domingo, 30 de novembro de 2025

PORTO/ESTORIL - A SORTE AJUDOU O PORTO A CONQUISTAR OS 3 PONTOS!

O Campeonato Português de Futebol, está cada vez mais competitivo. Muito embora os três grandes continuem a alardear alguma superioridade em termos de vitórias, a verdade é que essas vitórias já não são tão fáceis como eram e os resultados já são muito mais equilibrados. Actualmente, já não há jogos fáceis para os três grandes porque as equipas consideradas mais fracas já apresentam um bom nível de futebol jogado, técnico, físico e táctico.

A provar essa maior competividade, vimos esta noite, no Dragão, um Estoril aguerrido, competente e a jogar de igual para igual que vendeu cara a derrota. Fez uma grande primeira parte em que foi melhor do que o seu adversário. Teve pelo menos quatro grandes oportunidades para igualar o marcador mas não marcou e no final da primeira parte não merecia estar a perder.

O Porto na segunda parte veio com outra dinâmica e criou algum ascendente. Porém, o Estoril continuou a lutar com grande garra e acabou por equilibrar a partida, criando até grandes dificuldades aos azuis e brancos junto da sua grande área, onde teve mais duas ou três oportunidades para fazer golo e empatar a partida.

Na primeira parte, o Porto teve muitas dificuldades, ao ponto de o guarda redes Diogo Costa ter simulado uma lesão para interromper o jogo com o objectivo de dar oportunidade ao treinador para chamar os jogadores e fazer algumas correcções. Houve ainda outra interrupção quando as claques portistas, manifestando o seu descontentamento com o fraco jogo portista, atiraram bombas de fumo para o relvado, junto à grande área portista, obrigando à interrupção do jogo até o fumo se dissipar.

Esta noite o Porto teve muita sorte na conquista dos três pontos porque o Estoril fez o suficiente para sair do Dragão com outro resultado. 

sábado, 29 de novembro de 2025

CRAVOS NA COMEMORAÇÃO DO 25 DE NOVEMBRO - AFINAL, QUEM PROVOCOU QUEM?

 

A Comissão criada pelo governo para organizar as comemorações do quinquagésimo aniversário do 25 de Novembro deliberou, entre muitas outras coisas, que a ornamentação da Assembleia da República seria feita com ROSAS BRANCAS, precisamente para dstinguir esta efeméride do 25 de Abril de 1974, cujas celebrações têm como referência e flor preferida o CRAVO VERMELHO.

Portanto, havendo uma deliberação da comissão organizadora dos 50 anos do 25 de Novembro, no sentido de ornamentar a Assembleia da República com ROSAS BRANCAS, quem provocou quem? A resposta é muito simples e óbvia: a provocação foi feita pelas forças de esquerda e extrema esquerda que decidiram ignorar o que foi previamente acordado e levaram para a sessão solene do 25 de Novembro, CRAVOS VERMELHOS, a flor adoptada pelo 25 de Abril. Neste caso, foram as forças de esquerda e extrema esquerda as provocadoras, desobedecendo e fazendo o contrário do que havia sido oficialmente deliberado e, com isso, quiseram também apoucar e desvalorizar o 25 de Novembro e não o contrário, como quiseram passar para a opinião pública.

Perante esta falta de respeito, havia que pôr ordem na casa, desde que houvesse alguém capaz de dar um pontapé no politicamente correcto e remover os cravos misturados nas rosas do púlpito, explicando aos presentes que a comissão organizadora do 25 de Novembro deliberou que eram ROSAS BRANCAS e não cravos vermelhos a ornamentar a AR e que por isso retirava os cravos.

E quem é que pôs ordem na casa e na descarada provocação da esquerda e da extrema esquerda? Foi precisamente André Ventura, o único político português com coragem e capacidade para denunciar as barbaridades dos apaniguados do SISTEMA .

