quinta-feira, 13 de abril de 2023

NEM SEMPRE GANHA QUEM MELHOR JOGA

 

MALA SUERTE

O Sporting fez hoje em Turim, contra a Juventus, uma primeira parte brilhante, com muita posse de bola e jogadas muito perigosas junto da baliza adversária que pelo menos em duas ocasiões podiam dar golo. O Sporting dominou completamente o seu adversário na primeira parte e só por azar não marcou.

 Na segunda parte, O Sporting não conseguiu o brilhantismo da primeira parte, mas mesmo assim não foi inferior ao seu adversário. Teve mais oportunidades flagrantes de chegar ao golo mas a sorte não esteve do seu lado. O resultado é injusto e até um empate premiaria mais a Juve do que o Sporting porque em minha opinião, em função do jogo jogado, a equipa de Portugal merecia a vitória. Grande jogo de futebol, a demonstrar que as melhores equipas portuguesas podem jogar de igual para igual com qualquer equipa do mundo. 

A jogar assim, o Sporting pode vencer a Juventus no jogo da segunda mão e seguir para as meias finais da Liga Europa. 

O Benfica se tem jogado com o Inter como o Sporting jogou contra a Juventus, tinha ganho de goleada.

O Sporting fez um jogo brilhante e não merecia um resultado negativo. O jogo foi decidido a favor dos italianos porque o guarda redes Adam teve uma intervenção infeliz ao falhar a intercepção de uma bola de canto. Foi pena porque, pelo menos, o Sporting teria conseguido um empate.

sexta-feira, 31 de março de 2023

O 3º MAIOR PARTIDO NÃO CONSEGUE ELEGER UM VICE-PRESIDENTE !!!

 

O carácter e a coragem são atributos dos grandes guerreiros, daqueles que dizem o que pensam, mesmo que isso atropele o politicamente correcto e envergonhe aqueles que nunca terão carácter e coragem para dizer aquilo que realmente pensam, por serem escravos de conceitos e ideologias que nada têm a ver com o seu pensamento, mas que dá muito jeito para viver à sombra do partido e à custa do Estado. É por causa dessa gente que há em Portugal uma maioria socialista que tanto mal tem causado ao País e aos portugueses.

Não esquecer que Portugal está na cauda da Europa. Há mais de dois milhões de pobres e a grande maioria da população recebe o salário mínimo que é o mais baixo da Europa.

Todos sabemos que a grande maioria dos seguidores do socialismo português, uma ideologia praticamente extinta na Europa, são pessoas que vivem dos favores do partido e da subsidiodependencia e que por isso, votam religiosamente na rosa, em troca desses favores.

No Parlamento, temos actualmente um jovem partido que não tem vergonha ou preconceitos e se orgulha de representar a direita portuguesa, tão mal tratada ao longo de toda a era democrática por aqueles partidos que tinham a obrigação de a defender, talvez por conveniencia, incompetência ou covardia. É um grupo parlamentar com um grande líder, que tem apresentado boas propostas para melhorar a qualidade de vida dos portugueses e muitos dos problemas com que se debate o País. e dos portugueses e tem feito uma forte e corajosa oposição à mediocridade governativa da maioria socialista.

O CHEGA faz toda a diferença na AR, onde os seus deputados têm feito uma forte e corajosa oposição ao medíocre governo da maioria socialista, questionando aguerrida e assertivamente, os ministros das diferentes áreas governativas.

Na verdade, até hoje, as centenas de propostas apresentadas pelo Chega, foram sistematicamente boicotadas pela maioria socialista, desprezando o trabalho e o esforço intelectual desenvolvido pelos deputados do partido fundado por André Ventura. Da mesma forma que tem chumbado as propostas do Chega, tem também, de forma autocrática, impedido a eleição de um vice-presidente, uma prática que vinha sendo adoptada desde os primórdios da democracia, relativamente aos partidos com maior expressão na Assembleia da República.

