sexta-feira, 21 de agosto de 2026

NÃO DERRUBA O PARTIDO CHEGA QUEM QUER!

O fundamentalismo ideológico empurra muitos autores a produzir obras literárias que de forma nenhuma reproduzem, ao longo das suas páginas, a realidade sobre o que escrevem.
O que leva um autor a escrever um livro de setecentas e tal páginas, a esventrar a vida do jovem partido Chega, que desde a fundação elegeu como principal alvo, o combate sem tréguas, ao cancro corrosivo da corrupção, que desde os primórdios do regime democrático, foi responsável por se apoderar de uma fatia importante dos Orçamentos do Estado e a consequente delapidação do erário público.
Sim, senhor jornalista, a corrupção entranhada nos sucessivos governos, lesou o Estado Português em milhares de milhões de euros, cedidos pelos governantes às grandes empresas, em troca de benefícios monetários e outros. Gente que traiu a causa pública, em lugares de grande responsabilidade para a qual não tinham aptência nem honestidade para desempenhar tais cargos.
Agora, que aparece finalmente um partido a denunciar essa corrupção endémica e os corruptores, os fiéis seguidores do regime, tentam por todos os meios aniquilá-lo mas não conseguem, simplesmente porque os portugueses sabem que tem razão.
Pelos vistos, esta gigantesca missão do partido Chega no combate à corrupção, não mereceu qualquer referência positiva do autor do livro "POR DENTRO DO CHEGA" e não mereceu porque o jornalista Miguel Carvalho pretendeu, exclusivamente, enxovalhar e descredibilizar o partido de André Ventura que contra os Miguéis Carvalhos desta vida, contra comentadores, televisões e contra os partidos do regime, tem tido uma ascensão meteórica impressionante, passando de 1 deputado em 2019 para 60 deputados em 2025 e está implantado em todo o País!
E este jornalista não se interroga, não pergunta a si próprio como é possível todo este sucesso, com todo o SISTEMA contra?
Partido populista, xenófobo, racista e fascista? Senhor jornalista, a sua análise é ideologicamente odiosa e cega porque distorce confrangedoramente o que é realmente o partido Chega.
É populismo dizer a verdade ao povo?
É xenofobia e racismo querer uma imigração controlada e leis que preservem a identidade portuguesa e obriguem aqueles que escolhem Portugal para viver, a respeitá-las e a cumpri-las?
E é fascista quem cumpre todas as regras democráticas e defende a democracia?
Caro jornalista, este seu escrito jamais cumprirá os objectivos que presidiram à sua intenção, porque o povo, com a sua sabedoria, há muito intuiu que o partido de André Ventura não é uma ameaça para a democracia e não constitui qualquer perigo para desagregar Portugal, no caso de vir a ser governo.
Quando isso acontecer, este livro que pretendeu maldizer e enterrar o partido Chega, acabará por ter o efeito contrário e contribuir para o seu sucesso.
Há tanta coisa importante e de interesse para escrever, acerca de Portugal e dos portugueses, pelo que o conteúdo deste livro é completamente inútil e uma desnecessária perda de tempo.  

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