Portugal precisa urgentemente de homens que sejam capazes de pôr o País na ordem e André Ventura tem demonstrado, vezes sem conta, que pode realizar essa difícil missão. 

Os apaniguados do Sistema andam apavorados e tentam por todos os meios, ínvios e ilícitos, travar a ascensão de André Ventura e do seu partido. No entanto, quem mais ordena é o povo e o povo tem dado provas de estar cada vez mais com André Ventura.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

O MELHOR SERIA ANDRÉ VENTURA E GOUVEIA E MELO NA SEGUNDA VOLTA

Não obstante reconhecer que o Almirante Gouveia e Melo na sua caminhada como candidato à Presidência da República deu alguns tiros nos pés, continuo a nutrir por ele algum respeito e consideração e, nesse sentido, gostaria que fosse à segunda volta com André Ventura.

Esta minha posição tem a ver com o facto de querer que André Ventura vença a primeira volta, algo que me parece ser possível. No entanto, tenho a certeza que qualquer um dos outros candidatos que acompanhe o líder do Chega à segunda volta terá a eleição garantida porque, à excepção dos eleitores do Chega, todos os outros votarão contra André Ventura.

É neste cenário que gostaria que o Almirante Gouveia e Melo passasse à segunda volta com André Ventura, porque para mim, não sendo eleito o líder do Chega, ficaria satisfeito com a eleição do Almirante, na medida em que me parece um homem de carácter,  íntegro, competente, independente e sem rabos de palha e esse é o tipo de presidente da república que Portugal necessita. Não sendo possível a eleição de André Ventura que seja Gouveia e Melo.

Mas como atrás referi, Gouveia e Melo cometeu alguns erros crassos, desde logo a escolha do seu mandatário. Sendo uma personagem independente, fora dos partidos, escolher Rui Rio para seu mandatário foi muito mau, uma péssima escolha, não havia necessidade. Depois, aceitar na Comissão de Honra, pessoas como Isaltino Morais, também não foi bom e retirou credibilidade à sua campanha.

Por outro lado, Gouveia e Melo também devia ter gerido de forma mais inteligente e cordata a sua relação com o Chega. Ao traçar linhas vermelhas, imitando as forças da esquerda e da extrema esquerda, criou alguns anticorpos relativamente aos eleitores do Chega e isso só o prejudica.

Não falo em Cotrim de Figueiredo porque me parece não ter possibilidades de alcançar um resultado que lhe permita seguir para a segunda volta, porque se fosse possível, preferia Cotrim em vez de Gouveia e Melo. Dos restantes candidatos, uns do Sistema e outros da extrema esquerda, não gostaria de ver nenhum na presidência da república. Já tivemos exemlos suficientes: Mário Soares, Cavaco, Sampaio e finalmente Marcelo Rebelo de Sousa, uma desilusão completa. De todos os presidentes, salvou a honra da presidência o General Ramalho Eanes, um homem íntegro e com carácter, que nos deixou fortes exemplos de altruismo e honradez.

Sinceramente, nesta eleição só votarei em André Ventura que é um homem que luta contra o Sistema e tem dado múltiplos exemplos sobre esse seu desígnio e no caso de Ventura falhar a passagem à segunda volta, então votaria no Almirante Gouveia e Melo que também me parece um homem fora do Sistema e que é capaz de ajudar a disciplinar este País. 

O pior que pode acontecer nesta eleição, é Marques Mendes ou António José Seguro passarem à segunda volta porque se isso acontecer qualquer um deles ganha contra André Ventura. São pessoas do Sistema, do politicamente correcto, dos partidos e dos intresses instalados. Portugal precisa de um presidente que rompa com o Sistema e ajude a combater o compadrio, o amiguismo, o nepotismo e todo o tipo de corrupção.

Oxalá issso aconteça.

