Neste final de ano, com a celebração do Natal e da passagem de ano, assistimos em quase todos os países da Europa, a gigantescos distúrbios por parte das comunidades imigrantes, numa clara desobediência à cultura e à lei e à ordem desses países, incendiando automóveis, habitações e monumentos religiosos (Igrejas) de matriz cristã.
Em todos esses países foram mobilizadas centenas de milhar de unidades das diversas forças de segurança e, em alguns casos, essas mesmas forças de segurança, foram atacadas com objectos, cocktails molotov e até com disparos de armas de fogo.
A Europa tem sido vítima da imigração islâmica, fanática e fundamentalista, ano após ano, com horrorosos atentados terroristas, em nome de Alá (Allah), os quais ceifaram a vida de milhares de vidas inocentes e causaram dor e sofrimento a muita gente, mas muito especialmente aos familiares e amigos.
Portugal cometeu o irresponsável crime das "portas escancaradas", na vigência da "GERINGONÇA", um governo socialista com a participação do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português. permitindo a entrada descontrolada de mais de um milhão de imigrantes, muitos deles cadastrados e procurados pela justiça nos seus países de origem.
O caos instalou-se em Portugal porque não havia estruturas para acolher condignamente tanto imigrante, desde logo por falta de habitação, emprego e cuidados de saúde. O SNS rebentou pelas costuras, milhares de imigrantes acomodaram-se em habitações precárias, muitas vezes amontoados às dezenas em espaços exíguos e muitos outros passaram a vaguear pela cidade, dormindo em habitações degradadas e abandonadas, vivendo de práticas ilícitas.
Portugal tem sido até agora demasiado tolerante com os imigrantes e estes têm aproveitado essa boa vontade e tolerância para impôr os seus hábitos e culturas, impedindo até que a cultura e os hábitos ancestrais do povo portugês sejam praticados. Há imensos relatos desses episódios, quando se trata de celebrar o Carnaval, a Páscoa, os Santos Populares, o São Martinho, o Natal e o Fim-de-Ano.
Esta imigração islamita quer impôr a sua lei e ataca e ridiculariza os nossos hábitos e cultura, nada fazendo para se integrar. Tem havido casamentos com mulheres portuguesas, mas são estas que têm que se converter ao islão e nunca o contrário. Vivem em comunidades, onde praticam os seus hábitos e costumes, sejam eles religiosos, culinários ou outros.
Neste contexto, é legítimo interrogarmo-nos se de facto isto é uma imigração saudável, no sentido de uma integração forjada na vontade de ser português, capaz de favorecer e ajudar Portugal, cumprindo e respeitando escrupulosamente as suas leis, os hábitos e a cultura ou, se pelo contrário, este fluxo migratório não passa de uma INVASÃO, com o objectivo de impôr as suas, num País com quase 900 anos de história, cujos governantes actuais devem tomar todas as medidas preventivas, possíveis e imaginárias, para que tal desiderato jamais possa acontecer!