sábado, 3 de janeiro de 2026

IMIGRAÇÃO OU INVASÃO?


Neste final de ano, com a celebração do Natal e da passagem de ano, assistimos em quase todos os países da Europa, a gigantescos distúrbios por parte das comunidades imigrantes, numa clara desobediência à cultura e à lei e à ordem desses países, incendiando automóveis, habitações e monumentos religiosos (Igrejas) de matriz cristã. 

Em todos esses países foram mobilizadas centenas de milhar de unidades das diversas forças de segurança e, em alguns casos, essas mesmas forças de segurança, foram atacadas com objectos, cocktails molotov e até com disparos de armas de fogo.

A Europa tem sido vítima da imigração islâmica, fanática e fundamentalista, ano após ano, com horrorosos atentados terroristas, em nome de Alá (Allah), os quais ceifaram a vida de milhares de vidas inocentes e causaram dor e sofrimento a muita gente, mas muito especialmente aos familiares e amigos.

Portugal cometeu o irresponsável crime das "portas escancaradas", na vigência da "GERINGONÇA", um governo socialista com a participação do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português. permitindo a entrada descontrolada de mais de um milhão de imigrantes, muitos deles cadastrados e procurados pela justiça nos seus países de origem.

O caos instalou-se em Portugal porque não havia estruturas para acolher condignamente tanto imigrante, desde logo por falta de habitação, emprego e cuidados de saúde. O SNS rebentou pelas costuras, milhares de imigrantes acomodaram-se em habitações precárias, muitas vezes amontoados às dezenas em espaços exíguos e muitos outros passaram a vaguear pela cidade, dormindo em habitações degradadas e abandonadas, vivendo de práticas ilícitas.

Portugal tem sido até agora demasiado tolerante com os imigrantes e estes têm aproveitado essa boa vontade e tolerância para impôr os seus hábitos e culturas, impedindo até que a cultura e os hábitos ancestrais do povo portugês sejam praticados. Há imensos relatos desses episódios, quando se trata de celebrar o Carnaval, a Páscoa, os Santos  Populares, o São Martinho, o Natal e o Fim-de-Ano.

Esta imigração islamita quer impôr a sua lei e ataca e ridiculariza os nossos hábitos e cultura, nada fazendo para se integrar. Tem havido casamentos com mulheres portuguesas, mas são estas que têm que se converter ao islão e nunca o contrário. Vivem em comunidades, onde praticam os seus hábitos e costumes, sejam eles religiosos, culinários ou outros.

Neste contexto, é legítimo interrogarmo-nos se de facto isto é uma imigração saudável, no sentido de uma integração forjada na vontade de ser português, capaz de favorecer e ajudar Portugal, cumprindo e respeitando escrupulosamente as suas leis, os hábitos e a cultura ou, se pelo contrário, este fluxo migratório não passa de uma INVASÃO, com o objectivo de impôr as suas, num País com quase 900 anos de história, cujos governantes actuais devem tomar todas as medidas preventivas, possíveis e imaginárias, para que tal desiderato jamais possa acontecer!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

A PALAVRA MAIS REPETIDA EM 2025 NÃO FOI "APAGÃO"!

 

Elegeram APAGÃO como palavra do ano,

como se a falta de luz explicasse o plano.

Depois veio IMIGRAÇÃO, sempre em tensão, 

e FLOTILHA a fechar a lista da eleiçao.



Mas não nos enganemos com ranking ou votação,

houve um nome a vencer por aclamação.

Sem dicionário, sem urna, sem troféu,

repetiu-se mais vezes do que o próprio céu.



Em debates, em gritos, em cada reacção,

em medo reciclado feito convicção.

Não foi palavra - foi obsessão:

o nome de André Ventura em permanente rotação.

 (mcm)


terça-feira, 23 de dezembro de 2025

O SISTEMA CONTRA UM HOMEM E UM PARTIDO!

O autor deste texto podia muito bem ser eu, porque na verdade, concordo com todas as palavras que o compõem e o alcance das mesmas. O texto reflecte com precisão aquilo que eu penso sobre o tema e, por isso mesmo, o seu autor merece os meus parabéns.

O objectivo é dar visibilidade a este extraordinário texto. No entanto, quero aproveitar a oportunidade, para divulgar mais uma miserável sacanisse que os jornalistas e comentadores do sistema fizeram a André Ventura, o político mais brilhante e esclarecido da actualidade: essa gentalha facciosa e fundamentalista, conseguiu colocá-lo em último lugar no ranking dos debates porque lhe atribuíram, debate após debate, notas inferiores ao seu adversário, com o claro intuito de o humilhar, de o ofender e de o destabilizar. Essa gente ainda não se convenceu que André Ventura não desiste, não se deixa ofender, não se deixa destabilizar e não se deixa humilhar. André Ventura, tem o SISTEMA todo contra ele mas tem o POVO do seu lado e, com o POVO do seu lado, André Ventura vai derrotar o SISTEMA.