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

O 25 DE NOVEMBRO DE 1975 REPÔS A LIBERDADE E A DEMOCRACIA

  

O 25 de Novembro de 1975 pôs fim ao PREC (Período Revolucionário Em Curso), um período de tempo em que o Partido Comunista Português pôs Portugal a ferro e fogo, com o poder popular a ocupar pela força habitações, empresas e propriedades, agredindo, prendendo ou matando todos quantos se opunham àquela onda de assaltos e ocupações selvagens.

O 25 de Novembro de 1975 assinala o fim do PREC, já que as forças patrióticas e democráticas  comandadas pelo General Ramalho Eanes, derrotaram a intentona militar levada a cabo por sectores das Forças Armadas, nomeadamente unidades alinhadas com a esquerda radical. 

Nesta vitória, os Comandos da Amadora dirigidos pelo Major General Jaime Neves, tiveram um papel muito relevante e decisivo na derrota das forças golpistas.

Na verdade, se não fosse a vitória das forças democráticas no 25 de Novembro de 1975, o 25 de Abril de 1974, não teria valido a pena, visto que Portugal correu o risco de cair numa ditadura comunista, depois de ter vencido 40 anos de ditadura fascista. 

Portugal viveu entre 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975 uma verdadeira anarquia provocada pelas forças da extrema esquerda que não olhavam a meios para alcançar os seus fins. Não havia respeito pelas leis nem pela propriedade privada e o Partido Comunista avançava prepotente e provocador, convencido de que já tinha o poder nas mãos. Felizmente, o 25 de Novembro travou essa onda comunista e restabeleceu o regime democrático conquistado na noite de 24 para 25 de Abril de 1974.

Hoje, passados cinquenta anos sobre a data do 25 de Novembro, as forças que então foram derrotadas, continuam com a espinha atravessada na garganta e a opor-se à sua comemoração. 

Não admira esta sua postura, uma vez que os seus modelos de regime são a Rússia, a China, a Venezuela, a Coreia do Norte e outros países onde vigoram regimes autocráticos de ideologia comunista.


domingo, 23 de novembro de 2025

A REALIDADE DESMENTE E ENVERGONHA AQUELES QUE CONVENIENTEMENTE A IGNORAM!!!


SABOTAR OU SILENCIAR O PENSAMENTO PARA DIZER AQUILO QUE CONVÉM E NÃO AQUILO QUE REPRODUZ  A REALIDADE, TRANSFORMA POLÍTICOS E GOVERNANTES EM SERES ABJECTOS E COVARDES. (mcm)

André Ventura, descontente com a política do partido a que pertencia e ao rumo catastrófico que o País estava a seguir, viu-se na necessidade de fundar um novo partido anti-Sistema e, desde então, iniciou uma intensa e heroica cruzada contra esse Sistema, denunciando, sem papas na língua, todos os podres do regime, chamando aos bois pelos próprios nomes, de forma desassombrada, clara e simples e dando sugestões  para alterar e salvar o País desse SISTEMA bafiento e corrupto que se instalou em Portugal na vigência do regime democrático, da responsabilidade dos dois partidos do governo, o partido  socialista e o partido social democrata.

Andre Ventura, usando de forma patriótica e corajosa, numa dimensão nunca antes vista, os termos e a adjectivação própria para definir as maleitas do Sistema, tem levado essa cruzada iniciada após a fundação do partido, até ao limite do possível e do imaginário, nunca deixando de dizer aquilo que muitos pensam mas que não têm coragem de dizer, no que diz respeito à corrupção, à segurança, à imigração, aos impostos, à justiça, à educação, à saúde, aos baixos salários e às pensões de miséria e a tantas outras más práticas que o regime democrático criou para favorecimento dos beneficiários do SISTEMA.

