdade. É a oportunidade de pôr fim aos interesses instalados, aos jogos de bastidores e à impunidade que tem marcado o país ao longo de décadas. É a oportunidade de levar a Belém uma voz livre, firme e independente, que não se verga aos interesses instalados nem ao conforto do Sistema.

De uma coisa vos dou a minha palavra: esta candidatura representa aquilo que sempre defendemos — Portugal e os portugueses em primeiro lugar, respeito por quem trabalha, justiça sem privilégios, imigração controlada, combate firme à corrupção e uma democracia que não teme o povo. Enquanto outros oferecem consensos vazios e continuidades disfarçadas, eu apresento convicções claras, assumidas e sem ambiguidades.

Nada disto seria possível sem vocês. Sem cada Militante e Simpatizante que distribuiu um panfleto, organizou uma ação e me defendeu quando era mais difícil fazê-lo. Esta campanha é vossa. Esta luta é nossa.

Peço-vos agora o último esforço, talvez o mais decisivo: votem e mobilizem para o voto. Cada voto conta. Cada voz faz a diferença. Juntos, podemos mudar Portugal e provar que há alternativa, coragem e futuro.

Com confiança, gratidão e determinação,

André Ventura
Presidente do CHEGA

 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

PORTUGAL PRECISA DA VOZ DO INSIGNE GUERREIRO ANDRÉ VENTURA


Há homens que não se escondem na sombra, 

nem se curvam perante o poder.

André Ventura ergue a voz, frontal e firme,

o político mais brilhante e esclarecido no dizer.


Não traz rabos de palha, não teme o confronto,

diz o que outros calam por falta de coragem.

É verdadeiro no gesto, directo no olhar,

corajoso por não se deixar dobrar.


Mais patriota, mais inteiro,

ama Portugal sem condição.

Defende a cultura, os hábitos e costumes,

como quem defende a própria Nação.


É coragem em tempo de medo,

é clareza num mar de confusão.

Honorabilidade que não se compra,

nem se rende à pressão ou conveniência da ocasião.


Portugal precisa de um Presidente assim:

com patriotismo que não vacila,

com honra que não se negoceia,

com independência que ninguém aniquila.


Um Presidente que diga a verdade, 

mesmo quando ela custa a ouvir.

Portugal precisa da coragem,

e do heroismo de André Ventura para seguir.

(mcm)

sábado, 3 de janeiro de 2026

IMIGRAÇÃO OU INVASÃO?


Neste final de ano, com a celebração do Natal e da passagem de ano, assistimos em quase todos os países da Europa, a gigantescos distúrbios por parte das comunidades imigrantes, numa clara desobediência à cultura e à lei e à ordem desses países, incendiando automóveis, habitações e monumentos religiosos (Igrejas) de matriz cristã. 

Em todos esses países foram mobilizadas centenas de milhar de unidades das diversas forças de segurança e, em alguns casos, essas mesmas forças de segurança, foram atacadas com objectos, cocktails molotov e até com disparos de armas de fogo.

A Europa tem sido vítima da imigração islâmica, fanática e fundamentalista, ano após ano, com horrorosos atentados terroristas, em nome de Alá (Allah), os quais ceifaram a vida de milhares de vidas inocentes e causaram dor e sofrimento a muita gente, mas muito especialmente aos familiares e amigos.

Portugal cometeu o irresponsável crime das "portas escancaradas", na vigência da "GERINGONÇA", um governo socialista com a participação do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português. permitindo a entrada descontrolada de mais de um milhão de imigrantes, muitos deles cadastrados e procurados pela justiça nos seus países de origem.

O caos instalou-se em Portugal porque não havia estruturas para acolher condignamente tanto imigrante, desde logo por falta de habitação, emprego e cuidados de saúde. O SNS rebentou pelas costuras, milhares de imigrantes acomodaram-se em habitações precárias, muitas vezes amontoados às dezenas em espaços exíguos e muitos outros passaram a vaguear pela cidade, dormindo em habitações degradadas e abandonadas, vivendo de práticas ilícitas.

Portugal tem sido até agora demasiado tolerante com os imigrantes e estes têm aproveitado essa boa vontade e tolerância para impôr os seus hábitos e culturas, impedindo até que a cultura e os hábitos ancestrais do povo portugês sejam praticados. Há imensos relatos desses episódios, quando se trata de celebrar o Carnaval, a Páscoa, os Santos  Populares, o São Martinho, o Natal e o Fim-de-Ano.

Esta imigração islamita quer impôr a sua lei e ataca e ridiculariza os nossos hábitos e cultura, nada fazendo para se integrar. Tem havido casamentos com mulheres portuguesas, mas são estas que têm que se converter ao islão e nunca o contrário. Vivem em comunidades, onde praticam os seus hábitos e costumes, sejam eles religiosos, culinários ou outros.