O Partido Socialista fala em democracia mas, vergonhosamente, no caso da eleição de um vice-presidente do Chega e em muitos outros casos, comporta-se de forma arrogante e antidemocrática, dando ao Chega todos os motivos para se sentir discriminado e com razão para dizer que foi desrespeitada a vontade dos milhares de eleitores portugueses que votaram no Chega.

Porém, a força e a tenacidade dos deputados do Chega, perante os boicotes sucessivos da maioria, não sofreu qualquer abalo e até lhes tem dado mais força e coragem para continuar a dura cruzada que iniciaram contra o Sistema e contra este péssimo governo socialista.

A terceira força política no Parlamento, por imposição arbitrária dos socialistas, não tem direito a eleger um vice-presidente da AR. Esta situação é intolerável e vergonhosa e espelha bem o teor democrático do grupo parlamentar socialista. Esta afronta ao Chega e ao seu grupo parlamentar, vai ter uma resposta estrondosa nos próximos actos eleitorais, de tal forma que o PS vai deixar de contar para eleger os vice-presidentes do Chega. Os portugueses não aceitam esta odiosa discriminação e vão penalizar quem teve a ousadia de atropelar a democracia parlamentar.

O CHEGA não vai desistir de lutar perante um governo de maioria absoluta e os seus satélites apoiantes. Carácter e coragem é isso mesmo. Pela razão e pelo bem-estar dos portugueses e do prestígio de Portugal, o CHEGA tem que continuar a lutar com a mesma coragem e determinação e seguir em frente.

Parabéns ao Grupo Parlamentar do CHEGA e ao seu líder parlamentar que não vacila perante os apupos do SISTEMA.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

É IMPERIOSO HAVER RESPEITO NO DESPORTO

 

A cada fim de semana que passa, especialmente no que diz respeito ao futebol, os casos são cada vez mais. Os agentes desportivos só ficam satisfeitos quando as suas cores têm êxito, caso contrário tomam atitudes que ofendem adversários, árbitros e o desporto em geral. 

O futebol português anda mergulhado numa crise de dirigismo há décadas e, por via disso, o nosso futebol anda pelas bocas do mundo, sempre pelas piores razões. Noutros países, uma boa percentagem desses maus dirigentes já teriam sido irradiados.

No fim de semana passado, o Sporting ganhou em Chaves, com um penalti fabricado pelo Paulinho, uma autêntica simulação. Temos que admitir que os árbitros erram e não podemos pensar que os seus erros são propositados, com o intuito de prejudicar uma equipa e beneficiar a outra. Os dirigentes, técnicos e jogadores têm que admitir que umas vezes serão prejudicados e outras beneficiados. Na verdade, não vemos nenhum dirigente dizer que foi beneficiado quando isso acontece. calam-se bem caladinhos e quando têm que se pronunciar sobre o assunto, é para desmentir e contradizer aquilo que é óbvio.

É urgente haver RESPEITO no DESPORTO e muito especialmente no futebol. As chamadas equipas pequenas têm que ser respeitadas pelos adversários e pelas arbitragens. O seu trabalho, o seu esforço e sacrifício tem que ser respeitado. Nenhuma equipa joga sozinha. O espectáculo só é possível com duas equipas em campo e ambas devem ser tratadas da mesma forma.

Este fim de semana assisti pela televisão ao jogo Vizela/Benfica e fiquei agradavelmente surpreendido com a qualidade futebolística dos vouzelenses. O jogo foi disputado taco a taco e a sorte esteve mais do lado dos encarnados que acabaram por conquistar os 3 pontos com um pouco de sorte à mistura. O jogo se tivesse terminado empatado não era nenhuma injustiça.

