O
carácter e a coragem são atributos dos grandes guerreiros, daqueles
que dizem o que pensam, mesmo que isso atropele o politicamente
correcto e envergonhe aqueles que nunca terão carácter e coragem
para dizer aquilo que realmente pensam, por serem escravos de
conceitos e ideologias que nada têm a ver com o seu pensamento, mas
que dá muito jeito para viver à sombra do partido e à custa do
Estado. É por causa dessa gente que há em Portugal uma maioria
socialista que tanto mal tem causado ao País e aos portugueses.
Não
esquecer que Portugal está na cauda da Europa. Há mais de dois
milhões de pobres e a grande maioria da população recebe o salário
mínimo que é o mais baixo da Europa.
Todos
sabemos que a grande maioria dos seguidores do socialismo português,
uma ideologia praticamente extinta na Europa, são pessoas que
vivem dos favores do partido e da
subsidiodependencia
e que por isso, votam religiosamente na rosa, em troca desses
favores.
No
Parlamento, temos actualmente um jovem
partido que
não
tem vergonha ou preconceitos e
se orgulha de representar a direita portuguesa, tão mal tratada ao
longo de toda a era democrática por aqueles partidos que tinham a
obrigação de a defender, talvez
por
conveniencia,
incompetência ou covardia. É
um
grupo parlamentar com um grande líder, que
tem apresentado boas propostas para melhorar
a qualidade
de vida dos portugueses e muitos dos problemas com que se debate o
País. e dos portugueses e tem feito uma forte e corajosa oposição
à
mediocridade governativa
da
maioria socialista.
O
CHEGA
faz toda
a
diferença na AR, onde
os seus deputados têm feito uma forte e corajosa oposição ao
medíocre governo da maioria socialista, questionando
aguerrida e
assertivamente, os ministros
das diferentes áreas governativas.
Na
verdade, até hoje, as centenas de propostas apresentadas pelo Chega,
foram sistematicamente boicotadas pela maioria socialista,
desprezando o trabalho e o esforço intelectual desenvolvido pelos
deputados do partido fundado por André Ventura. Da mesma forma que
tem chumbado as propostas do Chega, tem também, de forma
autocrática, impedido a eleição de um vice-presidente, uma
prática que vinha sendo adoptada desde os primórdios da democracia,
relativamente aos partidos com maior expressão na Assembleia da
República.
O
Partido Socialista fala em democracia mas, vergonhosamente, no caso
da eleição de um vice-presidente do Chega e em muitos outros casos,
comporta-se de forma arrogante e antidemocrática, dando ao Chega
todos os motivos para se sentir discriminado e
com razão para dizer que foi
desrespeitada
a vontade dos
milhares de eleitores
portugueses que
votaram
no Chega.
Porém,
a força e a tenacidade dos deputados do Chega, perante
os boicotes sucessivos da maioria,
não sofreu qualquer abalo
e
até lhes tem dado mais força e coragem para continuar a dura
cruzada que iniciaram contra o Sistema e contra este péssimo
governo
socialista.
A
terceira força política no Parlamento, por imposição arbitrária
dos socialistas, não tem direito a eleger um vice-presidente da AR.
Esta situação é intolerável
e
vergonhosa e
espelha bem o teor democrático do grupo parlamentar socialista. Esta
afronta ao
Chega e ao seu grupo parlamentar, vai
ter uma resposta estrondosa nos
próximos
actos
eleitorais,
de
tal forma que
o PS vai deixar de contar para eleger os vice-presidentes do Chega.
Os portugueses não aceitam esta odiosa discriminação e
vão penalizar
quem teve a ousadia de atropelar a democracia parlamentar.
O
CHEGA não vai
desistir de lutar perante um governo de maioria absoluta e os seus
satélites apoiantes. Carácter e coragem é isso mesmo. Pela razão
e pelo bem-estar dos portugueses e do prestígio de Portugal, o CHEGA
tem que continuar
a lutar
com a
mesma coragem e determinação
e seguir em frente.
Parabéns
ao Grupo Parlamentar do CHEGA e ao seu líder parlamentar que não
vacila perante os apupos do SISTEMA.