Neste contexto, é legítimo interrogarmo-nos se de facto isto é uma imigração saudável, no sentido de uma integração forjada na vontade de ser português, capaz de favorecer e ajudar Portugal, cumprindo e respeitando escrupulosamente as suas leis, os hábitos e a cultura ou, se pelo contrário, este fluxo migratório não passa de uma INVASÃO, com o objectivo de impôr as suas, num País com quase 900 anos de história, cujos governantes actuais devem tomar todas as medidas preventivas, possíveis e imaginárias, para que tal desiderato jamais possa acontecer!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

A PALAVRA MAIS REPETIDA EM 2025 NÃO FOI "APAGÃO"!

 

Elegeram APAGÃO como palavra do ano,

como se a falta de luz explicasse o plano.

Depois veio IMIGRAÇÃO, sempre em tensão, 

e FLOTILHA a fechar a lista da eleiçao.



Mas não nos enganemos com ranking ou votação,

houve um nome a vencer por aclamação.

Sem dicionário, sem urna, sem troféu,

repetiu-se mais vezes do que o próprio céu.



Em debates, em gritos, em cada reacção,

em medo reciclado feito convicção.

Não foi palavra - foi obsessão:

o nome de André Ventura em permanente rotação.

 (mcm)


terça-feira, 23 de dezembro de 2025

O SISTEMA CONTRA UM HOMEM E UM PARTIDO!

O autor deste texto podia muito bem ser eu, porque na verdade, concordo com todas as palavras que o compõem e o alcance das mesmas. O texto reflecte com precisão aquilo que eu penso sobre o tema e, por isso mesmo, o seu autor merece os meus parabéns.

O objectivo é dar visibilidade a este extraordinário texto. No entanto, quero aproveitar a oportunidade, para divulgar mais uma miserável sacanisse que os jornalistas e comentadores do sistema fizeram a André Ventura, o político mais brilhante e esclarecido da actualidade: essa gentalha facciosa e fundamentalista, conseguiu colocá-lo em último lugar no ranking dos debates porque lhe atribuíram, debate após debate, notas inferiores ao seu adversário, com o claro intuito de o humilhar, de o ofender e de o destabilizar. Essa gente ainda não se convenceu que André Ventura não desiste, não se deixa ofender, não se deixa destabilizar e não se deixa humilhar. André Ventura, tem o SISTEMA todo contra ele mas tem o POVO do seu lado e, com o POVO do seu lado, André Ventura vai derrotar o SISTEMA.

 Um texto de DANIEL GRAZINA

"Há um momento na vida de um país em que o silêncio deixa de ser prudência e passa a ser cumplicidade.
Portugal chegou a esse momento.
Vivemos num país onde a lei parece ser elástica, estica para uns, aperta para outros. Onde quem denuncia o sistema é perseguido, mas quem vive dele é protegido. Onde se fala todos os dias do Chega, do André Ventura, mas raramente se fala dos verdadeiros responsáveis pela miséria moral e social em que o país caiu.
André Ventura não é perfeito. Nenhum ser humano é.
Mas há uma coisa que ele faz como poucos, aponta o dedo ao sistema corrupto que vive à custa do cidadão comum.
E isso mete medo.
Mete medo a quem vive de tachos.
Mete medo a quem passou décadas a rodar entre cargos públicos, empresas do Estado e favores políticos.
Mete medo a quem sempre governou sem prestar contas.
Não é por acaso que tentam constantemente abafar, silenciar, ridicularizar ou travar André Ventura e o Chega. Não é por acaso que um simples cartaz político causa mais escândalo do que crimes reais e decisões políticas que custaram milhares de milhões aos portugueses.
Quando um tribunal manda retirar cartazes porque “ofendem”, mas o país assiste em silêncio a escândalos gravíssimos que quase não passam nas televisões, algo está profundamente errado.
Fala-se muito de moral quando convém, mas há silêncios que gritam.
Falemos então de outros silêncios.
Caso Casa Pia, onde está a memória coletiva de um dos maiores escândalos de pedofilia da nossa história, ocorrido dentro de instituições do Estado, quando o Chega nem sequer existia?
A TAP, que enterrou milhares de milhões de euros dos contribuintes, com indemnizações obscenas, gestões ruinosas e decisões políticas nunca verdadeiramente explicadas, enquanto os portugueses apertavam o cinto. Quem pagou? O povo. Quem foi responsabilizado? Quase ninguém.
O BES, um dos maiores colapsos financeiros da nossa história, com prejuízos gigantescos para o Estado e para pequenos aforradores, e uma teia de cumplicidades políticas e institucionais que ainda hoje deixa mais perguntas do que respostas.
As rendas excessivas da energia, os casos envolvendo grandes grupos económicos, as portas giratórias entre governos e empresas, os amigos certos nos lugares certos, sempre longe das consequências que o cidadão comum enfrenta por muito menos.
Processos judiciais envolvendo antigos governantes, investigações que se arrastam durante anos, prescrições, recursos infinitos uma justiça lenta para os poderosos e implacável para quem não tem nome nem influência.
Recentemente, surgiram ainda notícias de figuras ligadas ao poder político acusadas de crimes gravíssimos, incluindo crimes sexuais contra menores. Casos noticiados, alguns com detenções preventivas, mas que rapidamente desapareceram da discussão pública.
Não há debates em horário nobre.
Não há indignação diária.
Não há campanhas de ódio constantes.
Porquê?
Porque não convém.
Porque não encaixa na narrativa.
Porque não envolve quem desafia o sistema.
O Chega incomoda porque diz aquilo que muitos pensam e poucos têm coragem de dizer:
Que há corrupção instalada.
Que há elites políticas completamente desligadas da realidade do povo.
Que há portugueses a trabalhar, a pagar impostos, a empobrecer, enquanto outros vivem confortavelmente à sombra do Estado.
E isso é intolerável para quem sempre viveu bem à custa de quem vive mal.
O cidadão comum aperta o cinto.
O político profissional troca de gabinete.
O povo faz sacrifícios.
O sistema protege-se a si próprio.
E quando surge alguém que ameaça acabar com este ciclo não com palavras suaves, mas com confronto direto tentam eliminá-lo do debate público, como se o problema fosse quem denuncia, e não aquilo que é denunciado.
Portugal não precisa de mais censura disfarçada de moral.
Precisa de verdade, memória e justiça igual para todos.
Se a lei é para ser respeitada, que seja por todos.
Se há crimes, que sejam julgados independentemente do partido, do cargo ou do nome.
E se há alguém que tem coragem de enfrentar este pântano político, então talvez o medo que têm dele diga mais do que mil discursos.
Não é o André Ventura e o Chega que ameaça Portugal.
É o sistema que tem medo de mudar".

