Elegeram APAGÃO como palavra do ano,
como se a falta de luz explicasse o plano.
Depois veio IMIGRAÇÃO, sempre em tensão,
e FLOTILHA a fechar a lista da eleiçao.
Mas não nos enganemos com ranking ou votação,
houve um nome a vencer por aclamação.
Sem dicionário, sem urna, sem troféu,
repetiu-se mais vezes do que o próprio céu.
Em debates, em gritos, em cada reacção,
em medo reciclado feito convicção.
Não foi palavra - foi obsessão:
o nome de André Ventura em permanente rotação.
(mcm)
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