André Ventura tem travado uma luta titânica com os seus opositores que não aceitam as suas denuncias e que em resposta o ofendem e apelidam de xenófobo, racista, fascista e até o acusam de propagar o ódio. Porém, é a realidade que se vive diariamente em Portugal a dar razão à sua argumentação de frma absolutamente contundente, deixando desarmados, vencidos e cabisbaixos os seus adversários, aqueles que embora vendo e sentindo a realidade, preferem opinar o seu contrário para não atribuir mérito e razão a André Ventura.

O líder do Chega trouxe uma nova forma de fazer política, fundamentada na verdade e na realidade do País, algo de que os portugueses gostam e admiram. E a prova mais evidente dessa admiração, é que o partido de André Ventura teve um crescimento meteórico, passando de um para 60 deputados e de 67.681 votos para 1.437.881.

Este crescimento meteórico, sem precedentes na vigência do regime democrático, demonstra que os portugueses vêem em André Ventura e no seu partido a grande oportunidade de salvar o regime, aniquilar o SISTEMA vigente e fazer de Portugal um País mais equitativo e mais justo, capaz de proporcionar aos portugueses melhores condições de vida.

André Ventura tem dominado a política, sempre muito à frente de todos os outros. Ele tem trazido para o debate público os grandes temas da actualidade mas os adversários em vez de lhe reconhecerem talento e mérito, preferem apelidá-lo de populista, xenófobo e racista. É pura hipocrisia, é sabotar o seu próprio pensamento, é trair a realidade e é tentar apoucar e descredibilizar o brilhante e intrépido líder do Chega.

Mas como em tudo na vida, a verdade vem sempre ao de cima e, neste caso, essa verdade é consubstanciada pelos portugueses que lhe têm dado um apoio extraordinário, fazendo do Chega a segunda força política e de André Ventura o líder da oposição. Afinal, o que os adversários pensam e dizem de André Ventura não é levado em conta pelos portugueses e até tem servido para os incentivar a dar-lhe cada vez mais apoio porque reconhecem quão injusto, deselegante e maldoso tem sido o comportamento dos seus adversários.

A hipocrisia e o sinismo são o cancro mais nefasto da política portuguesa e é por isso mesmo que o povo deixou de acreditar nos políticos como o provam a abstenção altíssima nas eleições e a forte penalização de alguns partidos que foram quase extintos.

O Chega tem que alcançar a área da governação para poder demonstrar que é possível pôr em prática as medidas que vem anunciando.

sábado, 15 de novembro de 2025

CRIMINALIDADE EM PORTUGAL - REALIDADE OU PERCEPÇÃO DE INSEGURANÇA?

Fala-se com insistência em percepção de insegurança, no sentido em que a insegurança que é factual e real, não passa de uma sensação subjectiva que não tem correspondência com os dados estatísticos da criminalidade. Ou seja, todos aqueles que falam em percepção de insegurança com esta interpretação, acham que não há insegurança em Portugal e que a criminalidade não aumentou.

Porém, uma boa parte da população portuguesa não tem dúvidas de que há efectivamente um problema de insegurança e que a mesma se vem agravando ano após ano, com a prática de crimes cada vez mais graves. 

Portugal tornou-se num pequeno paraíso para os criminosos na área da imigração, da droga, do contrabando generalizado, do roubo, do vandalismo e dos negócios ilícitos e fraudulentos. Os números das estatísticas oficiais relativos à criminalidade são apenas uma parte dos crimes que são cometidos no País, porque uma grande parte das pessoas que vêem os seus carros, as suas residências, as suas propriedades agrícolas e os seus espaços comerciais assaltados e vandalizados, em muitíssimos casos evitam participar as ocorrências às autoridades porque sabem que se o fizerem vão entrar num processo longo e penoso que lhes vai tomar o seu tempo, sem qualquer garantia de que vão recuperar o que lhes foi roubado.