 Um texto de DANIEL GRAZINA

"Há um momento na vida de um país em que o silêncio deixa de ser prudência e passa a ser cumplicidade.
Portugal chegou a esse momento.
Vivemos num país onde a lei parece ser elástica, estica para uns, aperta para outros. Onde quem denuncia o sistema é perseguido, mas quem vive dele é protegido. Onde se fala todos os dias do Chega, do André Ventura, mas raramente se fala dos verdadeiros responsáveis pela miséria moral e social em que o país caiu.
André Ventura não é perfeito. Nenhum ser humano é.
Mas há uma coisa que ele faz como poucos, aponta o dedo ao sistema corrupto que vive à custa do cidadão comum.
E isso mete medo.
Mete medo a quem vive de tachos.
Mete medo a quem passou décadas a rodar entre cargos públicos, empresas do Estado e favores políticos.
Mete medo a quem sempre governou sem prestar contas.
Não é por acaso que tentam constantemente abafar, silenciar, ridicularizar ou travar André Ventura e o Chega. Não é por acaso que um simples cartaz político causa mais escândalo do que crimes reais e decisões políticas que custaram milhares de milhões aos portugueses.
Quando um tribunal manda retirar cartazes porque “ofendem”, mas o país assiste em silêncio a escândalos gravíssimos que quase não passam nas televisões, algo está profundamente errado.
Fala-se muito de moral quando convém, mas há silêncios que gritam.
Falemos então de outros silêncios.
Caso Casa Pia, onde está a memória coletiva de um dos maiores escândalos de pedofilia da nossa história, ocorrido dentro de instituições do Estado, quando o Chega nem sequer existia?
A TAP, que enterrou milhares de milhões de euros dos contribuintes, com indemnizações obscenas, gestões ruinosas e decisões políticas nunca verdadeiramente explicadas, enquanto os portugueses apertavam o cinto. Quem pagou? O povo. Quem foi responsabilizado? Quase ninguém.
O BES, um dos maiores colapsos financeiros da nossa história, com prejuízos gigantescos para o Estado e para pequenos aforradores, e uma teia de cumplicidades políticas e institucionais que ainda hoje deixa mais perguntas do que respostas.
As rendas excessivas da energia, os casos envolvendo grandes grupos económicos, as portas giratórias entre governos e empresas, os amigos certos nos lugares certos, sempre longe das consequências que o cidadão comum enfrenta por muito menos.
Processos judiciais envolvendo antigos governantes, investigações que se arrastam durante anos, prescrições, recursos infinitos uma justiça lenta para os poderosos e implacável para quem não tem nome nem influência.
Recentemente, surgiram ainda notícias de figuras ligadas ao poder político acusadas de crimes gravíssimos, incluindo crimes sexuais contra menores. Casos noticiados, alguns com detenções preventivas, mas que rapidamente desapareceram da discussão pública.
Não há debates em horário nobre.
Não há indignação diária.
Não há campanhas de ódio constantes.
Porquê?
Porque não convém.
Porque não encaixa na narrativa.
Porque não envolve quem desafia o sistema.
O Chega incomoda porque diz aquilo que muitos pensam e poucos têm coragem de dizer:
Que há corrupção instalada.
Que há elites políticas completamente desligadas da realidade do povo.
Que há portugueses a trabalhar, a pagar impostos, a empobrecer, enquanto outros vivem confortavelmente à sombra do Estado.
E isso é intolerável para quem sempre viveu bem à custa de quem vive mal.
O cidadão comum aperta o cinto.
O político profissional troca de gabinete.
O povo faz sacrifícios.
O sistema protege-se a si próprio.
E quando surge alguém que ameaça acabar com este ciclo não com palavras suaves, mas com confronto direto tentam eliminá-lo do debate público, como se o problema fosse quem denuncia, e não aquilo que é denunciado.
Portugal não precisa de mais censura disfarçada de moral.
Precisa de verdade, memória e justiça igual para todos.
Se a lei é para ser respeitada, que seja por todos.
Se há crimes, que sejam julgados independentemente do partido, do cargo ou do nome.
E se há alguém que tem coragem de enfrentar este pântano político, então talvez o medo que têm dele diga mais do que mil discursos.
Não é o André Ventura e o Chega que ameaça Portugal.
É o sistema que tem medo de mudar".

sábado, 20 de dezembro de 2025

PRESIDENCIAIS: - QUEM TEM MAIS "RABOS DE PALHA"?

Quem ao longo da vida, alguma vez, "vendeu a alma ao diabo", jamais se poderá separar dele, por mais que venha a arrepender-se de ter feito tal pacto.