Ainda no Domingo, mais uma grande surpresa, o Gil Vicente foi ao estádio das Antas impôr uma derrota ao Futebol Clube do Porto. Houve muitos casos durante o tempo de jogo. Os jogadores portistas não aguentaram a pressão e, de certa forma, perderam discernimento. Foram expulsos 2 jogadores e, segundo a crítica, também Pepe devia ter sido expulso. Não esquecer que Pepe no jogo da jornada anterior com o Rio Ave cometeu uma grande penalidade que foi transformada pelo árbitro da partida em falta a favor do Porto. Estes casos não engrandecem o nosso desporto e deviam acabar de uma vez por todas. No futebol não pode valer tudo.

Os regulamentos disciplinares que regem o nosso futebol e o desporto em geral, têm que ser revistos para não permitirem esta péssima imagem do nosso futebol que tem dos melhores jogadores do mundo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

QUAL A DIMENSÃO DA CORRUPÇÃO NAS AUTARQUIAS?

Ultimamente temos assistido diariamente a notícias na comunicação social acerca de práticas ilegais nas autarquias, de norte a sul do País, envolvendo os presidentes de Câmara e presidentes de Juntas de Freguesia, em elaborados esquemas de corrupção.

Estas notícias vêm ao encontro da ideia que semppre tivemos de que nas autarquias, uma boa parte dos seus orçamentos anuais era esbanjado em práticas ilegais, em benefício dos presidentes e de outros elementos do executivo.

Muitas vezes nos interrogámos como era possível não haver um órgão fiscalizador competente para avaliar assiduamente a actividade das autarquias. Durante as últimas cinco décadas, os responsáveis pelas autarquias puderam desenvolver a seu bel prazer, habilidosos esquemas mafiosos, para roubar as autarquias em proveito próprio, sem que nada de mal lhes tenha acontecido.

De norte a sul do País, atrevemo-nos a dizer que não existe uma única autarquia que não tenha lesado o Estado com práticas ilegais, totalizando as mesmas muitos milhões de euros, ao longo dos últimos 48 anos.

Senão vejamos: o País tem 308 municípios, 218 no continente, 11 na Madeira e 19 nos Açores. Se em média cada município se apoderou ilegalmente de 500 mil euros do seu orçamento anual, então poderemos contabilizar a astronómica quantia anual de 154.000.000 de euros, os quais multiplicados pelos 48 anos do período democrático daria 7.392.000.000 !!!

Mas a este número astronómico, teremos que juntar ainda as práticas ilegais das Juntas de Freguesia que são 3.091; no Continente 2.882, 155 na Região Autónoma dos Açores e 54 na Região Autónoma da Madeira.

Ora, coomo os orçamentos das Juntas são bastante mais pequenos, vamos supor que cada uma se apoderou ilegalmente de 100.000 euros do seu orçamento anual e, nesse caso daria, mesmo assim, uma soma anual de 309.100.000 euros e nos últimos 48 anos, 14.836.800.000!!!

É claro que estes números não têm qualquer rigor científico, eles baseiam-se na observação que fomos fazendo ao longo dos anos,  quer com exemplos concretos em alguns municípios, quer através das notícias veiculadas na comunicação social. 

Em conclusão, os números até podem não estar certos mas que as autarquias são responsáveis pela subtracção de muitos milhões de euros aos respectivos orçamentos para beneficio dos seus dirigentes, disso não temos dúvidas.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

A ESCANDALOSA (CRIMINOSA) DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA!

Ao atingir quase meio século de regime democrático, Portugal tem uma das maiores Dívidas Públicas do mundo! Segundo dados de 2022, a Dívida Pública Portuguesa (DPP), atingiu o astronómico montante de 280.000 milhões de euros (DUZENTOS E OITENTA MIL MILHÕES DE EUROS). representando um encargo anual para o erário público de cerca de 7.000 milhões de euros (SETE MIL MILHÕES DE EUROS)!

Como foi possível desbaratar tanto dinheiro sem qualquer proveito para a melhoria de vida dos portugueses?