Quem fala em percepção de insegurança no sentido em que ela não corresponde à realidade que se vive em Portugal, são essencialmente pessoas alinhadas com a ideologia e o pensamento da esquerda e da extrema esquerda, que é completamente contrário ao entendimento das forças do centro e da direita, as quais há muito vêm alertando para o crescendo da criminalidade violenta e advogam que sejam tomadas medidas que possam atalhar e fazer diminuir drasticamente toda a criminalidade violenta mas também toda a restante criminalidade.

Como cidadão comum, que observa o que se passa em Portugal, direi que a criminalidade é muito mais do que percepções irrealistas e  infundadas, pelo que o Governo deve tomar medidas nesta matéria para evitar que a situação se agrave cada vez mais, aumentando o medo e a insegurança das pessoas, ao ponto de evitarem sair à rua à noite.

Há muita mais criminalidade do que aquela que as estatísticas oficiais informam, pelos motivos que atrás mencionei. Portugal tem uma péssima história no que toca à prevenção. Quase sempre actua depois das tragédias acontecerem. O crime organizado é uma realidade. Direi mesmo que Portugal ainda é um paraíso para os criminosos. É preciso fazer alguma coisa para que esses bandidos não se sintam bem neste País. É preciso combatê-los e perseguilos sem tréguas e fazer de Portugal um lugar efectivamente seguro.

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

A ARBITRAGEM PORTUGUESA NÃO É CAPAZ DE ACERTAR O PASSO!!!


Face aos inúmeros erros de arbitragem que se têm verificado jornada após jornada na principal Liga do futebol português, alguns deles muito grosseiros, a contestação dos dirigentes desportivos tem subido de tom, com críticas contundentes às equipas de arbitragem.

De facto, os erros de arbitragem não são todos iguais. Se uma boa parte deles não põe em causa o resultado final dos jogos, outros há que têm influência e são responsáveis pela perda de pontos de uma das equipas em campo. Ora, quando estes erros grosseiros acontecem sucessivamente em prejuízo de uma mesma equipa e, por outro lado se verifica que outras equipas colhem benefícios por esses mesmos erros grosseiros, poderemos dizer que está a ser posta em causa a verdade desportiva.

Senão vejamos: no caso dos três grandes, Benfica, Porto e Sporting, quando vemos um deles a tirar proveito de um erro grosseiro do árbitro, transformando um empate em vitória e outro a ser vítima  de um mesmo erro grosseiro que transformou uma vitória em empate, não há como não haver contestação por parte dos dirigentes dos clubes prejudicados, visto que tais resultados contribuíram para uma tabela classificativa que não traduz a verdade desportiva.

À partida para esta jornada 11, o Porto comandava com 28 pontos, o Sporting era segundo com 25 e o Benfica era terceiro com 24. Se não fossem os erros grosseiros que aconteceram no Estádio de São Miguel e no Estádio da Luz, o Benfica teria passado para segundo, com 27 pontos e o Sporting cairia para o terceiro lugar, com 26 pontos. Assim, o Benfica que estava a 1 ponto do Sporting fica a 3 e aumente também a distância para o Porto que passou de 4 para 6 pontos. 

Mas os erros grosseiros de arbitragem, não contribuem só para roubar ou dar pontos às equipas em confronto; os erros de arbitragem servem para desestabilizar a equipa que é "roubada", jogadores e dirigentes, os quais são muitas vezes punidos com cartões amarelos e vermelhos e até com multas pecuniárias. Nestes casos, as equipas prejudicadas são penalisadas a dobrar e, de facto, em nossa opinião, sempre que as entidades que superintendem na área da arbitragem e do futebol chegam à conclusão que houve efectivamente erros grosseiros, todos os castigos com origem nesses erros de arbitragem grosseiros, com influência no resultado final dos jogos, deviam ser revertidos.

Uma nota final para dizer que é muito preocupante a actuação do VAR, ao não ser capaz de intervir e evitar que o árbitro do jogo sancione erros tão grosseiros.

sábado, 8 de novembro de 2025

SÓ É HUMILHADO QUEM SE DEIXA HUMILHAR!


