O amor entre duas pessoas devia ser constante, como uma brisa suave que nunca se interrompe — cheio de harmonia, tolerância e compreensão em todos os dias da vida.
Mas a verdade é que nem sempre é assim. Pela minha própria experiência e do que tenho observado tambbém nos outros, ao longo dos anos, o amor é como o tempo: muda, transforma-se, passa por diferentes estações.
Há momentos em que é quente e intenso como o Verão, cheio de luz e energia. Outros, leves e alegres como a Primavera, onde tudo parece mais bonito e florido. Mas também existem fases mais silenciosas e tristes, como o Outono, em que a chama parece diminuir. E, por vezes, surgem dias frios e difíceis, como no Inverno, onde a paciência e a compreensão parecem faltar.
Nem sempre acertamos — ora por um, ora por outro. Mas o mais bonito é que esses momentos são passageiros. No fundo, o que fica é a vontade de continuar, de recomeçar, de voltar ao calor do Verão e à leveza da Primavera.
Porque, apesar de tudo, quando o amor é verdadeiro, encontra sempre o caminho de volta.
Sem comentários:
Enviar um comentário