Imagem retirada do Google
O Mundo acordou esta madrugada incrédulo!!!
Contra tudo e contra todos, o republicano Donald Trump foi eleito 45º Presidente dos Estados Unidos da América! As sondagens e toda a imprensa americana davam como garantida a vitória da adversária democrata, Hillary Clinton. Para além disso, o Presidente em exercício, Barak Obama, apostou forte em Hillary e fez campanha a seu lado, usando de alguma dureza na linguagem para descredibilizar Trump. Em Portugal, um Presidente da República em exercício, teria que ser neutro na eleição do seu sucessor mas na América as regras são diferentes e tudo é possível! Tudo à grande e à americana!!!
Mas na verdade, o que se terá passado de tão misterioso na América, para que a imprensa e as sondagens tenham errado tão escandalosamente o veredicto final da eleição presidencial?
O fenómeno não é novo e acontece um pouco em todos os países do mundo, inclusive, com alguma regularidade em Portugal. Os grandes lobies, é bom de ver, estavam todos a favor da candidata do sistema e, pelos vistos, não tiveram qualquer dificuldade em manipular as empresas responsáveis pelas sondagens e pela imprensa para favorecerem a sua candidata favorita, construindo-lhe uma realidade triunfante que na verdade não existia. Em Portugal também já aconteceu o mesmo. A arte da manipulação por parte de quem é poderoso, é universal.
Porém, a manipulação das sondagens e da imprensa, embora possa arrastar e convencer alguns espíritos menos esclarecidos e mais indecisos, não pode alterar os votos dos eleitores entrados nas urnas e, por isso mesmo, depois, na contagem final, descobre-se finalmente a mentira que esteve sempre presente em todo o processo eleitoral.
Para aqueles que participaram na farsa e usaram a mentira para levar Hillary à Casa Branca, o que aconteceu foi um verdadeiro terramoto mas só para esses porque no geral, o Presidente eleito vai honrar os compromissos da nação americana e, de resto, só vai poder fazer aquilo que os conselheiros e assessores lhe permitirem, devendo ainda obediência a importantes órgãos fiscalizadores como o Senado e a Câmara dos Representantes, entre outros.
Para aqueles que participaram na farsa e usaram a mentira para levar Hillary à Casa Branca, o que aconteceu foi um verdadeiro terramoto mas só para esses porque no geral, o Presidente eleito vai honrar os compromissos da nação americana e, de resto, só vai poder fazer aquilo que os conselheiros e assessores lhe permitirem, devendo ainda obediência a importantes órgãos fiscalizadores como o Senado e a Câmara dos Representantes, entre outros.
Portanto, Donald Trump, na qualidade de Presidente dos E.U.A., não tem qualquer hipótese de vir a desempenhar o perigoso papel que os adversários lhe atribuíram. Em política, usa-se e abusa-se do baixo discurso descredibilizador e achincalhante para aniquilar os adversários; porém, muitas vezes, tal como aconteceu neste caso, "o feitiço vira-se contra o feiticeiro" e a infelicidade bate à porta de quem tudo fez para impedir a felicidade dos outros.
Para os mais distraídos, talvez seja bom lembrar a campanha presidencial em Portugal. Marcelo Rebelo de Sousa, sendo embora o melhor, a grande distância, dos restantes candidatos, foi ferozmente atacado pelos outros candidatos e pelas forças políticas que os apoiavam. Conotaram-no com o passado e a ditadura; afirmaram que seria muito perigosa a sua eleição porque representava a direita; inventaram casos caricatos e distorceram factos passados; porém, na hora de decidir, o povo julgou uns e outros e elegeu o melhor Presidente da era democrática, desmentindo e deixando cabisbaixos de vergonha (?), todos aqueles que se empenharam na sua derrota.
A democracia dá grandes lições aos políticos que não respeitam as suas regras mas infelizmente eles continuam sucessivamente a cometer os mesmos erros.