No mundo da política, constatamos que uma boa parte dos intervenientes não resistiu à tentação de ganhar dinheiro fácil, cometendo eles próprios ilícitos criminais ou aceitando pactuar com esquemas mafiosos e fraudulentos que lhes são propostos.

Nesta campanha eleitoral para a presidência da república, todos os candidatos falam em transparência, tentando passar para a opinião pública a ideia de que uns são mais transparentes que outros mas na verdade parece que todos têm "rabos de palha" e episódios nas suas vidas que ao ser descobertos e divulgados, lhes causam sérios constrangimentos e até, nalguns casos, os fazem corar de vergonha.

Nos debates televisivos entre os diferentes candidatos, temos assistido a ataques e acusações recíprocas, tentando cada um levar o adversário ao tapete, através de golpes acusatórios baixos e pouco dignificantes para os visados e para quem os profere.

Na verdade, dos 14 candidatos, apenas três, no máximo quatro, terão hipóteses de conquistar os votos necessários para passar à segunda volta, uma vez que, no actual cenário político, nenhum candidato parece ser elegível à primeira volta. Parece-nos que só André Ventura, Gouveia e Melo, Marques Mendes, António José Seguro e, eventualmente, Cotrim Figueiredo, poderão manter a esperança de alcançar o primeiro e o segundo lugar na eleição presidencial de 18 de Janeiro de 2026.

Os restantes candidatos, André Pestana, António Filipe, Catarina Martins, Humberto Correia, Joana Amaral Dias, Jorge Pinto, José Cardoso, Manuel João Vieira e Ricardo Sousa, não têm a mínima chance de obter um resultado honroso mas quiseram também contribbuir para o debate e defender as suas ideias políticas.

Gouveia e Melo teve a faca e o queijo na mão, chegando a ser considerado um vencedor antecipado, mas em meu ententer, ao cometer uma série de erros, sendo os mais penalisadores o facto de ter escolhido para seu mandatário nacional, o ex-presidente do PSD, Rui Rio e acomodar na sua comissão de honra, figuras públicas que já foram condenadas por crimes diversos.

Sendo Gouveia e Melo a única personalidade independente do sistema partidário, devia ter escolhido para seu mandatário um independente e, ao mesmo tempo, deveria evitar aparecer publicamente com apoiantes que tiveram problemas com a justiça. Este facto penalizou-o e está a provocar a sua queda para lugar não elegível.

Pessoalmente, gostaria que o Almirante passasse à segunda volta com André Ventura.

 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

COMUNICAR TELEFONICAMENTE COM AS ENTIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS TORNOU-SE UM VERDADEIRO PESADELO!!!

Neste pequeno País é tudo muito complicado quando se quer resolver qualquer problema com aquelas Entidades Públicas ou Privadas, de cujos serviços estamos dependentes, como por exemplo, o SNS 24, INEM, GALP, EDP, NOS e tantos outros serviços, regra geral, ficamos agarrados ao telefone por tempo indeterminado, por vezes mais de 30/40 minutos, ouvindo repetidamente aquela irritante gravação: "Lamento mas ainda não foi possível atender a sua chamada. Para ser contactado por nós, marque 1 e deixe-nos o seu telefone. Caso pretenda aguardar, mantenha-se em linha, obrigado.

Há dias, quis marcar uma consulta urgente para a minha esposa que se encontrava com uma forte gripe, sem fala e com febre. Depois de ouvir repetidamente aquela lenga/lenga durante 34 minutos lá fui finalmente atendido e lá consegui marcar uma consulta para o dia seguinte às 10,30 horas.

Mas esta situação é arreliadoramente repetitiva quando queremos resolver os nossos problemas com outras entidades. Hoje, quis um esclarecimento da GALP acerca de uma factura de montante elevado e, mais uma vez, estive 42 minutos à espera de ser atendido. É claro que estas situações são desconfortantes, setressantes e enervantes e ainda mais, quando os assuntos são uma consequência de erros administrativos das próprias entidades, como foi o caso, uma vez que a GALP não emitiu as facturas referentes aos meses de Outubro e Novembro, nem sequer me comunicou que estaria com dificuldade em regularizar a situação por causa das alterações que estão a ser levadas a cabo na GALP.

O problema neste País é que essas Entidades podem agir a seu bel prazer e maltratar os cidadãos que nada lhes acontece e fazer reclamações às entidades competentes sobre estes comportamentos também não adianta porque não têm qualquer consequência.

Definitivamente, Portugal não anda para a frente, precisamente porque as coisas permanecem iguais durante anos, sem que nada evolua. 

Paciencia tem limites!...

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

DESDE SEMPRE ANTI-GREVE - AS DISCORDÂNCIAS RESOLVEM-SE COM DIÁLOGO!