Quem foram os principais responsáveis por tão ruinosa administração pública? Assim, à primeira vista, parece-nos que foram os sucessivos governos de Portugal os obreiros criminosos de tão escandalosa Dívida que empobrece o País e obriga os portugueses a pagar cada vez mais impostos.

Ao longo destas últimas cinco décadas, a DPP foi crescendo exponencialmente, ano após ano, devido à incompetência, à irresponsabilidade e à corrupção que infelizmente reinou em todos os governos e Instituições do Estado. 

Se tivesse havido uma entidade idónea e competente para fiscalizar as actividades governativas, nenhum governo tinha chegado ao fim, tinham sido todos demitidos. Mais: se os governos tivessem sido fiscalizados, muitos dos seus elementos teriam que prestar contas à justiça e, no mínimo, condenados a penas de prisão efectivas. Infelizmente, governantes e políticos que roubaram o erário público, gozaram de descarada impunidade durante estas quase cinco décadas e nada lhes aconteceu. Alguns até foram irresponsável e vergonhosamente condecorados.

A DPP, é um buraco sem fundo que consome anualmente milhões de euros, roubados descaradamente aos trabalhadores, em impostos, sobre os seus magros ordenados, cujos proventos continuam a ser os mais baixos da Europa. 

A DPP asfixia e mata os mais pobres, aqueles que vivem com ordenados e pensões miseráveis que em muitos casos, nem sequer dão para pagar a renda da casa, quanto mais para fazer face a uma alimentação digna.

Infelizmente, nesta conjuntura tão difícil a nível mundial, não se vislumbra um futuro mais risonho para os portugueses, especialmente para aqueles que têm menos capacidade económica e que precisavam de uma ajuda do Estado.




terça-feira, 27 de dezembro de 2022

FESTAS FELIZES DE NATAL E ANO NOVO

 


DESEJO AINDA QUE 2023 SEJA MAGNÂNIMO PARA TODA A GENTE E QUE O MUNDO ENCONTRE UMA SOLUÇÃO PARA RECUPERAR A PAZ.

A MÃE NATUREZA É IMPLACÁVEL!!!


De Norte a Sul do País, ao longo do ano de 2022, com especial incidência nos meses da Primavera e Verão, os fogos criminosos e não só, devoraram milhões de árvores e arbustos, deixando as áreas queimadas completamente desprotegidas relativamente à chuva que normalmente cai no Inverno e que neste, tem sido muito intensa.

Tão intensa e trágica devastação da fauna e da flora, tem dado origem a gigantescas inundações e deslizamento de terras que têm provocado a destruição de bens e equipamentos e, consequentemente, prejuízos de dezenas ou centenas de milhões de euros.

O homem tem a responsabilidade de proteger as florestas e, mais especificamente, os governos de cada País, têm a obrigação e a responsabilidade de tudo fazer para evitar os fogos florestais, apostando forte na prevenção.

Ora, o que temos visto em Portugal, tem sido um desleixo muito grande e intrigante na prevenção e no combate aos incêndios e, consequentemente, milhares e milhares de hectares de floresta consumidos pelo fogo, substituindo o verde pelo negro da terra queimada.

Toda esta devastação torna os solos muito vulneráveis e instáveis com a precipitação da chuva, que corre em enxorradas pelas montanhas abaixo sem qualquer impedimento, arrastando à sua passagem, tudo que encontra pela frente, acabando por depositar todos os destroços no sopé das mesmas, mas não sem antes invadir e arrasar pelo caminho, as povoações que encontra.

De facto, a Mãe Natureza, quando não é minimamente respeitada, acaba por dar respostas implacáveis, para as quais o homem não tem qualquer capacidade para impedir. A única forma de minimizar as forças da natureza, é evitar faltar-lhe ao respeito e apostar nas medidas de prevenção necessárias.

O homem leva lições atrás de lições da Natureza, mas teimosamente, continua a não tirar qualquer ilacção proveitosa dessas duras lições e o resultado é sofrer todos os anos com o mesmo tipo de fenómenos da natureza.