sábado, 20 de dezembro de 2025

PRESIDENCIAIS: - QUEM TEM MAIS "RABOS DE PALHA"?

Quem ao longo da vida, alguma vez, "vendeu a alma ao diabo", jamais se poderá separar dele, por mais que venha a arrepender-se de ter feito tal pacto.

No mundo da política, constatamos que uma boa parte dos intervenientes não resistiu à tentação de ganhar dinheiro fácil, cometendo eles próprios ilícitos criminais ou aceitando pactuar com esquemas mafiosos e fraudulentos que lhes são propostos.

Nesta campanha eleitoral para a presidência da república, todos os candidatos falam em transparência, tentando passar para a opinião pública a ideia de que uns são mais transparentes que outros mas na verdade parece que todos têm "rabos de palha" e episódios nas suas vidas que ao ser descobertos e divulgados, lhes causam sérios constrangimentos e até, nalguns casos, os fazem corar de vergonha.

Nos debates televisivos entre os diferentes candidatos, temos assistido a ataques e acusações recíprocas, tentando cada um levar o adversário ao tapete, através de golpes acusatórios baixos e pouco dignificantes para os visados e para quem os profere.

Na verdade, dos 14 candidatos, apenas três, no máximo quatro, terão hipóteses de conquistar os votos necessários para passar à segunda volta, uma vez que, no actual cenário político, nenhum candidato parece ser elegível à primeira volta. Parece-nos que só André Ventura, Gouveia e Melo, Marques Mendes, António José Seguro e, eventualmente, Cotrim Figueiredo, poderão manter a esperança de alcançar o primeiro e o segundo lugar na eleição presidencial de 18 de Janeiro de 2026.

Os restantes candidatos, André Pestana, António Filipe, Catarina Martins, Humberto Correia, Joana Amaral Dias, Jorge Pinto, José Cardoso, Manuel João Vieira e Ricardo Sousa, não têm a mínima chance de obter um resultado honroso mas quiseram também contribbuir para o debate e defender as suas ideias políticas.

Gouveia e Melo teve a faca e o queijo na mão, chegando a ser considerado um vencedor antecipado, mas em meu ententer, ao cometer uma série de erros, sendo os mais penalisadores o facto de ter escolhido para seu mandatário nacional, o ex-presidente do PSD, Rui Rio e acomodar na sua comissão de honra, figuras públicas que já foram condenadas por crimes diversos.

Sendo Gouveia e Melo a única personalidade independente do sistema partidário, devia ter escolhido para seu mandatário um independente e, ao mesmo tempo, deveria evitar aparecer publicamente com apoiantes que tiveram problemas com a justiça. Este facto penalizou-o e está a provocar a sua queda para lugar não elegível.

Pessoalmente, gostaria que o Almirante passasse à segunda volta com André Ventura.