Mais uma greve nacional com prévio acordo entre as duas principais centrais sindicais (CGTP/UGT). O motivo é o descontentamento quanto ao pacote laboral que o governo apresentou. Não vou aqui discutir a qualidade do mesmo e as eventuais razões dos grevistas. Vou, isso sim, explicar porque fui sempre contra as greves e porque continuo a pensar que elas são prejudiciais para o patronato, para os trabalhadores e para o País. 

Nesta grave, por exemlo, foi avançado um prejuízo de 700/800 milhões de euros, uma verba significativa que bem poderia ser evitada, com diálogo e bom senso entre governo, patronato e sindicatos. Uma pena que 700 milhões sejam assim desperdiçados num País onde tanta gente vive no limiar da pobreza.

Mas eu sou antigrevista porque não concordo que a "coisa pública" que é de todos, seja utilizada por uns quantos em benefício próprio. Falo dos transportes marítimos, aéreos e terrestres, falo das estruturas da saúde, falo das estruturas do ensino e dos serviços públicos em geral, que como é sabido, acabam por prejudicar centenas de milhar de pessoas que nada têm a ver com a greve mas que foram impedidas de ir trabalhar por falta de transporte, outras ficaram sem aulas, outras sem consultas e tantas outras que não foram capazes de fazer aquilo que tinham programado por causa da greve.

Sou antigreve porque  os sindicalistas, são pessoas que faltam ao trabalho muitos dias ao longo do ano, a pretexto de reuniões, plenários e outras actividades sindicais. Eu sei do que falo porque tive colegas sindicalistas com quem trabalhei e, muitas vezes, eu e outros colegas, tivemos que fazer o trabalho que lhes estava distribuído; porém, no final do mês, recebiam a mesma remuneração.

Tamém sou antigreve por causa de um outro aspecto que se verifica em muitas das greves que são levadas a cabo: a sua motivação ideológica ou seja, as forças políticas da oposição que não comungam da mesma linha ideológica do governo tentam, através das greves, criar obstáculos para impedir a implementação do programa de governo e, no fundo, descredibilizar a sua actuação.

Mas as greves também são injustas se pensarmos que uma grande percentagem de trabalhadores por conta própria, detentores de pequenas e médias empresas, todo o universo de empregados domésticos e outros, não têm poder reivindicativo e até são vítimas de cada vez que são realizadas greves.

E, finalmente, para mim, o facto de não haver consensos e entendimentos para evitar as greves, significa falta de inteligência, capacidade e engenho e arte por parte dos negociadores, algo que não prestigia os intervenientes. 

O Homem é o único ser vivo a quem o Criador concedeu o supremo privilégio de poder comunicar através da fala. Quando os homens não conseguem entender-se através dela, então o homem não aproveita e até despreza essa importante característica que o distingue de todos os outros animais.

domingo, 14 de dezembro de 2025

MENSAGEM DE NATAL


Nesta quadra natalícia, quero desejar a todos quantos visitam o meu Blog, um Santo Natal, repleto de saúde, paz e serenidade e que lhes proporcione momentos de verdadeira alegria e felicidade junto das suas famílias.

Lembrar que vivemos tempos especialmente difíceis, marcados por conflitos, injustiças, fome e sofrimento em tantas partes do mundo. A violência e a instabilidade que nos chegam diariamente, lembram-nos da fragilidade humana, mas também da necessidade inadiável de renovarmos a esperança; mas o Natal lembra-nos também uma verdade essencial: a esperança nunca pode faltar mesmo quando tudo parece irremediavelmente perdido.

Num mundo tão carente de fraternidade e amor, devemos caminhar firmes no propósito e no compromisso de promover a fraternidade, a união, a solidariedade e a amizade entre todos. Estes valores, mesmo sendo tão simples simples, encerram em si, um impacto profundo e real. E é isso, essencialmente, o que queremos renovar com todos vós, nesta quadra natalícia, para cimentar cada vez mais a amizade entre todos.

Como católicos, celebramos nesta época o nascimento de Jesus, símbolo maior de AMOR, MISERICÓRDIA e ESPERANÇA; celebramos o Criador, que trouxe ao mundo a luz que vence a escuridão.

Que o seu exemplo inspire cada um de nós a sermos portadores de bondade, compreensão e proximidade junto de quem precisa; que essa luz ilumine os nossos caminhos e nos inspire a sermos instrumentos do bem e da esperança.

Que este Natal e o Novo Ano que se avizinha traga renovação, coragem e a certeza de que, com união, conseguiremos sempre ultrapassar as dificuldades

Um Santo Natal e um Ano Novo cheio de Bênçãos para todos.

Com elevada estima

Um forte abraço para todos.