sábado, 8 de novembro de 2025

SÓ É HUMILHADO QUEM SE DEIXA HUMILHAR!


Em democracia e em política, a diversidade de opiniões deve ser respeitada; quando não se concorda com a opinião dos outros, a mesma deve ser contraditada com elevação e respeito, sem nunca tentar diminuir, descredibilizar ou humilhar aqueles que não pensam e agem como nós.

Nesse aspecto, a nossa democracia é um péssimo mau exemplo porque são precisamente os que dizem defender a democracia que mais a atacam e ofendem porque não aceitam nem respeitam as opiniões contrárias às suas.

Tudo isto vem a propósito da forma como o partido Chega e o seu líder André Ventura são sistematicamente confrontados com tentativas de humilhação pela comunicação social, pela mão dos jornalistas e comentadores da nossa praça. E digo tentativas porque na realidade esse malévolo desiderato jamais foi alcançado, tendo até acontecido que aqueles que pretendiam humilhar foram, eles sim, arrasados e humilhados.

Temos assistido a entrevistas e comentários sobre André Ventura em que os jornalistas e comentadores se apresentam  de forma austera, pouco simpática e completamente determinados a humilhá-lo. Consegue ler-se no seu semblante a vontade, a voracidade de atingir o entrevistado com perguntas difíceis e incómodas, muitas vezes fora do contexto do tema da entrevista. Raramente permitem que o entrevistado termine a resposta e interrompem-no constantemente, cortando o seu raciocínio, com intenção de lhe causar algum mal estar e porventura tentar  desestabilizá-lo.

Ora, esta receita já provou que com André Ventura não funciona porque ele de facto não se deixa humilhar, precisamente porque a sua argumentação relativamente ao que afirma sobre os problemas do País é tão forte e tão verdadeira que deita por terra todas as tentativas de humilhação por parte de jornalistas e comentadores, acabando estes, muitas vezes, senão sempre, completamente vencidos e humilhados. 

André Ventura consegue desmontar os enredos armadilhados e as perguntas venenosas dos jornalistas, sempre com intenção de o humilhar, desestabilizar e tirar do sério. André Ventura sabe e tem noção de que os convites que lhe fazem para entrevistas nos diferentes canais de televisão, são uma armadilha e que todas as perguntas são antecipadamente preparadas, focando matérias em que o Chega tenha algum tipo de problemas, mesmo coisinhas de "lana caprina" que nem sequer mereciam ser notícia. Porém, André Ventura, corajoso e convicto de que nenhum jornalista, frente a frente, em confronto directo o consegue descredibilizar ou vencer pela palavra, vai à luta e aproveita as entrevistas para os desmentir as provocações que lhe são dirigidas e dizer aquilo que ele quer dizer e não aquilo que eles querem que ele diga.

André Ventura diz que tem uma missão para Portugal e que vai cumpri-la. André Ventura já demonstrou que é um homem de fé e de fortes convicções, um guerreiro corajoso que pôs a nu todos os podres do País, sem papas na língua e chamando os bois pelos seus próprios nomes. Ele está a fazer na política aquilo que ninguém teve coragem de fazer em 50 anos de democracia fingida, onde a corrupção o nepotismo, o compadrio e o amiguismo andaram de mãos dadas, extorquindo ao erário público uma significativa percentagem do Orçamento do Estado para benefício próprio e com isso impedir o País de se desenvolver e criar riqueza, condenando os pobres a serem cada vez mais pobres e, ao mesmo tempo, empurrando Portugal para a cauda da Europa.

André Ventura abraçou uma missão que já explicou inúmeras vezes e, pelos vistos, não há comunicação social, comentadores ou jornalistas que sejam capazes de impedir a sua caminhada triunfante rumo à sua concretização.

Que o que se passa nessas entrevistas é vergonhoso, é sim senhor! Porém, é bom que se diga que parte desse sucesso se deve precisamente à forma acintosa como os jornalistas conduzem as entrevistas a André Ventura.

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