Em democracia e em política, a diversidade de opiniões deve ser respeitada; quando não se concorda com a opinião dos outros, a mesma deve ser contraditada com elevação e respeito, sem nunca tentar diminuir, descredibilizar ou humilhar aqueles que não pensam e agem como nós.

Nesse aspecto, a nossa democracia é um péssimo mau exemplo porque são precisamente os que dizem defender a democracia que mais a atacam e ofendem porque não aceitam nem respeitam as opiniões contrárias às suas.

Tudo isto vem a propósito da forma como o partido Chega e o seu líder André Ventura são sistematicamente confrontados com tentativas de humilhação pela comunicação social, pela mão dos jornalistas e comentadores da nossa praça. E digo tentativas porque na realidade esse malévolo desiderato jamais foi alcançado, tendo até acontecido que aqueles que pretendiam humilhar foram, eles sim, arrasados e humilhados.

Temos assistido a entrevistas e comentários sobre André Ventura em que os jornalistas e comentadores se apresentam  de forma austera, pouco simpática e completamente determinados a humilhá-lo. Consegue ler-se no seu semblante a vontade, a voracidade de atingir o entrevistado com perguntas difíceis e incómodas, muitas vezes fora do contexto do tema da entrevista. Raramente permitem que o entrevistado termine a resposta e interrompem-no constantemente, cortando o seu raciocínio, com intenção de lhe causar algum mal estar e porventura tentar  desestabilizá-lo.

Ora, esta receita já provou que com André Ventura não funciona porque ele de facto não se deixa humilhar, precisamente porque a sua argumentação relativamente ao que afirma sobre os problemas do País é tão forte e tão verdadeira que deita por terra todas as tentativas de humilhação por parte de jornalistas e comentadores, acabando estes, muitas vezes, senão sempre, completamente vencidos e humilhados. 

André Ventura consegue desmontar os enredos armadilhados e as perguntas venenosas dos jornalistas, sempre com intenção de o humilhar, desestabilizar e tirar do sério. André Ventura sabe e tem noção de que os convites que lhe fazem para entrevistas nos diferentes canais de televisão, são uma armadilha e que todas as perguntas são antecipadamente preparadas, focando matérias em que o Chega tenha algum tipo de problemas, mesmo coisinhas de "lana caprina" que nem sequer mereciam ser notícia. Porém, André Ventura, corajoso e convicto de que nenhum jornalista, frente a frente, em confronto directo o consegue descredibilizar ou vencer pela palavra, vai à luta e aproveita as entrevistas para os desmentir as provocações que lhe são dirigidas e dizer aquilo que ele quer dizer e não aquilo que eles querem que ele diga.

André Ventura diz que tem uma missão para Portugal e que vai cumpri-la. André Ventura já demonstrou que é um homem de fé e de fortes convicções, um guerreiro corajoso que pôs a nu todos os podres do País, sem papas na língua e chamando os bois pelos seus próprios nomes. Ele está a fazer na política aquilo que ninguém teve coragem de fazer em 50 anos de democracia fingida, onde a corrupção o nepotismo, o compadrio e o amiguismo andaram de mãos dadas, extorquindo ao erário público uma significativa percentagem do Orçamento do Estado para benefício próprio e com isso impedir o País de se desenvolver e criar riqueza, condenando os pobres a serem cada vez mais pobres e, ao mesmo tempo, empurrando Portugal para a cauda da Europa.

André Ventura abraçou uma missão que já explicou inúmeras vezes e, pelos vistos, não há comunicação social, comentadores ou jornalistas que sejam capazes de impedir a sua caminhada triunfante rumo à sua concretização.

Que o que se passa nessas entrevistas é vergonhoso, é sim senhor! Porém, é bom que se diga que parte desse sucesso se deve precisamente à forma acintosa como os jornalistas conduzem as entrevistas a André Ventura.